Alvos da Sociedade – Capítulo 03

Divulgação

A Escuridão vive dentro de cada um.

 

CENA 1 (Noite)

Não se pode ser positivo ao falar claramente de sexo entre dois homens, não poderia existir aberração maior ao descrever o órgão genital de um penetrando freneticamente o ânus de outro, ânsia de vômito foi o que todos, e principalmente Geórdio, sentiu ao ver a cena de seu filho penetrando Adryan.

Geórdio terminou a gravação, ou pelo menos até onde conseguiu gravar, e virou as costas. Os passos pesados de quem recebia a sentença de morte, o caminhar triste de um pai decepcionado por ter um filho errado, um filho enganado pelo pecado, passos que o guiaram de volta ao apartamento, onde Titânia o recebe um pouco aflita.

Titânia: O que houve?

Geórdio: Nada demais. – Ele suspirou.

 

CENA 2 (Noite)

Ainda na garagem. Cansados. Indigentes, como ainda poder descrever tais absurdos?

Eles se amaram tanto, estavam um olhando para o outro, Aslan ainda acariciava o rosto de Adryan.

Adryan: Isso não deveria ter acontecido.

Mas aconteceu, o fato desagradável que acontece todos os dias em vários lugares. Ocasiões desaprovadas por Deus e pelos princípios humanos da sociedade. Repúdio, restos de seres mal feitos. Como ainda podiam sorrir satisfeitos? Estavam ainda com algumas partes do corpo grudando com o líquido expelido por ambos, estavam como animais irracionais movidos pelo sexo.

Aslan: Eu sei que você gostou.

Ele sorriu de volta.

Os dois se beijaram novamente.

Adryan: Mesmo assim. – Ele se afasta rapidamente. – Eu não deveria ter feito isso.

Aslan segura o braço de Adryan em seguida o puxa para perto de si.

Aslan: O que está feito está feito.

Adryan se afasta.

Adryan: Isso não vai mais se repetir.

Dito suas últimas palavras daquela noite, Adryan solta-se de Aslan e sai correndo. Os passos de Adryan eram como uma fuga e ao mesmo tempo era como se estivesse deixando algo precioso para trás, e Adryan não queria abandonar Aslan.

Já em seu carro, Adryan colocou as mãos na cabeça.

Adryan: Meu Deus!

Ele começou a chorar, aos poucos surgiram lágrimas tímidas que deram lugar a um imenso riacho de indecisões.

Adryan: O que está acontecendo na minha vida?

Ele ainda se recusava a acreditar que tudo isso tivesse acontecido. E ainda não conseguia admitir a si mesmo que havia se entregado tão facilmente logo na primeira noite. Mas era como se algo gritasse dentro de Adryan, algo que implorava por liberdade, talvez seu coração estivesse carente de amor e caiu nos primeiros braços que lhe ofereceram um abraço. E agora as lágrimas significavam a fraqueza e o desapontamento consigo mesmo. Talvez Adryan não fosse tão perfeito quanto pensava que era.

O motor ligou. O carro partiu para longe.

 

CENA 3 (Madrugada)

Deixando de lado os bastardos da sociedade. Os olhares agora voltavam-se para Luciana. Uma mulher aparentemente alegre, havia decidido tomar um rumo para sua vida assim que deixou seu marido, Geórdio, para viver com outro homem, porém não foi feliz.

Luciana acabara sozinha também, mas ela não permitiu-se deixar Geórdio descobrir que ela estava solteira também.

Luciana e Geórdio tiveram dois filhos, Aslan e Janele, sendo que Aslan preferiu ficar morando com seu pai, e Janele com sua mãe.

Janele saia com Adryan, e a ele nunca contou ter um irmão, tanto que apresentou Aslan como sendo um amigo, e era assim que se consideram.

Luciana sabia muito bem como era sua filha, e aquilo a preocupava bastante.

A porta se abriu e Janele entrou.

Luciana: Chegou da festa agora?

Janele: Não precisa me esperar acordada.

Luciana: Sabe que eu me preocupo com você.

Janele sorria.

Janele: Mãe, eu não sou mais criança.

Luciana: Mas se comporta como se fosse. – Ela se levanta e caminha em direção ao seu quarto enquanto lança um olhar triste para a filha. – Desistiu da faculdade para viver de vadiagem.

