Walcyr Carrasco revela como nasceu a metáfora do ‘cegonho’ em “Êta Mundo Bom!”

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Êta novela boa! A frase foi repetida à exaustão pelos espectadores nos sete meses em que “Êta Mundo Bom!” ficou no ar. O amor do público pela trama foi tanto que pegou de surpresa até Walcyr Carrasco, autor da história, acostumado a escrever um sucesso atrás do outro na TV. “O público estava ávido por ver coisas boas”, ele analisa em entrevista exclusiva ao Gshow.

Orgulhoso da forma de como sua obra tocou as pessoas, Walcyr diz ser fundamental que ele próprio também se emocione: “É muito importante que a minha emoção esteja no ar. Quando escrevo, se é uma cena triste, começo a chorar no computador. Se é engraçada, começo a rir. Me emociono e torço”.

Mas há um sucesso que surpreendeu ainda mais o autor: o cegonho. A “ave” preferida de Mafalda (Camila Queiroz) e companhia no núcleo rural da novela alçou voo e viralizou entre os fãs de ‘Êta’. “Inicialmente, ia ser só uma cena. Ele (cegonho) foi crescendo e virou, praticamente, um personagem! Quando eu era criança, diziam que a cegonha trazia os bebês. Pensei: vou escrever a explicação na forma de como seria na época. Mas nunca achei que o público fosse entender a metáfora da cegonha, então, inventei o cegonho, o marido da cegonha. Pegou tanto que estou surpreso até agora!”, revela Walcyr.

Fonte: Gshow.

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