Troia (2ª Temporada) – Episódio 07

Troia

AUTOR – Felipe Borges
Episódio 2×07 – O Início do Fim

Troia

CENA 1/ACAMPAMENTO AQUEU/TENDA REAL/INT./NOITE

AQUILES (GRITANDO) — Eu não lhe entregarei Briseida!

AGAMENON — Eu sou o seu superior, deve me obedecer Aquiles!

ODISSEU — Calma rapazes!

AQUILES — Não vou ficar calmo, ela não é apenas uma escrava é minha amiga.

AGAMENON — Eu a quero, quero poder tocar aquele corpo, poder beijar, poder usá-la como usava Criseida.

AQUILES — Eu não a entregarei para sofrer em suas mãos, nunca! Rei Menelau, acabe com isto!

MENELAU — Não vou me envolver numa briga por escravas, tenho coisas mais importantes para pensar, aliás todos temos. Estamos no meio de uma guerra.

Aquiles respira fundo.

AQUILES — Fique com Briseida, não terei força para enfrentá-lo, mas também não terão mais minha força durante as batalhas. Eu não luto mais em seu exército, Menelau!

Menelau se levanta de seu trono, surpreso.

MENELAU — Você não pode abandonar a guerra agora!

AQUILES — Posso sim e é isso que farei, e farei agora!

MENELAU — Posso garantir que essa atitudade não lhe trará boas consequências, Aquiles.

AQUILES — Não tenho medo de suas ameaças, soberano de Esparta.

Aquiles sai e Menelau senta-se em seu trono, surpreso. Cochichos tomam conta da tenda.

CENA 2/CASTELO/CORREDOR/INT./NOITE

Andrômaca tenta continuar andando, mas Creusa volta a segurá-la.

CREUSA — Não me dê as costas, sua insolente!

ANDRÔMACA (GRITANDO) — Me solte! Me deixe em paz!

Creusa começa a rir.

CREUSA — Você consegiu tudo o que queria, eu nunca mais serei mãe. Você terá todo o pretígio do povo troiano!

ANDRÔMACA — Você que não conseguiu o que queria. Se tudo tivesse continuado, Astíanax nunca teria nascido!

Andrômaca solta-se de Creusa e segura firme o filho.

ANDRÔMACA — Me deixe em paz, sua assassina!

CREUSA — Eu? Assassina?

ANDRÔMACA — Por sua culpa eu tive vários abortos, vários futuros filhos morreram ainda em minha barriga!

Creusa começa a rir.

CREUSA — Tenho que admitir, ver aqueles vermes mortos foi muito gratificante. Sou uma verdadeira vilã, não é mesmo?

Andrômaca dá um tapa em Creusa, que cai no chão, colocando a mão sobre o rosto.

ANDRÔMACA (GRITANDO) — Me deixe, sua maldita.

Andrômaca sai rapidamente, levando o filho nos braços, enquanto Creusa grita de raiva.

CENA 3/CASTELO/SALA DO SACERDOTE/INT./NOITE

Cassandra e Criseida arrumavam alguns papiros na estante.

CRISEIDA — A vida no castelo é bem melhor do que naquela pequena vila onde eu morava!

Cassandra sorri.

CASSANDRA — Tudo aqui é mais rápido, imagino.

CRISEIDA — E muito mais belo, além de ter muito mais vida.

CASSANDRA — Realmente, mesmo em tempos de guerra ainda podemos ver a vida seguindo em frente no castelo troiano.

As duas continuam arrumando tudo.

CENA 4/CASTELO/CORREDOR/INT./NOITE

Creusa chorava, sentada no chão.

CREUSA (P/ SI – CHORANDO) — Que triste fim o meu…

Hécuba chega no corredor e vai até Creusa, com olhar de desdém.

HÉCUBA — O que está fazendo no chão, Creusa?

Creusa levanta-se envergonhada.

CREUSA (CHORANDO) — Mãe, eu não mereço a vida que levo, estou sendo injustiçada!

Hécuba ri.

HÉCUBA — Me contaram o que Andrômaca lhe fez aqui.

CREUSA — Ela me agrediu, ela merece uma punição severa.

HÉCUBA — Eu, no lugar dela, já teria lhe assassinado. Creusa, você foi muito cruel com tudo que fez contra ela, Andrômaca possui sangue frio e você tem sorte por isso!

