A Flor do Sertão – Capítulo 17

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ANTERIORMENTE:

Regina se candidata a uma vaga de emprego na casa de Hermínia. Ela conta sua história para a possível patroa, que nem dá atenção. Ricardo chega em casa e se depara com Regina. Eles ficam admirados um com o outro. Galvão e Juversino discursam para os moradores, visando ganhar a eleição. Ramiro arma um plano de fuga junto com outros presos. Alguns dias se passam. Francisca se casa com Aroldo. Durante a hora de tomar sol na cadeia, dois presos simulam uma briga e Ramiro consegue fugir, mas é abordado por um homem.

CAPÍTULO 17 

CENA 01: CADEIA/PÁTIO/EXT./DIA

É a hora de tomar sol na cadeia. A câmera mostra vários presos espalhados pelo pátio do local. O foco vai para Ramiro, que está acompanhado de alguns detentos. Eles conversam sigilosamente e observam os carcereiros.

RAMIRO: É o seguinte… Tu mais ele vão fingir uma briga lá pra trás. Falam com os outros pra entrarem na onda também. Os guarda vão separar e nóis foge. Depois a gente entra de novo e tira todo mundo.

Dois presos se afastam e vão para o centro do pátio. Eles começam a simular uma briga com o apoio de outros detentos. Os guardas se aproximam rapidamente para separar a suposta briga.  Ramiro e outros presos começam a subir no muro. O coronel é o primeiro a chegar ao topo. Um detento pede sua ajuda, mas o coronel dá um chute nele e o empurra.

RAMIRO: Idiota…

Corte rápido. Ramiro desce do muro e já está do lado de fora da prisão. Ele olha para rua, observando se ninguém está o vendo fugir. Ramiro segue andando e não percebe um homem pulando o muro atrás dele. O coronel é surpreendido por uma voz.

HOMEM: Parado aí!

Homem aponta arma pra ele.

RAMIRO: Ah não! Era só o que faltava. Depois do trabalhão que tive pra fugir. Não me diga que é da polícia? Vai. Me algema logo de uma vez.

HOMEM: Não. Não sou da polícia. O senhor deve ser o Coronel Ramiro.

Ramiro olha para o homem surpreso.

RAMIRO: Sou eu mesmo. Quem é você?

HOMEM: Um antigo amigo seu me mandou aqui pra ajuda-lo. Mas vejo que conseguiu sozinho.

RAMIRO: Amigo? Que amigo?

HOMEM: Vamos! Não temos tempo a perder. Entre no carro.

RAMIRO: Que carro?

Um carro em alta velocidade, dirigido por uma mulher, chega até eles e para.

HOMEM: Vamos! Depressa!

Os dois homens entram no carro e ele parte em alta velocidade. Policiais chegam ao lado de fora e disparam contra o carro que se vai. Viaturas da polícia atrás deles.

CENA 02: TERESINA/EXT./NOITE

Trilha sonora: Chão de Giz – Zé Ramanho.

Anoitece no Piauí.

Imagens dos pontos turísticos de Teresina

Imagens de Ramiro se escondendo da polícia.

Imagens da propaganda eleitoral no vilarejo.

Imagens de Regina trabalhando na casa de Hermínia.

CENA 03: POUSADA/QUARTO/INT./NOITE

Francisca e Aroldo entram no quarto da pousada, vestidos ainda como noivos. Aroldo carrega Francisca nos braços. Eles estão felizes e se beijam.

AROLDO: Bem, como é que se costuma dizer? Enfim… sós!

FRANCISCA: Enfim mesmo. Eu não via a hora que estaríamos juntos e sozinhos em nossa lua de mel.

Aroldo a coloca no chão. Francisca vai até a janela da pousada e percebe que está no segundo andar.

AROLDO: Gostei desse lugar. Embora você tenha escolhido essa pousada e ela seja um pouco isolada de tudo, eu gostei. Já a conhecia?

FRANCISCA (mentindo): Uma prima havia me recomendado. Disse que a cidade é bonita e calma.

AROLDO: Eu achei um pouco isolada de tudo. Não há comércio, nem outros hotéis.

FRANCISCA: Ah, mas assim é melhor porque estando longe de tudo, teremos mais privacidade pra nossas loucuras!

AROLDO (excitado): Loucuras?

FRANCISCA: Você sabe… Ás vezes os gritos podem chamar atenção da vizinhança.

AROLDO: Gritos? Nossa! Você tá me deixando louco de vontade de…

Aroldo tenta agarrá-la, mas ela se desvencilha.

FRANCISCA: Calma amor! Pra quê a pressa? Estamos sozinhos neste fim de mundo e temos a noite toda só pra nós. Eu quero que tudo seja bem devagar. Bem forte e bem marcante.

AROLDO: E o que você tá pensando em fazer comigo, hein? Sua sapequinha?

FRANCISCA: Uma fantasia que tenho. Que sempre sonhei em fazer com você, mas teria que ser só depois de casado.

AROLDO (excitado): Ô minha Chica, meu sangue tá fervendo agora. E que tipo de fantasia você quer?

Francisca abre uma bolsa e tira dois pares de algemas. Aroldo ri.

AROLDO: Já sei. Quer brincar de polícia e ladrão. Quer que eu te prenda não é?

FRANCISCA (sedutora): Não meu amor. Eu é que sou a polícia hoje e você é o bandidinho malvadinho. Agora tira a roupa já.

AROLDO (animado): Só se for agora.

Aroldo fica completamente nu.

AROLDO: Vai minha Chica, amarra esse bandidinho malvado, amarra vai.

Ele se deita na cama. Francisca algema suas mãos na cama e depois os pés.

FRANCISCA: Agora você espera aqui que eu vô lá dentro do banheiro me arrumar pra você.

AROLDO: Tá bom. Tá ótimo. Mas não demora que eu tô em ponto de bala.

FRANCISCA: É. Eu tô vendo.

Francisca vai para o banheiro.

Corta rápido para: BANHEIRO.

Francisca se olha no espelho e seu sorriso se desfaz e um semblante macabro surge em seu lugar. Ela abre sua bolsa e tira uma lingerie vermelha e uma faca.

CENA 04: POUSADA/QUARTO/INT./NOITE

A câmera volta a focar no quarto.

AROLDO: Cadê você amor? Já tá pronta?

A porta do banheiro se abre e Francisca sai vestida com a lingerie vermelha e as mãos nas costas, escondendo algo. Aroldo, algemado na cama, muito excitado a admira.

AROLDO: Nossa! Incrível!

FRANCISCA: Gostou?

AROLDO: Adorei. Agora vem e pula em cima de mim. Vem minha gostosa.

FRANCISCA: Calma. Você reparou na cor da minha lingerie?

AROLDO: Vermelha! A cor do amor. Do sexo. Do desejo.

FRANCISCA: Eu diria também a cor do sangue. E combina perfeitamente com o momento que viveremos esta noite.

AROLDO (rindo): Como assim, amor?

FRANCISCA: Sabe o que eu tenho aqui nas minhas mãos?

AROLDO: Bem, se eu entendo um pouco de sadomasoquismo, só pode ser um chicotinho desses de brinquedo, não é?

FRANCISCA: Bem eu diria que o que tenho não é bem um chicote, mas também machuca e fere.

Francisca revela para Aroldo uma faca muito bem afiada.

AROLDO: Uma faca? Eu nunca tinha ouvido dizer que uma faca fazia parte de alguma fantasia.

FRANCISCA (com um semblante assustador): Da minha sim.

AROLDO (assustado): Que cara é essa, Chica? Cê tá me assustando! Que brincadeira é essa? Que diabo de fantasia é essa?