Janele calou-se.

A noite inteira calou-se.

 

CENA 4 (Manhã)

Duke estava tomando seu café da manhã quando alguém bate na porta, ele rapidamente corre abrir e se depara com Laize.

Ele abre um sorriso ao vê-la.

Duke: Você aqui. – Ele a abraça instintivamente, era como se fossem amigos de longa data. – Entre, o café está servido.

Laize: Obrigada.

Ela disse ajeitando o cabelo e entrando logo em seguida.

Os dois sentam-se à mesa e já estão se servindo como algo natural, eis que Laize começa a falar.

Laize: Eu nem sei como agradecer pelo o que você fez por mim.

Duke: Não precisa agradecer.

Laize parecia preocupada e seus olhos estavam olhavam apenas para o vazio daquele cômodo.

Duke: Aconteceu alguma coisa?

Laize: Eu queria te pedir um favor.

Duke: Se estiver ao meu alcance.

Laize: Eu e um amigo fomos a uma balada alguns dias atrás, só que ele sumiu, ele não atende minhas ligações e nem nada, eu preciso ir vê-lo para saber o que aconteceu.

Duke: E qual é o favor que eu teria que fazer?

Laize: Você vem comigo?

Duke sorri meio sem jeito.

Duke: Vou sim.

Parecia que os dois não tinham amigos e buscavam um ao outro o amparo para suportar o peso daquela vida.

 

CENA 5 (Manhã)

Patifa olhava para o celular a todo momento, até que finalmente Perez chega.

Patifa: Você está atrasado.

Perez: Apenas quinze minutos.

Patifa: Quinze minutos é o suficiente para uma pessoa morrer.

Perez: Não precisa falar assim, eu não irei me atrasar. – Ele sorri. – E então, onde vamos?

Patifa: Vamos interrogar uma das suspeitas apontadas no dossiê que você me entregou.

Perez: E eu vou junto?

Patifa: Claro, para todos os efeitos você também é um detetive, certo?

Ele concorda com um gesto afirmativo com a cabeça.

Patifa: Agora vamos.

 

CENA 6 (Manhã)

Titânia chega em seu escritório, Alice, sua secretária lhe passa alguns documentos e fala sobre os agendamentos para aquele dia.

Alice: Já são quase dez horas doutora Titânia, você tem uma consulta marcada para daqui 5 minutos pensei que não chegaria a tempo.

Titânia volta-se revoltada para ela.

Titânia: O que foi garota? Tá controlando meus horários agora, é?

Alice: Desculpe, eu não queria…

Titânia: Você é paga para controlar minha agenda, e não me controlar, faça o possível para não haver atrasos nas consultas de hoje, entendido?

Alice: Sim senhora.

Titânia: Senhora sua mãe, me chame de doutora sua lesa.

Alice: Desculpe.

Alice deixa a sala de Titânia e volta para a recepção.

Alice: Que cadela. – Ela resmunga enquanto solta os documentos sobre sua mesa com raiva. – Você aí. – Ela grita com um rapaz sentado em um sofá logo a frente a seu balcão.

Homem: Eu!?

Alice: Sim, é a sua vez, a doutora está te esperando.

Ele entra na sala enquanto que Alice suspira e abre uma revista para ler.

 

CENA 7 (Manhã)

Algumas horas depois. Adime chegando em sua casa quando se deparou com Duke e Laize diante da porta da casa de seu vizinho, Lucas.

Adime: Quem são vocês?

Laize: Bom dia, nós somos amigos do Lucas, acontece que faz quatro dias que eu não consigo falar com ele…

Adime fica em um profundo silêncio, em seguida volta a falar num tom de voz baixa e cautelosa.

Adime: Ele faleceu…

Laize: O que?

Adime: Isso foi há alguns dias, ele foi esfaqueado, acho que por uma gangue, a polícia não deu mais informações…

Laize: Mas como ninguém me avisou!?

Adime: Bom, como nenhum familiar compareceu, depois da autópsia ele foi enterrado como indigente.

Laize: Meu Deus! – Laize começa a chorar.

Duke: Laize, eu sinto muito.

Duke abraça Laize que se desespera.

