O Amor é um Jogo – Capítulo 22 (últimos capítulos)

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CENA 1, COLÉGIO ESCOLHAS, BANHEIRO FEMININO, INTERIOR, DIA

Ainda no banheiro, Cecília termina de escovar seu cabelo, quando de repente, Karen entra no banheiro.

Karen – Ih… Olha só que está aqui, se não é a aidética do colégio Escolhas…

Cecília para de escovar seus cabelos e se aproxima de Karen.

Cecília – Não bastou a humilhação que você me fez passar no pátio? Aliás, o que foi que eu te fiz, hein garota? Nunca te fiz mal, nunca fiz nada para você.

Karen – Tem certeza que não? Você ajudou a Giovana e ao meu irmão a me desmascararem no meio do pátio.

Cecília – Mas a gente só fez a coisa certa, ninguém mais podia ficar sendo enganado por você.

Karen – Ué, eu também só fiz você parar de enganar os outros. Vai que você sai contaminando os outros por ai.

Cecília – Você só sabe ficar distribuindo ofensas gratuitas? Ai garota, me poupe de você.

Karen – Ui, então quer dizer que a aidética tá nervosinha? Oh, coitadinha dela! Mas olha, por que você não vai se divertir por ai infectando os outros com seu sangue nojento?

Irritada com as ofensas, Cecília se aproxima de Karen e segura seu braço, lhe encarando friamente.

Cecília – Se seu objetivo foi me irritar com suas ofensas baratas, olha que você está conseguindo…

Karen – Jura, aidética? Mas então, é melhor você me largar hein, se não daqui a pouco, eu vou virar um monstro aidético que nem você.

Irritada com as ofensas, Cecília dá uma bofetada em Karen, que põe a mão no rosto enquanto ri.

Karen – Isso querida, é o máximo que consegue fazer? Pois enfim, nem mil bofetadas que você me der farão você deixar de ser uma aidética, uma porca imunda que pode sair por ai infectando os outros com esse seu sangue nojento.

Cecília – Ah, é mesmo? Pode até não reverter o meu estado, mas pelo menos, vai fazer com que você pague por cada ofensa que você me disse.

Irritada, Cecília empurra Karen contra o espelho e lhe dá várias bofetadas.

Karen (gritando) – O que é isso, garota? Me solta!

Cecília (gritando) – Estou apenas começando!

Cecília puxa os cabelos de Karen e lhe empurra contra o chão, e em seguida, sobe em cima de seu corpo, lhe dando várias bofetadas.

Karen (gritando) – Me solta! Me solta, sua aidética nojenta!

Cecília (gritando) – Isso é para você ver que é a aidética nojenta!

Cecília dá algumas batidas com a cabeça de Karen contra o chão, enquanto isso, lhe dando vários socos no rosto; Karen grita de dor, mas enquanto isso, Cecília sorri, por estar fazendo Karen pagar por cada ofensa.

Cecília (gritando) – Esse, é por você ter me humilhado no meio do pátio!

Cecília dá uma bofetada em Karen, fazendo com que seu lábio comece a sangrar.

Cecília (gritando) – E esse, foi por ter mexido comigo e com minhas amigas, sua idiota!

Cecília dá uma última bofetada em Karen, que coloca a mão no rosto; Cecília se levanta e se recompõe.

Cecília – E nunca mais mexa comigo, sua idiota!

Cecília arruma seu cabelo e pega sua bolsa, em seguida, saindo do banheiro. Sozinha no banheiro, Karen levanta-se aos poucos, passando a mão em seus lábios, que sangram devido as bofetadas que levou de Cecília.

Karen (gritando) – Droga! Droga!

Karen dá um murro na pia, chorando de raiva por conta de tudo o que lhe aconteceu.

CENA 2, CARIOCÃO LANCHES, INTERIOR, DIA

Camila, Júnior, Giovana e Miguel ainda estavam na lanchonete, mas agora, Breno também estava presente.

Giovana – E a Cecília, Breno? Já conversam sobre aquilo?

Breno – Sim, conversamos sim sobre a doença dela. Eu disse que vou apoiar ela em tudo, e que não vai ser uma doença como essas que vai nos separar.

Giovana – Nossa, é assim que se diz, hein! Que bom que tudo acabou bem… Mas e ai, cadê ela?