CREUSA — A senhora está sendo injusta!

HÉCUBA — E você foi injusta por muito tempo, Creusa. Volte para seu quarto, é o melhor que você faz agora!

CENA 5/ACAMPAMENTO AQUEU/TENDA DE AQUILES/INT./NOITE

Aquiles guardava suas roupas, armaduras e armas dentro de sacos de pano, Briseida observava tudo.

BRISEIDA — Você não devia ir embora, Aquiles.

AQUILES — Eu não poderei impedir que você vire escrava de Agamenon, portanto, para não ver tamanho sofrimento, irei embora.

Briseida suspira. Pátroclo entra.

PÁTROCLO — Você não pode ir embora!

AQUILES — Eu não mudarei de ideia, não posso continuar aqui!

Pátroclo abraça o amigo, chorando. Briseida se emociona.

AQUILES — Não torne o momento mais difícil, meu amigo.

PÁTROCLO (CHORANDO) — Não vá…

Aquiles solta-se do amigo, pega o saco com seus pertences e sai. Briseida abraça Pátroclo.

BRISEIDA — Acalme-se, tudo vai se acertar…

Esparta

CENA 6/CASTELO/SALA DO TRONO/INT./NOITE

A sala do trono estava silenciosa, mesmo com a presença de Hermíone, Penélope, Icário, Telêmaco, filho de Penélope e Odisseu e Clitemnestra. Todos jantavam, mas em total silêncio.

CLITEMNESTRA (IRÔNICA) — Parece que engoliram a língua juntamnte com a comida. O silêncio é extremamente fúnebre.

TELÊMACO — Não gostamos de você!

PENÉLOPE — Filho, controle-se!

CLITEMNESTRA — Vocês são extremamente sem graça!

Hermíone bate na mesa com força.

HERMÍONE (GRITANDO) — Chega!

Clitemnestra sorri e bebe um pouco de vinho.

CLITEMNESTRA — Finalmente a herdeira do trono abriu a boca.

HERMÍONE — Sua maldita! Assassina!

CLITEMNESTRA — Vocês não cansam de me acusar sempre da mesma coisa? Está se tornando algo clichê.

HERMÍONE — Você é um monstro, teve coragem de matar a própria mãe, escraviza a filha.

CLITEMNESTRA (GRITANDO) — Leda morreu porque era uma velha múmia, já estava passando do tempo.

ICÁRIO (GRITANDO) — Respeite Leda! Ela sempre foi uma mulher boa e honrada, diferente de você! Não temos culpa da morte de Ifigênia!

Clitemnetra bebe mais um pouco de vinho.

CLITEMNESTRA — Que cansativo…

HERMÍONE (GRITANDO) — Você não vai mais provocar a dor em nenhum espartano. Vá embora, sua maldita! Não quero mais lhe ver quando acordar!

Clitemnestra levanta-se.

CLITEMNESTRA — Amanhã cedo voltarei para Micenas, odeio este lugar!

Ela sai da sala, todos ficam no total silêncio.

CENA 7/RUA/EXT./DIA

Clitemnestra sai do castelo e começa a caminhar até a sua carruagem, que estava pronta para seguir rumo a Micenas. A rainha para de andar e olha para trás.

CLITEMNESTRA (SECA) — Que todos vocês seofram, sofram pelo resto de suas vidas miseráveis!

Clitemnestra ela volta a andar, entrando na carruagem com a ajuda de um servo. Em seguida a carruagem parte rumo a Micenas.

Passagem de Tempo

Alguns meses

Troia

CENA 8/ACAMPAMENTO AQUEU/TENDA DE ODISSEU/INT./NOITE

Odisseu estava sentado no chão, olhando fixamente para a chama de uma vela. Ele pensava em Penélope e no posível filho.

ODISSEU (P/ SI) — Será mesmo que sou pai? Que Penélope não estivesse errada e que eu seja pai.

Ele continua olhando para a chama da vela.

CENA 9/CAMPO/TENDA DE AQUILES/INT./NOITE

A tenda de Aquiles estava sozinha no meio de um grande campo, próximo à árvores repleta de flores. Ele não estava ali, havia saído, para caçar animais em busca de comida. Pátroclo entra.