Laize: Mas e a mãe e o pai dele?

Adime: Ninguém apareceu, certamente que não aprovavam a maneira depravada que aquele menino levava a vida.

Laize: Sua preconceituosa!

Adime: Eu? Eu não sou preconceituosa, eu só acho que a maneira como ele levava a vida era errado, ele se vestia como mulher, ficava com outros homens, isso é errado, não é de se surpreender que tenha morrido dessa maneira.

Laize: Sua homofóbica desgraçada!

Duke: Calma Laize, por favor.

Adime: Francamente, a gente não pode nem falar mais o que pensa que já é recebida por agressões.

Adime vira as costas e deixa Laize e Duke.

Laize não se permitiu gritar com Adime, Laize simplesmente caiu no chão e começou a chorar enquanto Duke a consolava sem conseguir dizer mais uma palavra.

Duke: Vamos pra casa…

Duke conduz Laize de volta para sua casa enquanto ela chorava a dor da perda de seu amigo.

 

CENA 8 (Manhã)

Adryan chegou ao trabalho, e foi recebido por um breve sorriso de Evelin e a chegada de Nestor.

Nestor: Vim parabeniza-lo Adryan, o trabalho que me enviou por email foi um dos melhores que eu já vi até hoje.

Adryan sorri contente, apesar de estar meio sem graça devido ao que havia acontecido na noite passada, era como se não conseguisse se concentrar nas coisas que aconteciam ao seu redor.

Adryan: Muito obrigado.

Em breve seria a formatura de Adryan, nem ele esperava para o que estava para acontecer.

Geórdio se aproximou. E foi frio como nunca em sua vida.

Geórdio: Parabéns.

Ele aperta a mão de Adryan.

Adryan: Obrigado.

Geórdio: Vamos ver por quanto tempo vai durar esse sorriso.

Adryan estranha, mas não diz nada a respeito.

Eles seguem trabalhando normalmente, porém Adryan sentia que Geórdio estava agindo diferente, mas não conseguia entender o que poderia estar acontecendo.

 

CENA 9 (Manhã)

Alguém batia na porta e Adime se apressa em abrir.

Adime: Quem são vocês? – Pergunta assim que abre a porta.

Ela perguntou para Patifa e Perez que estavam do outro lado.

Patifa: Somos detetives e estamos aqui para solucionar a morte de Lucas.

Perez a encara.

Perez: Ele era seu vizinho, não era?

Adime fica sem reação, sua expressão era de completo horror, seu coração disparou e suas pernas falharam, sua voz calou.

Perez e Patifa ainda encaravam Adime.

Adime: Eu não sei nada sobre isso.

Perez: Não estava sabendo da morte de Lucas?

Adime: Eu fiquei sabendo sim, mas pensei que já tinha sido resolvido.

Patifa: Mas ainda não foram presos os culpados, isso se for mais de um culpado.

Adime: Estão desconfiando de mim?

Perez: Não é nada pessoal, mas você é suspeita sim.

Adime quase se engasga, suas pernas ainda estavam trêmulas e era possível ver o nervosismo em seu olhar.

Adime: E posso saber o motivo pelo qual sou suspeita?

Perez: Foram encontradas mensagens no celular de Lucas.

Adime: E o que eu tenho a ver com isso?

Patifa: Podemos entrar para conversar melhor?

Adime fica nervosa, mas não permite que Patifa e Perez entrem.

Adime: Vocês tem um mandato?

Patifa: Se você prefere assim, tudo bem. – Ela vira as costas. – Vamos Perez, logo voltaremos.

Adime fecha a porta e suspira aliviada.

 

CENA 10 (Passagem de tempo)

Alguns dias se passaram, foi o suficiente para Geórdio alimentar seu plano de vingança.

Adryan encontrou-se algumas vezes com Aslan, mas não voltaram a ser tão ousados como da primeira vez, não foi por falta de tentativa da parte de Aslan.

Laize e Duke estreitam a amizade.

Patifa e Perez finalmente conseguem o mandato para revistarem a casa de Adime.

 

CENA 11 (Tarde)

Titânia: Fico muito excitada em vê-lo em minha sala nessa hora da tarde.

Disse ela abrindo um sorriso ao ver Geórdio.