Breno – Ela tava se arrumando no banheiro, mas já se passaram quase meia-hora…

Breno continua preoucupado com a demora de Cecília, quando de repente, ela entra na lanchonete.

Cecília – Ah gente, vocês também aqui?

Cecília se aproxima da mesa e cumprimenta a todos e se senta ao lado de Breno, lhe dando um beijo.

Breno – Ei! Que arranhões são esses no rosto e no braço?

Camila – Pois é amiga, você tá toda arranhada, vermelha…

Cecília – Ah, é que eu tive uma conversinha com a Karen…

Giovana – Conversinha? Mas como assim uma conversinha com a Karen?

Cecília – Então, depois que eu e o Breno conversamos no banheiro, eis que surge a Karen no banheiro. Ai vocês sabem, né, ela adora provocar, e comigo não foi diferente. Então, ela me provocou, eu não aguentei as provocações e parti para cima dela.

Breno – Como? Você deu uma surra na Karen?

Cecília – Sim, isso mesmo! Ela me provocou, nada mais justo do que eu me vingar.

Giovana – Socorro, eu só quero imaginar a cena! Você, toda certinha, tímida e tal dando uma surra na lambisgóia da Karen.

Júnior – Essa garota virou saco de pancadas, né? Hoje ela chegou toda roxa no colégio, usando um óculos escuros para disfarçar os olhos…

Giovana – Pior que é, ela já levou uns tapas meus, do Miguel e até do Danilo, levou uma surra de cinto do meu padrasto, e agora essa. Dá até pena dela…

Camila – Pena? Eu não teria pena nenhuma dela, e mais, ainda ajudava.

Miguel – Essa garota é um lixo de pessoa, merecia até a morte.

Giovana – Ai gente, vamos parar de falar do lixinho e das surras que ela levou, vamos falar do casamento do ano: Camila e Júnior!

Cecília – De acordo, amiga!

Giovana e Cecília sorriem e mudam de assunto; A conversa dos seis vai sendo abafada aos poucos, cortando para a próxima cena.

CENA 3, HOTEL, QUARTO 89, INTERIOR, NOITE

Karen entra apressada no quarto, e ao entrar, dá uma forte batida na porta e sua sua bolsa na cama.

Karen (gritando) – Droga! Já não bastava estar toda marcada por conta da surra que eu levei do meu pai, e agora vem essa songa-monga e me bate mais?

Karen caminha até em frente ao espelho e começa a analisar seu rosto com as mãos, tocando em seus hematomas.

Karen – Todos vão me pagar por cada bofetada que eu levei, isso não ficará assim!

Karen caminha até sua cama e se senta; Ela pega sua bolsa e a abre, retirando de dentro dela uma pistola.

Karen – Cansei de bancar a bobinha, cansei de ouvir desaforos e apanhar de todos! Você agora será minha fiel companheira, ninguém terá coragem de mexer comigo, se não, você entrará em ação!

Karen sorri, enquanto fala sozinha com a pistola e a analisa.

CENA 4, O DIA ANOITECE

Takes de imagens da praia da cidade são mostradas a cena, enquanto o Sol se põe.

CENA 5, CASA DA FAMÍLIA SOUZA, SALA DE ESTAR, INTERIOR, NOITE

Sozinhas na sala, Giovana e Laura conversam.

Laura – Ai Giovana, como é bom te ver de novo nessa casa, junto com o meu filho de novo…

Giovana – Também é um prazer em lhe rever, senhora. A senhora é uma das pessoas que mais apoiam nosso compromisso, por isso devo muito a senhora.

Laura – Primeiro vamos parar com isso de senhora, eu já disse para você que é para me tratar por você ou me chamar só de Laura. E segundo, você não deve nada a mim, e sim eu a você, já que você faz o meu filho feliz e é muito especial na vida dele, nunca que ele teve ou terá uma namorada como você.

Giovana – Por favor dona, digo, Laura, eu não sou tudo isso o que a senhora diz, o máximo que eu faço é amar o seu filho, assim como eu sei que ele me ama.

Laura – Eu devo imaginar o quanto vocês dois sofreram quando ficaram separados. Eu juro que eu fiquei revoltada, ainda mais quando o Miguel disse que ia começar a namorar com aquela biscatinha mentirosa.

Giovana – Mas pelo menos tudo acabou bem, e eu não pretendo me separar do seu filho, quero viver o resto da vida com ele.

Giovana e Laura se entreolham sorrindo; De repente, Miguel entra na sala e Giovana e Laura param de conversar.

Miguel – O que as duas estão conversando, hein? Coisa boa não deve ser, duas mulheres conversando… — risos.

Laura – A gente estava falando do namoro de vocês dois, e estava falando que fiquei bem contente quando vocês voltaram.

Miguel – Eu também fiquei feliz quando nós dois voltamos. Eu não havia esquecido a Giovana, só estava enganando a mim mesmo, achando que amava a Karen, para no final, descobrir que aquela vagabunda estava me enganado.

Giovana – Bom, não vamos ficar lembrando de coisa ruim, né?

Laura – Isso mesmo, Giovana. Bom, e o casamento de vocês dois, quando sai?

Giovana – Ah Laura, casamento deve sair só daqui a uns anos, né? Eu sou menor de idade, quero terminar os estudos…

Miguel – Também quero fazer o mesmo. Afinal, você não acha que está muito cedo para falar disso, mãe?

Laura – Pior que não, vocês devem se casar, sim. E quem sabe, me darem netos. — risos.

Miguel – Ah mãe, só você mesmo, né…

Miguel e Giovana riem junto com Laura; Miguel se senta no sofá e abraça Giovana, que voltam a falar de seu relacionamento com Laura.

CENA 6, CASA DA FAMÍLIA SAMPAIO, SALA DE JANTAR, INTERIOR, NOITE

Tomados por um silêncio, Helena, Fernando e Danilo jantam; De repente, Danilo puxa um novo assunto.

Danilo – E a Giovana, não vem jantar?

Helena – Ela não está, foi jantar na casa da sogra dela.

Danilo – Certo…

Fernando – E sua irmã, Danilo, tem notícias dela?

Danilo – Eu vi hoje ela na escola, com um óculos escuros na cara e uma maquiagem carregada só para disfarçar os hematomas dos tapas que levou.

Fernando – Pobre da minha filha… Eu acho que tomei a decisão errada em expulsar ela de casa dessa maneira…

Danilo – Coitada? Pai, sabe o que ela fez hoje? Ela pegou o exame de HIV de uma colega nossa e fez cópias, e saiu espalhou pelo o colégio inteiro, com o intuito de humilhar ela.

Helena – Meu Deus, ela fez isso? Isso é serio demais, coitada da menina…

Fernando – Eu não acredito que a Karen possa ser capaz de fazer coisas desse tipo, eu desconheço a minha filha, essa não é a mesma Karen de tempos atrás.

Danilo – Acredite, é a mesma Karen, ela só fez cair a máscara e fazer maldades para todos os lados.

Danilo volta a comer, deixando Fernando pensativo sobre o que seu filho lhe disse.

CENA 7, RUAS, NOITE

Miguel anda pela a rua, acompanhado de Giovana, deixando seu braço sob seu ombro.

Miguel – Fico tão feliz em ver você e minha mãe se dando tão bem…

Giovana – Sua mãe é um amor de pessoa, adoro ela. Ela me adora tanto que já quer casar a gente. — risos.

Miguel – Pois é, a dona Laura quando põe algo na cabeça, ela não tira. Então se prepare, ela vai repetir isso até quando não poder mais.

Giovana – Ai ai, como a sua mãe é… — risos. — Mas só vamos casar quando nos formarmos na faculdade, quando formos bastante maduros…

Mais atrás de Miguel e Giovana, Karen andava pela a rua em seu carro, olhando bastante desatenta para os lados; Ao olhar para a frente, ela havista Giovana e Miguel.

Karen – Olha só o que temos aqui, o casalzinho… Bom, já que estou aqui e eles estão lá, que tal dar um bom sustinho neles…

Sorrindo maleficamente, Karen pisa no acelerador com força, fazendo o carro acelerar cada vez mais; Giovana e Miguel andam desatentos pela a rua, sem reparara no que vinha atrás; Quando a luz do farol se aproxima cada vez mais, Miguel olha para trás e havista um carro vindo em alta velocidade em suas direções.

Miguel – Giovana, cuidado!

Sem pensar duas vezes, Miguel abraça Giovana muito forte e se joga com ela para cima da calçada, desviando do carro de Karen que vinha em alta velocidade; Karen freia o carro bruscamente, mas é segurada pelo o cinto de segurança; Ela dá um murro no volante e em seguida, acelera o carro novamente, saindo em alta velocidade; Uma multidão se forma em volta dos dois.

Giovana – O que foi isso?

Miguel – Aquele carro tava vindo em nossa direção, parecia que ia nos atropelar de propósito!

Giovana – Você está bem?

Miguel passa a mão em sua testa e ao tirá-la, vê sua mão suja de sangue.

Miguel – Minha testa tá sangrando, e você?

Giovana – Só ralei os meus braços, ainda bem… Agora aquele carro não me é estranho…

Miguel – Também acho que já vi ele antes… Bom, vamos parar de ficar jogados aqui, vamos nos levantar, eu te levo para casa…

Com cuidado, Miguel e Giovana se levantam aos poucos; Eles se afastam da multidão e saem abraçados, olhando para os lados, checando se o carro que tentou lher atropelar estava perto.

CENA 8, HOTEL, QUARTO 89, INTERIOR, NOITE

Rindo, Karen entra no quarto, dando uma forte batida na porta.

Karen (rindo) – Senhor, esse susto que eu dei nos dois valeu por todo esse dia!

Karen retira do seu bolso um maço de cigarros e retira um cigarro, em seguida, o acendendo.

Karen (fumando) – Minha vingança está indo muito, mas muito bem! Meus próximos alvos são vocês, Cláudia e Camila.

Karen coloca seu cigarro na boca e se levanta, caminhando até a uma cômoda e abrindo uma das gavetas, retirando sua pistola de dentro.

Karen – E claro, você de novo, Giovana, mas nessa parte da vingança, você morre!

Karen se vira e aponta a pistola para o espelho, mirando na testa dr seu reflexo.

Karen – Um tiro na sua testa, e já basta! Posso até ir presa, mas pelo menos, me vingarei e lavarei minha alma!

Karen joga a pistola em sua cama e ri maleficamente.

CENA 9, CASA DA FAMÍLIA SAMPAIO, SALA DE ESTAR, INTERIOR, NOITE

Miguel já está com um curativo em sua testa e caminha pela sala, enquanto isso, Helena termina de colocar alguns curativos nos braços de Giovana.

Helena – Eu fico horrorizada, essa cidade está violenta demais!

Miguel – Olha dona Helena, eu não acho que essa tentativa de atropelamento foi sem querer, e sim, foi intencional.

Helena – Mas como assim intencional? Quem teria motivos para atropelar vocês?

Miguel – Na hora eu estava tentando reconhecer o carro, mas puxando pela a memória, acho que eu sei de quem é esse carro, e essa pessoa tem muitos motivos para fazer isso…

Giovana – Falando dessa maneira, eu acho que quem…

Miguel – É claro que é a Karen! Ela sim seria capaz de tentar nos matar!

Giovana – Essa menina é doente, nunca pensei que ela seria capaz de chegar a esse extremo! Isso é caso de internação!

Miguel – É caso de polícia, isso sim! A Karen sabe muito bem o que faz e você sabe disso. Alguém tem que parar ela!

Giovana – Vamos esperar, se ela tentar algo mais grave…

Miguel – Se ela tentar algo mais grave? Até lá ela pode ter matado um de nós ou matar alguém inocente.

Giovana – Você tem razão…

Giovana e Miguel se entreolham preoucoados, sobre o que Karen pode aprontar futuramente.

CENA 10, O DIA AMANHECE

Takes de imagens da praia da cidade são mostradas a cena, enquanto o Sol nasce.

CENA 11, COLÉGIO ESCOLHAS, QUADRA DE ESPORTES, INTERIOR, DIA

Giovana, Cecília e Camila andam pela a quadra, enquanto conversam.

Camila – Como é que é? A Karen tentou atropelar você e o Miguel?

Giovana – Eu não sei, o Miguel reconheceu o carro e disse que só podia ser ela. E também, ela seria a única pessoa com motivos para tentar me matar.

Cecília – Credo, essa menina é um demônio, hein…

Camila – Ela é o demônio em pessoa, você quis dizer…

De repente, