A Flor do Sertão – Capítulo 11

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CENA 01: CASA DE JOSÉ/SALA/INT./NOITE

Regina e Francisca estão em casa esperando os pais chegarem. José, Maria e Geraldo entram em casa. Francisca imediatamente se aproxima de José e o abraça.

FRANCISCA (fingindo choro): Painho, olha o que a Regina fez. (mostra os machucados) Ela me arrastou pelos cabelos na rua. Tudo mundo viu.

JOSÉ: REGINA! Por que tu fez isso com a tua irmã?

Regina se aproxima.

REGINA: Conte porque eu Francisca. Ou eu vou ter que contar?

Francisca fica em silêncio.

REGINA: Eu vi o Bento e a Francisca na cama dele na maior sem-vergonhice. Ela me traiu!

FRANCISCA (fingindo): Eu tava na rua, aí ele pegou eu e abusou de mim.

Regina dá um tapa em Francisca.

REGINA: Chega, Francisca! Tua mascara caiu! Tu tava gostando era por demais. Confessa que tu voltou pra cá porque tava sem dinheiro. Tu num gosta da sua família.

Regina vai para o quarto e leva Geraldo junto, deixando Francisca, Maria e José sozinhos na sala.

FRANCISCA: Tá bom. Eu cansei! Eu odeio ser pobre, morar nessa porcaria de lugar. Mãinha sempre gostou da Regina. Geraldo é um moleque chato. Tu, meu pai, até que gosta de mim, mas tu é pobre! Vocês são meus pais, mas são pobres! Nunca me deram o que eu mereço. Quando eu ficar rica, eu vou ajudar os dois porque vocês são pobretões, mas são meus pais.

MARIA: Pois eu num quero dinheiro teu.

JOSÉ: Vai-te embora daqui, Francisca!

FRANCISCA: Quê isso, painho?

JOSÉ: Se tu num gosta da tua família, então vai embora. Vai procurar quem te dê a vida de rainha que tu quer ter. Pega tuas coisas e chispa daqui!

FRANCISCA: Seu velhote desgraçado! Pois eu vou sair desse muquifo agora.

Geraldo e Regina voltam para a sala com as malas de Francisca. Ela joga as malas que carrega com violência ao chão, enquanto Geraldo as repousa no chão com certo cuidado. Francisca e Regina se encaram. Ainda encarando a irmã, Francisca pega as malas no chão.

FRANCISCA: Adeus!

Francisca caminha rumo à porta.

JOSÉ: E esqueça que tu tem pai.

FRANCISCA: Eu nunca tive mesmo…

Francisca sai. José começa a chorar e é amparado pela família.

CENA 02: CASARÃO DE RAMIRO/SALA DE ESTAR/INT./DIA

Amanhece. Regina chega ao casarão de Ramiro. Sandra vai atender.

SANDRA: Ah, o que é que tu quer?

REGINA: Eu preciso falar com o coronel Ramiro.

SANDRA: Ele tá no escritório junto com o prefeito.

REGINA: Então eu espero. Tu pode pegar um copo de água, por favor?

SANDRA: Tá.

Antes de Sandra sair, a campainha toca novamente. Ela vai até a porta e a abre. É o Padre João.

SANDRA: Bom dia, seu padre!

PADRE JOÃO: Bom dia, filha! Eu vim buscar a menina Aurora pra levar ela pro convento.

SANDRA: Entre, seu padre. Eu vou chamar a Aurora.

PADRE JOÃO: Eu fico esperando no carro.

SANDRA: Certo, seu padre.

Sandra fecha a porta e volta a se aproximar de Regina.

SANDRA: Eu vou chamar a Aurora e trago a água.

REGINA: Como ela tá?

SANDRA: Ela tá bem…

Assim que Sandra começa subir as escadas, Regina se levanta e vai pro escritório.

CENA 03: CASARÃO DE RAMIRO/QUARTO DE AURORA/INT./DIA

Sandra vai até o quarto de Aurora para chamá-la.

SANDRA: Aurora?! Minha princesa, o padre já veio buscar tu pra ir pro convento.

Aurora se levanta da cama, encarando Sandra com uma expressão neutra.

SANDRA: Vem, meu anjo. Queria tanto que tu pudesse ficar por aqui, mas foi o teu pai que decidiu assim.

Sandra coloca as mãos nos ombros de Aurora, que se afasta.

AURORA: Chega, Sandra! Tu é uma falsa! Finge ser minha amiga, mas me odeia.

SANDRA: Quê isso, meu amorzinho?

AURORA: Eu vi tudo, Sandra. Tu que falou pro meu pai me mandar pro convento. E tu traiu minha mãe e beijou ele.

Sandra pega no braço de Aurora com força.

SANDRA: Quer saber da verdade, Aurora? Eu te odeio! Eu odeio a tua família maldita! Eu fiz teu pai brigar com a tua mãe, a desgraçada da Lívia. E foi o coronel, teu papaizinho querido que matou tua mãe.

AURORA: Isso não é verdade! Não é verdade!

SANDRA: Pergunta pro coronel Ramiro… Ah, tu nunca mais vai ver ele. Agora vai embora logo e me deixa em paz.

AURORA: Eu vou falar com meu pai agora!

Aurora sai correndo e Sandra vai atrás.

CENA 04: CASARÃO DE RAMIRO/CORREDOR/INT./DIA

Sandra não consegue alcançar Aurora, ela já havia saído. Da janela, ela flagra o padre João segurando Aurora e a ponto no carro. A governanta sorri vitoriosa, mas a falta de atenção a faz pisar em falso e sair rolando escada abaixo. Ao atingir o chão, Sandra geme de dor, sem forças para se levantar.

CENA 05: CASARÃO DE RAMIRO/ESCRITÓRIO/INT./DIA

A maçaneta da porta gira e a porta se abre. Regina não entra no escritório, abrindo a porta de maneira a fazê-la observar o interior do escritório por meio de uma fresta.

REGINA: É hoje que eu me livro desse trabalho!

Regina abre apenas um pouco da porta, de maneira a melhor visualizar a conversa de Ramiro com o prefeito.

GALVÃO: Calma, seu coronel! Eu vou te dar o teu dinheiro sim. Na obra da transposição do Rio eu aumento o valor dos gastos e pego a grana.

RAMIRO: Droga! Tu tá me devendo essa grana há muito tempo, prefeito… eu não compro drogas no Paraguai de graça não, quer que eu vá à falência?

GALVÃO: Ramiro, já tá tudo no esquema. O cabra que conta os voto tá do meu lado. Já tô eleito! A grana vai vir, meu amigo.

RAMIRO: Antes que eu me esqueça de falar, o tal do investigador teve aqui perguntando pela morte do Herculano. Quero que tu dê um jeito nele. Ninguém pode descobrir que eu mandei matar o maldito.

Regina fica impressionada com o que ouviu. Galvão e Ramiro se levantam e andam em direção à porta. Imediatamente, Regina fecha a porta e solta a maçaneta: ela pensa em que atitude tomar. De repente, a porta se abre e Regina é derrubada pela gravidade, caindo dentro do escritório, para a surpresa do coronel e do prefeito.

CENA 06: FAZENDA DE RAMIRO/PLANTAÇÃO/INT./DIA

Geraldo chega à fazenda carregando suas ferramentas. Ele começa seu serviço. O menino para de trabalhar quando vê Josias montado em um cavalo. Geraldo se aproxima do filho do prefeito.

JOSIAS: Olha só! O perdedor tá aqui.

GERALDO: Tu armou pra mim cair do cavalo.

JOSIAS: Aceita que tu perdeu. Mas num vale mais nada… A Aurora foi prum convento.

GERALDO: É mentira tua!

JOSIAS: Então vai lá ver se ela tá no casarão.

Josias se prepara para continuar sua cavalgada quando Geraldo fica em sua frente.

JOSIAS: Cai fora, seu mulambento!

GERALDO: Tu mais eu vamo ter uma conversa.

Geraldo puxa Josias do cavalo. Os dois se encaram.

GERALDO: Tu tá merecendo uma lição.

Josias tenta se fazer de forte e fica em posição de luta. Ele vai em direção do garoto, que desvia. Josias cai no chão. Geraldo pega Josias e o joga na lama.

GERALDO: Agora viu o pobretão.

Geraldo se afasta de Josias. Ele fica olhando para a janela do quarto de Aurora.

CENA 07: CASARÃO DE RAMIRO/ESCRITÓRIO/INT./DIA

Ramiro fecha a porta do escritório, impedindo a fuga de Regina.

RAMIRO: O que é que tu tá fazendo aqui, Regina?

GALVÃO: Ela tava escutando nossa conversa, seu coronel.

REGINA: Vocês dois são bandidos! Eu vou na delegacia e é agora.