FRANCISCA: Não é fantasia coisa alguma. Tudo isso. Essa pousada no fim do mundo. Essas algemas. Nada disso foi uma brincadeira. Tudo foi altamente planejado.

AROLDO: Planejado? Porquê? Pra quê?

FRANCISCA: Tu acha mesmo que eu me casaria com você por amor? Olha pra você Aroldo! Mas olha bem pra você e olha pra mim e responda sinceramente se você acha mesmo que foi por amor.

Aroldo fica cada vez mais apavorado.

AROLDO: Desgraçada. Se não foi por amor, então…

FRANCISCA: Isso mesmo. Comunhão de bens. Tudo que é seu, agora é nosso. E com você morto, tudo que é nosso, será só meu.

AROLDO (gritando): Maldita! Não vai ficar com meu dinheiro. Não vai me matar.

FRANCISCA: Não?

Francisca se envolve em um lençol branco e com a faca na mão se deita sobre Aroldo que está algemado e não consegue se mexer.

AROLDO (gritando): Socorro! Alguém me ajuda! Socorro!

Francisca se cobre e cobre Aroldo com o lençol branco. Ela lhe aplica facadas enquanto ele grita de dor. Pelo lençol podemos ver Francisca o golpeando cada vez mais, os gritos de Aroldo cessam, e o lençol branco aos poucos vai ficando vermelho de sangue.

CENA 05: MANSÃO DOS ALMEIDA/COZINHA/INT./NOITE

Ricardo e um amigo de mesma faixa etária entram na cozinha. Regina está lavando louças.

REGINA: Boa noite, seu Ricardo. O senhor aqui na cozinha. Deseja alguma coisa?

Ricardo olha pra Regina com paixão.

RICARDO: Bem… Um copo d’água pro meu amigo.

REGINA: Eu pego pro senhor.

RICARDO: Não. Não precisa. Pode deixar. Eu sirvo.

O telefone toca em outro cômodo.

REGINA: Bem com licença. Preciso atender.

Regina sai de cena. Ricardo e o amigo ficam a olhá-la com interesse.

ÉDSON: Rapaz! Que serviçal é essa, brother?!

RICARDO: O nome dela é Regina. Recém-chegada.

ÉDSON: Com uma empregada dessa eu não saía mais de casa.

RICARDO: Realmente ela é muito bonita.

ÉDSON: Acho que vou passar a te visitar mais agora. Me interessou muito. Você viu o jeito que ela olhou pra mim?

RICARDO: Nada de mais.

ÉDSON: Nada de mais? Cê tá com ciúme!

RICARDO: Ciúme por sua causa? Me garanto cara.

ÉDSON: Duvido. Aposto contigo que em duas ou três visitas eu dou uns pegas nessa aí.

RICARDO: Você pensa que ela é fácil assim? Nem eu conheço ela.

ÉDSON: Relaxa. É só uma empregada. Classe C. Deve de tá doida pra arrumar um filho com alguém da classe A. Se não for com o patrão, pode ser com um amigo do patrão. Além do mais, ela tá aqui pra servir os patrões, não?

RICARDO: Se for assim. Você não tem chances comigo na briga!

ÉDSON: Quer apostar?

RICARDO: Quanto quiser!

ÉDSON: Então tá certo. Você tá em vantagem porque joga em casa. Mas eu consigo assim mesmo. E aposto que eu vou traçar tua empregada aqui, dentro da tua casa.

Ricardo ri. Eles apertam as mãos.

RICARDO: Então tá certo. A sorte está lançada.

CENA 06: TERESINA/RUA/EXT./NOITE

Ao som de Saga – Filipe Catto uma semana se passa, e durante esse tempo, Regina continuou trabalhando e sentindo a falta de sua família. Ramiro chegou a Teresina e com um disfarce procurou incansavelmente por Regina. Francisca fingiu-se de uma triste viúva e aguardou ansiosa pela leitura do testamento.  Antônio foi mandado para uma obra na capital e jogou seu charme para as piauienses.  