Geórdio: Eu preciso de um medicamento. – Ele entrega um pequeno pedaço de papel para Titânia. – E se possível, agora.

Titânia: Então você vai mesmo colocar seu plano em prática?

Geórdio: Adryan não pode sair impune disso tudo.

Titânia: Pobre garoto.

Geórdio: Ainda se fosse um garoto, é uma mocinha aquele indigente, mas vou ensina-lo que comigo ninguém se mete.

Titânia se levanta indo até sua prateleira e entregando algumas capsulas e algumas seringas com ampolas e um líquido dentro.

Titânia: Está tudo aqui, meu querido.

Eles se beijam.

Geórdio: Muito obrigado.

Ele se levanta.

Geórdio: Agora preciso ir, daqui a pouco começa a formatura do Adryan, quero dar a ele o melhor presente, que ele jamais vai esquecer.

 

CENA 12 (Anoitecer)

Cassie arrumava a gravata do seu filho.

Cassie: Está lindo. – Ela beija a testa de Adryan. – Eu estou muito emocionada e orgulhosa de você.

Adryan fica um pouco abatido, afinal ele não queria que sua mãe tivesse orgulho dele, ele era sujo e não merecia que ninguém sentisse orgulho ao ficar ao lado dele, ou ficar feliz por ele, o fato era que Adryan, por ser homossexual, não merecia nenhuma de suas conquistas, nem mesmo o amor de sua mãe.

Adryan: Obrigado mãe.

A campainha toca e Marcele, a empregada de Cassie corre atender.

Marcele: Janele, pode entrar.

Janele: Obrigada Marcele. – Ela abraça Marcele, era costume de Janele, tentava ao máximo agradar as pessoas a seu redor.

Janele vai até Cassie e Adryan que estavam na sala e os cumprimenta e os abraça.

Janele: Aonde está o formando mais sexy do país?

Adryan sorri.

Adryan: Acho que você está procurando no lugar errado.

Janele: Deixa de ser bobo.

Cassie olha no relógio e suspira.

Cassie: Bom, já está na hora, vamos?

Eles se retiram rapidamente deixando Marcele que fica sorrindo e torcendo para que dê tudo certo para Adryan.

 

CENA 13 (Noite)

Estavam várias pessoas reunidas num salão teatral, onde um palco estava montado especialmente para a formatura dos médico legistas.

Adryan já estava com sua roupa de formando, estava muito feliz e chorou alguns instantes antes de subir pegar seu diploma.

Na plateia, sua mãe e sua melhor amiga assistiam emocionadas, enquanto que do outro lado Geórdio assistia a tudo com raiva.

Adryan era jovem e tinha um futuro brilhante pela frente, pelo menos foi isso que ele pensou e era isso que ele queria para sua vida. No entanto ele não merecia aquele diploma, e Geórdio fora colocado em seu caminho para revelar a aberração que Adryan era.

Depois da formatura Adryan tirou várias fotos com sua mãe e também com Janele.

Geórdio se aproxima de Adryan.

Geórdio: Vamos tirar uma foto juntos também, quero colocar num quadro bem grande… Ou quem sabe apareceremos no jornal.

Adryan solta um sorriso amarelo.

Adryan: Por mim tudo bem.

Enquanto eles tiravam as fotos, Janele e Cassie comentavam do outro lado.

Cassie: Seu pai está muito estranho ultimamente.

Janele: Eu também percebi isso. – Ela suspira.

E finalmente depois de algumas horas a formatura e as fotos estavam dadas por encerradas e cada um voltava para sua casa.

Mas aquele não era o fim para Adryan, ainda não.

 

CENA 14 (Madrugada)

Permita-se dar um salto no tempo em que o futuro reserva a maldição dos sonhos e pesadelos mais perturbadores da humanidade. O que se esconde na escuridão?

Os olhos de um homem sem escrúpulos algum, ele faz um telefonema.

Geórdio (cel.): Alô, Adryan?

Adryan atende do outro lado sem entender ao certo o que estava acontecendo.

Geórdio (cel.): Preciso de você para um caso urgente, estou lhe esperando.

Não levou meia hora e Adryan estava no IML a pedido de Geórdio. Adryan era uma pessoa comprometida e também não se atrasava, era relativamente uma pessoa cheia de pontos positivos, mas naquela noite ele experimentaria algo que poderia mudar sua vida para sempre.