PÁTROCLO — Aquiles? Você está aí?

O rapaz entra, percebendo que a tenda estava vazia.

PÁTROCLO (P/ SI) — Tomara que dê tudo certo!

Ele começa a revirar as coisas de Aquiles até encontrar a armadura do guerreiro.

PÁTROCLO (P/ SI) — Tudo está dando certo até agora.

Pátroclo sorri e sai, levando a armadura.

CENA 10/ACAMPAMENTO AQUEU/TENDA DE AGAMENON/INT./NOITE

Agamenon estava ajoelhado diante da estátua de Ares, deus da guerra e patrono de Esparta.

AGAMENON (REZANDO) — Poderoso Ares, deus da guerra destruidora, eu lhe peço, nos auxilie na destruição de Troia!

Agamenon pega oferendas e as coloca nos pés da estátua.

AGAMENON (REZANDO) — Dê forças aos meus homens, a guerra precisa de um fim e para isso, nós, aqueus, devemos destruir Troia e seu exército e recuperar Helena. Somente assim Menelau e todos nós teremos paz!

Ele continua rezando.

CENA 11/CASTELO/JARDIM/EXT./NOITE

Eneias esperava, com a companhia do filho, Ascânio. Eles esperavam pela chegada de Anquises, pai do guerreiro.

ASCÂNIO — Ele demora muito para chegar.

ENEIAS — Logo ele deve estar aqui.

De repente eles se assustam ao ver Anquises, o velho pai de Eneias, chegando. Eneias corre até o pai, sorrindo.

ENEIAS — Finalmente aceitou sair daquela casa e se proteger aqui em Troia.

ANQUISES — Troia está no foco da guerra, com certeza estaria mais seguro no meio do nada, em minha simples propriedada.

Eneias sorri e leva o pai até Ascânio.

ANQUISES — Então esse é seu filho?

ENEIAS — Exato!

Anquises e o neto se abraçam, sorridentes.

ANQUISES — E Creusa, onde está sua esposa?

ENEIAS — Creusa agora é uma mulher muito reclusa, quase não sai do quarto, mas garanto que terão a chance de se encontrar o mais rápido possível. Vamos agora nos encontrar com Príamo e Hécuba.

ANQUISES — Vamos.

Os três entram no castelo, conversando sobre tudo o que havia acontecido nos últimos tempos, inclusive sobre as armações de Creusa.

CENA 12/CASTELO/QUARTO DE ANDRÔMACA E HEITOR/INT./NOITE

Andrômaca entra e sorri, ao ver Heitor brincando com Astíanax.

ANDRÔMACA — Gosto tanto de ver vocês dois brincando!

HEITOR — Pena que durará apenas esta noite. Amanhã cedo voltarei ao campo de batalha.

ANDRÔMACA — Mas você chegou hoje, não pode ficar mais tempo aqui?

Heitor suspira e coloca o filho deitado sobre a cama.

HEITOR — A guerra ainda está longe de um fim, meus soldados precisam de mim.

Ele levanta-se a abraça.

HEITOR — Tenho certeza que logo poderemos viver em paz novamente, meu amor.

Andrômaca começa a chorar, continuando abraçada ao marido.

ANDRÔMACA — Rezo aos deuses todos os dias para que a guerra termine logo e você possa voltar a morar aqui. Astíanaz precisa muito de sua presença, eu preciso de sua presença.

HEITOR — Só te peço paciência, os deuses estão do nosso lado, não se lembra da praga contra os aqueus?

ANDRÔMACA — Que você esteja relamente certo e a guerra termine rápido.

HEITOR — Farei de tudo para realizar seu desejo, minha amada!

Os dois se beijam, apaixonados.

Micenas

CENA 13/CASTELO/SALA DO TRONO/INT./DIA

Clitemnestra e Egisto estavam sentados, cada um em seu trono. Electra entra, trazendo uma jarra com suco, preparado por ela mesmo.

EGISTO — Finalmente, você consegue ser mais lenta que uma tartaruga!

CLITEMNESTRA — Sirva bem seus reis, criada.

Electra coloca a jarra sobre uma mesa.

EGISTO — Agora nos sirva, que experimentar seu suco!