CENA 07: FÓRUM/SALA JUDICIAL/INT./DIA

Francisca, vestida de preto, chorando falsamente com um lenço limpando as lágrimas. Juiz e advogados em volta.

JUIZ: Desta forma, com o óbito do senhor Aroldo Machado, a senhora Francisca Alves da Fonseca Machado, como esposa legítima e única herdeira, passa a ser administradora de todos os seus bens. Segundo dados do inventariante feito, uma quantia avaliada em 50 milhões de cruzeiros líquidos em posses e títulos de propriedade. O referido é verídico e dou fé.

Francisca força o choro.

FRANCISCA: (chorando) Aroldinho. Nada disso me consola. Eu só queria você de volta aqui comigo.

Jiuz bate o martelo e se levanta.

JUIZ: Esta sessão está encerrada. Meus sentimentos à senhora.

Juiz sai. Advogado consola Francisca.

ADVOGADO: Força senhora. Força. E não se esqueça de pagar seus impostos.

Francisca segue chorando forçadamente.

CENA 08: TERESINA/RODOVIÁRIA/INT./DIA

Um ônibus estaciona na rodoviária de Teresina. A câmera foca em uma placa do veículo, na qual está escrito “SÃO PAULO”. Os passageiros descem e vão pegar suas bagagens. Um deles ganha o foco da câmera. Ao erguer sua cabeça, o homem olha para a cidade com uma certa decepção.

ANTÔNIO: Eu sai da minha Minas Gerais pra parar nesse fim de mundo…

Antônio caminho caminha pela rodoviária e observa as mulheres.

ANTÔNIO: Aqui pelo menos tem mulher bonita. Dá pra me divertir um pouco.

Antônio coloca um óculos de sol e segue caminhando sua bagagem. Ele vai até a lanchonete. A fila está longa. Antônio desiste de esperar e ao se preparar pra sai da fila, acaba se esbarrando em uma mulher que cai no chão. Ele se aproxima e estende a mão para ajudá-la a levantar.

ANTÔNIO: Perdão, moça. Eu tava saindo da fila e…

A mulher se levanta e a câmera foca em sua face. É Arivalda.

ARIVALDA: Vê se tu olha por onde anda. Oxe! Só vou te desculpar porque é um gatão!

ANTÔNIO: Você também não é de se jogar fora.

ARIVALDA: Tu me respeito!

Arivalda se prepara para ir embora, mas Antônio a segura pelo braço.

ANTÔNIO: A gente pode se divertir juntos… Precisamos só de uma cama.

ARIVALDA: Vamo pra minha casa?

Arivalda e Antônio riem maliciosamente.

CENA 09: ITAUNA-MG/RUA/EXT./DIA

Lucrécia e Valdir, dois jovens de aparência desprezível, com casacos de capuz, sentados em um banco de praça, observam o movimento de lojas do centro da cidade. Pessoas passam. Lucrécia está bastante nervosa.

LUCRÉCIA: Aí cara. Se liga só. Não tô aguentando mais não. Mais de duas horas que a gente não puxa um.

VALDIR: Te falar, gata. Tô sem nada no bolso.

LUCRÉCIA: Pedir não adianta que ninguém vai dar. A gente pede e os imbecis se oferecem pra pagar um lanche. Vontade de mandar pra aquele lugar. Lanche é raio que os parta.

VALDIR: Já sei. Tive uma ideia.

Valdir vê uma senhora e a aborda.

VALDIR: Bom dia madame. Não vai colaborar comigo e com minha amiga ali? Umas moedinhas sobrando?

SENHORA: Colaborar com o quê? Meu dinheiro é sagrado. Não dou pra jovem vagabundo não.

VALDIR: A gente não é vagabundo não, dona. Muito pelo contrário, a gente tá pedindo dinheiro pra chopada.

SENHORA: Chopada? Que chopada?

VALDIR: Chopada. Faz parte do trote. Se liga só, é que eu e minha amiga ali, a gente acabamos de passar pra uma universidade púbrica. Aí nois precisa juntar uma graninha na rua. Sabe como é né dona. A senhora já foi jovem sabe como é essa coisa de calouro em universidade.

SENHORA: A gente acabamos? Nois precisa? Universidade púbrica? Era só o que faltava. Nem falar você sabe e com essa cara de cracudos ainda querem me dizer que passaram pra uma universidade? Saiam da minha frente, bando de vagabundos!

A senhora se vai. Valdir desanimado volta a sentar ao lado de Lucrécia.

LUCRÉCIA: Te falei que pedir não adianta. Eu ia  tentar com o meu velho, mas ele tá sempre viajando…

VALDIR: Então só vai ter um jeito, gata. Tu escolhe a loja e a gente entra em ação.

Lucrécia e Valdir se olham.

CENA 10: TERESINA/RUA/EXT./DIA

Ricardo e seu amigo Édson continuam conversando sobre a Regina. O dono da casa decide despachar o colega para ficar sozinho com Regina.

RICARDO: Agora caí fora que eu vou ganhar essa aposta e é agora!

ÉDSON: Quero só ver…

Ricardo e Édson fingem um teatro. O segundo rapaz vai embora.

RICARDO: É agora!

Ricardo vai até a cozinha e fica admirando Regina.

REGINA: O senhor quer que eu prepare um lanche?

RICARDO: Não. Eu quero outra coisa…

Ricardo se aproxima de Regina e acaricia seu rosto.

RICARDO: Desde que te vi, já me apaixonei… Você é linda!

REGINA: Desculpa. O senhor é o meu patrão.

Ricardo surpreende Regina e lhe tasca um beijo. Nesse momento, Hermínia chega à cozinha.

HERMÍNIA: Mas que palhaçada é essa? Meu filho beijando uma empregadinha?!

Continua…

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19 thoughts on “A Flor do Sertão – Capítulo 17

  1. Parabéns, bem legal a nova fase.
    Ramiro conseguiu fugir, mas quem é esse amigo?
    Francisca conseguiu ficar rica e matou seu marido.
    Regina sendo disputada.
    O patrão pegando a empregadinha. Isso vai dar rolo.
    Parabéns Ari.

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  2. Morto! Francisca entrou em ação mais uma vez e surpreendeu. Nunca imaginei que ela seria capaz de tanto, mas foi. A cena da morte de Aroldo foi bem executada e eu gostei muito. Os diálogos desse momento ousado e medonho foram excelentes e fluíram muito bem com o momento. Enfim a rainha conseguiu o que sempre desejou: Dinheiro. Essa atitude de Ricardo esta me frustrando cada vez mais. No inicio pensei em um lindo amor entre ele e Regina, mas com esse papo de aposta, ele esta me desanimando. Ramiro ainda vai atrás de Regina, amo! Esses dois sim se merecem, mas Bento também merece. Estou indeciso, confesso. Arivalda uma cachorra? Claramente. Morte com ela indo pra cama com o primeiro que viu. Que gancho, senhor, QUE GANHO. 😮 Regina pode esta encurralada!

    E a nova fase esta começando a desenrolar muito bem, Ari. Já chegou chegando. Parabéns, amigo! ❤

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  3. Franscisca reinoooooooou!
    Mato o vélho!
    Essa cena da morte do Aroldo foi inspirada na morte do Saulo em Passione né?
    Arivalda voltooooooooooooooooou!,amooooooooo!
    Ramira fugiu e ainda tem um capanga ajudando ele,risos
    Regina a nadinha sendo disputada…
    Parabéns Ari essa 2 fase esta muito boa!
    Ansiosa pela 3 fase!

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  4. Eu adoro “A Flor do Sertão”! EU ADOOOROOOOO, ADOOOOOOROOOOOO, ADOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOROOOOOOOOOOOOOOOOOOIOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!

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