Geórdio: Rápido.

Geórdio o conduziu até a mesa onde analisavam os corpos e certificou-se de trancar a porta, no centro havia um corpo coberto por um lençol branco, e na mesa ao lado onde Geórdio fazia as análises estava seu computador ligado.

Adryan: Que brincadeira é essa?

Adryan ainda acreditava que poderia ser uma festa surpresa que seus colegas de trabalho poderiam ter feito para ele para comemorarem sua formatura.

Geórdio: Isso aqui não é brincadeira, imbecil. – Ele falava sério.

Adryan: O que está acontecendo?

Geórdio: Quero te mostrar uma coisinha.

Geórdio coloca reproduzir um vídeo onde Adryan aparece fazendo sexo com Aslan na garagem de um condomínio.

Adryan: O que…

Adryan fica sem reação, ele não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo, seu coração estava acelerado e era como se o seu mundo tivesse acabado naquele exato momento. No rosto de Geórdio era possível ver a satisfação em causar tanto pavor nos olhos de Adryan.

Geórdio: É isso que você faz nas horas vagas?

Adryan não consegue responder, ele apenas encarava Geórdio, sentia medo e vergonha ao mesmo tempo.

Geórdio: E eu que pensei que você fosse um bom médico, uma pessoa aplicada, você não passa de lixo.

Adryan aguentou as agressões verbais em silêncio.

Geórdio: Você é um lixo.

Geórdio o derruba com um soco no rosto. Adryan sente o lábio sangrar, e sem conseguir se defender algumas lágrimas involuntárias caem de seus olhos.

Geórdio: O putinho não vai falar nada não?

Ele chuta Adryan.

Geórdio: Você não é tão perfeitinho agora né? Seu lixo! Aberração! – Parte das agressões devia-se ao ódio que Geórdio estava sentindo ao ver seu filho com aquele homem. – Eu vou acabar com sua vida, seu desgraçado! Quando todo mundo ver isso desista de ser médico!

Adryan: Não… Por favor…

Adryan simplesmente entregou-se para o extremo desespero.

E chorou.

 

CONTINUA…

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55 thoughts on “Alvos da Sociedade – Capítulo 03

  1. Mortissima com esse fim o que sera que o Geórdio vai fazer pro Adryan?
    Sera que ele tambem vai castigar o Aslan?
    Espero que estas perguntas sejam respondidas nos próximos caps!
    Amei o capítulo Hivan,Parabèns

    Curtido por 2 pessoas

    • Em breve saberemos o que Geórdio preparou para Adryan, e quanto a Aslan, bom, talvez demore um pouco, quem sabe?
      As perguntas serão respondidas sim 😀
      Muito obrigado, fico muito feliz que esteja gostando 😀

      Curtido por 1 pessoa

  2. Capítulo forte.
    Parabéns Hivam, muito bom o capítulo.
    A historia tá desenvolvendo.
    Geordio foi muito cruel, passou por cima de seu filho pra humilhar Adryan.

    Curtido por 1 pessoa

    • Muito obrigado 😀
      Geórdio é um homem desprezível e ainda se acha um alvo da sociedade (risos), esperamos que alguém dê um jeito nele, mas será que Adryan seria capaz de matá-lo?
      Espero que goste dos próximos capítulos ^^

      Curtido por 1 pessoa

  3. Geórdio, sim, é um lixo humano. E não o Adryan.

    As chamadas diziam que Aslan não se aceitava homossexual… mas, na verdade, quem não aceita é Adryan. Se Aslan não se aceitasse, não ficaria investindo no Adryan…

    Parabéns, ótimo capítulo 😀

    Curtido por 1 pessoa

    • Muito obrigado Esme, digo, Caíque.
      Bom, Geórdio é um personagem muito difícil, é mesmo possível que todos detestem ele, ainda que ele está só começando.
      Já as chamadas referente a Aslan deixam bem claro algo futuro, quem sabe algo interno dele, e que nem a web é capaz de apresentar, mas sim, Aslan é preconceituoso, diferente do Adryan que apenas não consegue se aceitar.
      Muito obrigado 😀

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