ENQUETE: como você julga a atitude de Paola em “O Preço da Vida”?

Paola_adultaNo capítulo de ontem da web-novela “O Preço da Vida”, Paola (Débora Falabella) descobriu que foi Gabriel (Miguel Roncato) quem publicou o filme pornográfico de Tiago (Murilo Benício) na internet, a fim de expor sua família e atingir Abner (Ghilherme Lobo). Imediatamente, Paola foi até a família e fez a revelação, pedindo que seu filho seja punido mesmo o amando.

O que você acha dessa atitude? No lugar de Paola, você também entregaria um filho para a polícia? Participe da enquete, o resultado será exibido no final do antepenúltimo capítulo, nesta quarta-feira, às 22h.

6 thoughts on “ENQUETE: como você julga a atitude de Paola em “O Preço da Vida”?

  1. Paola fez o certo, disso não há dúvidas. A verdade e a justiça têm de vir em primeiro lugar sempre.

    Porém, no lugar dela, não sei se eu faria o mesmo… Pode até soar imoral, mas é o instinto paterno/materno… não sei se eu teria coragem de entregar o meu próprio filho, por mais que fosse o correto a fazer.

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  2. #MomentoMachismo: Eu, como homem, convocaria os meus instintos paternos comumente conhecidos como sendo aqueles que punem severamente quando necessário. Não teria nenhum remorso em denunciar o Gabriel pelo que ele fez, e não veria sentido em ter.

    O caso da Paola é meio diferente do meu. Como mulher e mãe solteira, ela teria que convocar tanto instintos maternos quanto paternos e conciliá-los na hora de entregar o filho à polícia pelos crimes que cometeu. É mais fácil para ela convocar os instintos maternos, que são naturais de uma mulher… agora, os instintos paternos ela tem que tirar do éter. E como os instintos maternos são comumente conhecidos como sendo aqueles que protegem o filho mesmo quando ele está errado só para evitar o desprazer de ver o filho sofrendo, então pode ser que ela realmente se veja diante de um impasse.

    Não acredito que ela tenha coragem de denunciar o Gabriel. Se ela realmente o tivesse, ela não pediria ajuda à Célia e à família da amiga para isso. Ela teria o feito imediatamente e, só depois, ter comunicado à família. De qualquer modo, Paola não vai entregar o Gabriel à polícia, mas ele será denunciado a pedido dela.

    Agora, no meu caso, eu o denunciaria de olhos vendados. Não é porque é meu filho que eu tenho que passar a mão na cabeça dele a todo momento, protegendo-o até da justiça. Uma hora a redoma de vidro na qual eu o puser vai se quebrar, e a queda que ele vai levar vai ser muito feia, senão mortal. O momento de mimo são nos primeiros meses de vida, quando o filho é completamente frágil, dependente e indefeso.

    Claro, é muito fácil falar que eu falar que eu faria assim ou assado em determinada situação (olha a Talita baixando em mim, minha gente!), não posso garantir que eu realmente faça isso no momento em que eu for posto à prova, mas nesse momento é assim que a minha razão opera.

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  3. Imparcial, eu não sei como eu agiria…
    Mentira, na verdade eu não sei o que eu faria, tentaria ser o mais justo possível, mas aqui estamos analisando a atitude de Paola, se o que ela fez foi justo ou não, e obviamente que sim, ela passou por cima de qualquer coisa em nome do que é certo, então tragam um óscar para essa mulher, que depois do sucesso como Nina e Verbana vem brilhar mais uma vez.

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