Regina se levanta e tenta abrir a porta, mas Galvão lhe detém, segurando o braço dela.

GALVÃO: Olha aqui, menina. Tu tá intrometida por demais. Me desafiando na frente do povo, escutando conversa… Se eu fosse tu ficava na tua.

REGINA: O senhor tá me ameaçando, seu prefeito? Tu num vai ganhar essa eleição e num vai mais poder roubar do povo. O sol vai nascer quadrado pro senhor e pro coronel Ramiro.

RAMIRO: Olha, eu acho que os teus pais iam ficar bem tristes se alguma coisa acontecesse com o teu irmãozinho, sabe…

GALVÃO: Então a atrevida tem um irmãozinho?! Interessante…

REGINA: Nenhum de vocês dois vai tocar um dedo no meu filho. Nem ousem pensar nisso!

GALVÃO: Isso vai depender de ti. Vai-te embora e fica quietinha, tá?

Galvão solta o braço de Regina, que encara o coronel e o prefeito com ódio no olhar.

RAMIRO: Se tu ficar comigo, tua família vai tar segura.

REGINA: É nunca que eu vou ser mulher de um bandido como tu.

RAMIRO: Então tu se cuide!

Regina abre a porta e sai correndo. Galvão e Ramiro nada fazem para detê-la.

CENA 08: CASARÃO DE RAMIRO/SALA DE ESTAR/INT./DIA

Regina caminha apressada pela sala, mas estaciona ao ver Sandra caída no chão.

REGINA: Meu Deus! O que aconteceu contigo?

Regina pensa em ajudar Sandra, mas resolve ir embora. Galvão e Ramiro entram na sala e veem Sandra: imediatamente, eles se aproximam da governanta e a socorrem.

RAMIRO: Prefeito, acode Sandra que eu tenho assuntos a resolver com aquela garota.

E Ramiro sai, deixando Galvão e Sandra a sós em cena. Galvão tenta reanimar Sandra.

CENA 09: VILAREJO/RUAS/EXT./DIA

Francisca caminha pelas ruas do vilarejo sem rumo aparente. Sua raiva é percebida pela truculência com a qual ela manuseia as malas.

FRANCISCA: Como aquele maldito teve a coragem de me expulsar de casa? Bom, pelo menos eu saí daquela espelunca. Só que agora eu vou ter que ficar na rua, já que nessa porcaria de lugar num deve ter nenhum rapaz lindo e rico à minha altura…

Francisca continua andando. Algumas pessoas a olham e cochicham.

FRANCISCA (gritando): O que foi? Seus pobretões idiotas! Esperem só pra vocês verem, quem ri por último ri melhor!

Francisca continua andando e para em frente ao bar de Toco.

FRANCISCA: Pelo menos o velho tem uma conta no bar e dá pra comer alguma coisa.

E ela entra no bar.

CENA 10: BAR DE TOCO/INT./DIA

Francisca caminha pelo bar de Toco. Ela se irrita com os olhares que os clientes lhe dirigem.

FRANCISCA: Nunca viram uma mulher bonita não? Também, ninguém ia querer velhos acabados como vocês. Todos tavam lá na praça fofocando. Suas maricas.

Francisca senta-se em uma mesa e Toco vai atendê-la.

TOCO: O que é que tu vai querer?

FRANCISCA: Teu bar já foi mais bem frequentado.

TOCO: Vai falar o que quer ou posso voltar pro balcão?

FRANCISCA: O que tem hoje?

TOCO: Mandioca frita, mandioca cozida, farinha e carne seca.

FRANCISCA: Traz qualquer coisa. Eu tô é com fome.

Toco traz um prato para Francisca, que olha para comida com uma cara feia, mas come.

Instantes depois, Francisca se levanta e deixa o prato sobre o balcão e se prepara para sair, quando Toco a chama.

TOCO: Tu comeu, encheu o bucho… Mas cadê o dinheiro? São quinze cruzeiros.

FRANCISCA: Coloca conta do meu pai.

TOCO: Ele tá devendo aqui e num vendo mais pro José.

Um homem se aproxima.

HOMEM: Eu pago a conta da moça.

Francisca está de costas para o homem.

FRANCISCA (pensando): Será que é um homem rico? Deve ser a vida me recompensando por tudo o que eu passei.

Ela se vira sorridente, mas seu sorriso é desfeito ao ver a face do homem.

CENA 11: FAZENDA DE RAMIRO/PLANTAÇÃO/INT./DIA

Ramiro vai atrás de Regina e a segura pelo braço.

REGINA: Tu me larga, seu cretino.

RAMIRO: Tu é doida de afrontar o prefeito. Ele é mais influente do que eu. Ele comanda tudo, até a polícia. Se quiser, eu posso fugir mais tu pra longe daqui e depois a gente se casa.

REGINA: E nunca ia fugir mais tu e muito menos casar. Bandidos como tu e o prefeito deviam era mofar na cadeia!

RAMIRO: Toma cuidado com o que tu diz, Regina! Mas dessa vez eu vou relevar já que tu tá nervosa. Tu tá perdoada, tá? Agora vamo fugir comigo…

REGINA: Eu num vou pra lugar nenhum contigo!

Ramiro pega um arma.

RAMIRO: Vai sim. Vai porque eu quero. Regina, eu prometo que eu vou te fazer muito feliz.

Regina tenta correr, mas Ramiro dispara com a arma. O tiro acerta de raspão o pé de Regina, que cai.

RAMIRO: Num precisava disso, mas foi tu quem pediu.

Ramiro carrega Regina em seus braços na direção oposta.

CENA 12: CARRO DE RAMIRO/INT./DIA

Ramiro senta Regina no banco de trás do carro e põe o cinto nela. Assim que ele fecha a porta e se prepara para entrar no carro, Regina desafivela o cinto, abre a porta e tenta fugir, mas Ramiro consegue alcançá-la e impedir a sua fuga.

RAMIRO: Chega! Eu que mando aqui. Tu vai mais eu sim!

Ramiro coloca Regina novamente no carro. Dessa vez, ela não oferece resistência. Ramiro entra no carro, dá partida e o veículo parte.

CENA 13: CASA DE GILSON/ SALA DE ESTAR/INT./DIA

Arivalda está andando de um lado para o outro, impaciente.

ARIVALDA: Será que ele num vem? Oxe, meu homem tá demorando por demais.

Arivalda se senta no sofá. Próximo ao móvel há algumas malas.

ARIVALDA: Odeio esperar…

Um copo cai no chão da cozinha  e se quebra. Arivalda leva um susto e vai até lá.

ARIVALDA: Oxe! Mas nem ventando tá…

Ela volta para a sala. A porta do quarto se fecha, deixando Arivalda apavorada.

VOZ: ARIVALDA!

Arivalda fica apavorada e faz o sinal da ruz.

ARIVALDA: Jesus Cristinho!

VOZ: Tu me matou e vai pagar!

Vário copos caem e se quebram. Uma cadeira cai no chão. Uma grande ventania atinge a casa. Arivalda se deita no sofá e esconde o rosto nas almofadas.

CENA 14: CARRO DE RAMIRO/INT./DIA

O carro de Ramiro passa pela estrada do vilarejo. No interior do veículo, Ramiro dirige com uma mão e deixa Regina sob a mira de uma arma com a outra.

RAMIRO: Tu e eu vamo ser muito feliz, tá meu amor?

Regina aproveita-se que Ramiro não está olhando para ela e, numa rápida sequência, ela abre a porta do carro e se joga do veículo. Imediatamente, Ramiro freia o carro e desliga o motor. Ele tenta procurar Regina com o olhar, mas falha, pois ela está escondida no mato.

RAMIRO: Eu vou te achar, Regina…

Ramiro abre a porta do carro e anda pelo mato, procurando por Regina. A busca é interrompida por um ruído vindo de longe: é apenas um bicho. Ramiro desiste de procurar por Regina e volta para o carro.

RAMIRO: Tudo bem. Agora tome cuidado. Tu família também tá minha mira.

Ramiro volta a ligar o motor do veículo e parte.

CENA 15: VILAREJO/EXT./NOITE

São mostradas imagens do Vilarejo Serra Branca. Anoitece.

Trilha Sonora: Saga (Felipe Catto)

CENA 16: CASA DE JOSÉ/SALA DE ESTAR/INT./DIA

Maria e Geraldo entram em cena. Eles estavam bem vestidos. José está sentado no sofá, desanimado.

MARIA: Levante, homem. Vem com a gente

JOSÉ: Vou ficar aqui quieto.

GERALDO: Chega de fica borocoxô, painho. A Chica num merece que tu fique assim por causa ela.

Geraldo estende a mão para José e o ajuda a levantar. Os dois vão para o quarto. Regina entra em casa, mancando e tentando esconder as escoriações no braço esquerdo.

MARIA: Regina? O que aconteceu com o teu braço?

Regina verifica se José não está vindo e volta a conversar comigo.

REGINA: Foi o coronel Ramiro, mãe. Ele…

José e Geraldo voltam para a sala e interrompem a conversa.

GERALDO: Vamo, mãinha.

MARIA: Já vou. Vem com a gente, filha.

REGINA: Vou ficar aqui. Cuidado tá.

Os três se despedem de Regina e saem.

CENA 17: CASA DE JOSÉ/FACHADA/EXT./DIA

Maria, Geraldo e José saem de casa. De longe, Ramiro observa tudo. Ao perceber que eles se distanciaram, o coronel se aproxima da casa com um galão na mão. Ramiro tira a tampa e começa a derramar álcool nos arredores da casa.

RAMIRO: Agora vocês todos vão pagar pela tua rejeição, Regina.

Continua…

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24 thoughts on “A Flor do Sertão – Capítulo 11

  1. Gente agora os pais da Regina morre e ela vai em busca de vingança!

    Eu adoro resolver quebra cabeças,Sou uma genia mesmo

    Parabéns Ari (O Pirocão Do Sertão) é realmente um luxo!

    Curtir

  2. Ramiro bem que tentou, mas não foi dessa vez que ele conseguiu a Regina. A tentativa de fuga foi frustrada porque a Regina foi inteligente

    Regina vai pagar caro pela rejeição ao Ramiro. Aparentemente, vai pagar pondo a mão e o resto do corpo inteiro no fogo.

    É aqui a Expulsão Tour? Primeiro a Laís é levada embora de Aroazes pela Arivalda (que, por sinal, já está sendo atormentada pelo fantasma do Gilson, pelo que parece… ah, e quem será o amante dela?), agora é a Aurora que está sendo levada embora pelo Padre João a mando de Sandra.

    Parece que a Francisca entrou numa canoa furada, não é mesmo?

    #MomentoDivulgaçã1: https://audienciadatvmix.wordpress.com/2016/08/09/mundos-opostos-capitulo-07/

    Curtido por 1 pessoa

  3. Capítulo 10
    Regina escapou do estupro do nojento do Ramiro, AMÉM! ❤ Socorro com a Francisca pelada na cama do Bento e ele saindo do banho, também sem roupa, e ambos se beijando. Ramiro sofreu um acidente de carro, bem feito, seu FDP! 😡 Enterrado com o flagra da Regina em Bento e Francisca no ato, gente do céu, EU TÔ ME TREMENDO! Adorei a surra, ainda mais quando Regina levou Francisca pra rua, gritei aqui. Horrorizado com a Laís sendo vendida, um tráfico de crianças, não esperava por isso na trama. Bento é espancado por ordens de Ramiro.

    Capítulo 11
    Os pais de Francisca a expulsam de casa, TOMA CACHORRA! Chocado com a agressividade de Sandra com Aurora. Regina descobre esquema de fraude política entre Galvão e Ramiro, ela ameaça contar pra polícia, mas é ameaçada pelos dois bandidos. Morto com a Francisca fazendo escândalo no vilarejo! Perplexo que o Ramiro deu um tiro na Regina, GENTEEEEEEEEE! 😮 Ariovalda sofre com vozes estranhas, provavelmente o espírito do marido que ela matou, morri. Regina consegue fugir, rainha demais, porém o maldito do coronel vai até sua casa para provocar um incêndio.

    Parabéns Ari, sua web continua ótima! ❤

    Curtido por 1 pessoa

  4. Ari, amigo, eu li o capítulo ontem, mas nn tive tempo de comentar. Me desculpe por isso e juro pra ti que comento dignamente no próximo. Parabéns! 😉

    Curtido por 1 pessoa

  5. Mesmo sendo expulsa de casa Chica sai por cima, morro com orgulho dela. Caiu a máscara da Falsandra, mas ela teve o que mereceu caiu na escada da Nazaré, risos. Regina enfrenta Galvão e Ramiro, eu gosto assim. Quem será esse homem que pagou as coisas para Chica? 😮 Arivalda vendo fantasmas ou está ficando louca mesmo? Kkk em chock com o gancho, espero que ninguém morra nesse incêndio, Mesmo achando que terá vítimas. Nojo desse Ramiro.
    Parabéns. ❤

    Curtido por 1 pessoa

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