Electra começa a servir a mãe e o padrasto, enquanto eles riam.

CLITEMNESTRA — Seja mais rápida!

Electra se apressa e entrega as taças com o suco. Clitemnestra é a primeira a beber, cuspindo tudo sobre a filha.

CLITEMNESTRA (NERVOSA) — Está horrível!

Egisto também bebe um pouco e faz o mesmo que a mulher.

EGISTO (GRITANDO) — Faça outro sua idiota!

ELECTRA — Mas eu tenho certeza que está delicioso… segui todas as suas intruções.

Clitemnestra se levanta, furiosa.

CLITEMNESTRA (GRITANDO) — Faça outro!

Electra pega a jarra e as taças e sai triste.

Troia

CENA 14/ACAMPAMENTO AQUEU/TENDA REAL/INT./DIA

Pátroclo havia acabdo de revelar seu plano para Menelau.

MENELAU — Então você acha que assim trará Aquiles de volta a guerra?

PÁTROCLO — Sim, eu me fantasiarei de Aquiles, todos pensarão que eu sou o famoso guerreiro, menos eu memso e o senhor…

MENELAU — E assim você chamará a tenção de Aquiles para nós, como se fosse um pedido de desculpas?

PÁTROCLO — Exato, majestade!

Menelau suspira.

MENELAU — Você possui minha permissão para prosseguir com o plano. A guerra já acontece do lado de fora do acampamento, se prepare para lutar em nome de Aquiles, Pátroclo!

Pátroclo comemora com um sorriso, fazendo uma revrência e saindo em seguida.

MENELAU (P/ SI) — Espero que dê tudo certo…

CENA 15/CAMPO DE BATALHA/EXT./DIA

Heitor comandava o exército troiano, ao seu lado ia Páris.

PÁRIS — Você voltou no momento certo para o acampamento!

HEITOR — Tem razão, mas queria tanto passar mais tempo ao lado de meu filho e de Andrômaca…

Páris e Heitor golpeiam, com a espada, um soldado que se aproximava deles, matando-o.

HEITOR — Vamos terminar logo com isso, para que a paz volte o quanto antes!

De repente eles se assustam ao ver um soldado, com o rosto coberto por um elmo, se aproximar, era Pátroclo com a clássica armadura de Aquiles.

PÁRIS — Heitor, parece que Aquiles voltou a lutar em nome de Menelau!

Heitor olha fixamente para o soldado.

HEITOR — Chegou a hora, devo derrotar o maior soldado aqueu, antes que seja tarde demais.

Heitor e Pátroclo começam a lutar, sem que o príncipe e líder dos troianos percebesse sua real identidade.

HEITOR — Você cairá!

Heitor consegue desviar de um golpe de Pátroclo, vários soldados, tanto aqueus, quanto troianos, haviam parado as suas batalhas para assisitir a luta entre Heitor e “Aquiles”.

HEITOR (GRITANDO) — Sinta a fúria de Troia!

Heitor consegue, com apenas um golpe de espada, desarmar o rival.

HEITOR — Finalmente seu sangue será derramdo, Aquiles!

Heitor golpeia Pátroclo no abdômen, com a espada, que atravessa o corpo do guerreiro. Os soldados troianos festejam com um grito de felicidade.

HEITOR (GRITANDO) — Por Troia!

Heitor então decide retirar o elmo do guerreiro e se surpreende ao fazer isto, não era Aquiles que estava ali e sim Pátroclo. Todos os soldados ficam surpresos, Heitor se aproxima do corpo.

HEITOR (CHOCADO) — Não… pode ser! Não matei Aquiles!

CENA 16/CAMPO/TENDA DE AQUILES/INT./NOITE

Aquiles comia algumas frutas, sentado no chão, quando Odisseu entra.

AQUILES — O que você quer?

Odisseu vai até Aquiles.

ODISSEU — Tenho uma notícia muito importante que é de seu interesse.

AQUILES — Nada relacionado à guerra me interessa, não quero ouvir nada.

ODISSEU — Não trago notícias apenas osbre a guerra, mas também sobre seu amigo, Pátroclo.

Aquiles levanta-se assustado.

AQUILES (GRITANDO) — Fale logo, Odisseu!

Odisseu respira fundo.

ODISSEU — Seu amigo… está morto! Heitor, o príncipe troiano o matou!

Aquiles começa a chorar.

AQUILES (CHORANDO) — Explique melhor tudo isso!

Odisseu começa a contar, enquanto Aquiles chorava silenciosamente. Quando Odisseu termina de falar Aquiles enxuga as lágrimas.

AQUILES — Heitor pagará com a vida!

CENA 17/CASTELO/JARDIM/EXT./NOITE

Helena estada sentada sob uma árvore quando Cssandra chega e senta-se ao lado dela.

CASSANDRA — Você anda tão sozinha, Helena. Estou ficando preocupada…

Helena sorri.

HELENA — Estou apenas com saudades de minha família, principalmente de Hermíone, minha filha.

CASSANDRA — Eu no seu lugar não sei se suportaria, você é uma mulher forte.

Helena suspira.

HELENA — Quero abraçá-los novamente, quero os conselhos de minha mãe, quero o amor de minha família.

Helena começa a chorar e Cassandra, emocionada, abraça-a.

CASSANDRA — Logo vocês se reencontrarão, tenho certeza!

Olimpo

CENA 18/CASTELO DE ATENA/INT./DIA

Atena estava sentada em seu trono, quando Hera chega, sorridente.

HERA — Já ficou sabendo?

ATENA — Sei de muitas coisas, majestade. Pode ser mais específica?

Hera sorri.

HERA — Aquiles está furioso com Heitor pela morte de Pátroclo.

ATENA — Estou acompanhando tudo isso atentamente.

HERA — Então faça algo, apoie Aquiles!

ATENA — Zeus me impediria.

HERA — Zeus não fará nada contra você, sei disso.

Atena suspira.

ATENA — Aquiles terá minha benção!

Hera comemora com palmas.

Troia

CENA 19/ACAMPAMENTO TROIANO/EXT./NOITE

Aquiles entrava no acampamento, acompanhado de alguns soldados. Heitor, já com a espada em mãos, vai até o encontro do inimigo, também acompanhado de soldados.

HEITOR — O que o traz aqui?

AQUILES — Quero vingança!

HEITOR — Não tenho culpa da morte daquele soldado, estamos em uma guerra!

AQUILES — Pátroclo não merecia morrer! Agora você pagará com a vida!

Heitor sorri. Páris vai até eles.

PÁRIS — Boa sorte, meu irmão.

Heitor sorri e abraça Páris, pegando um escudo com um dos soldados em seguida. Aquiles faz o mesmo. Enquanto isso, uma coruja, a própria manifestação de Atena, observava tudo.

AQUILES — Somente um de nós vai sair vivo!

HEITOR — Sim e posso garantir que não será você!

Os dois ficam olhando fixamente para o outro, frente a frente.

A câmera foca em ambos, Aquiles e Heitor.

26 thoughts on “Troia (2ª Temporada) – Episódio 07

  1. Aquiles entrega Briseida e desiste da gerra, Patróclo decide se disfarçar de Aquiles para lutar e acaba sendo morto pelo Heitor. Agora, Aquiles quer se vingar da morte de Patróclo
    Gente, a Clitmnestra é desumana: Que culpa a Electra tem com a morte da Ifigênia? O Agamenon eu entendo, mas a Electra não tem culpa
    Parabéns, Felipe!

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  2. Clitemnestra está ficando irritante e repetitiva. Eu esperava uma mulher que infernizasse Micenas e a todos à sua volta, mas a única pessoa que tá sendo infernizada pela Clitemnestra é a Electra.

    Aquiles abandonou o exército aqueu, pois não tinha como defender Briseida de Agamenon. Desesperado com a partida do amigo, Pátroclo decide lutar no campo utilizando a armadura de Aquiles, mas é morto por Heitor. Pronto, Aquiles volta à guerra, não pra defender os interesses de Menelau, mas para vingar a morte de Pátroclo.

    #MomentoDivulgaçã1: https://audienciadatvmix.wordpress.com/2016/09/17/amanha-no-ultimo-capitulo-de-mundos-opostos/

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    • O foco agora sai um pouco da Clitemnestra e vai para o campo de guerra, era uma mudança prevista.

      Já adianto que a volta de Aquiles tará grandes reviravoltas para a história.

      Obrigado pela participação!

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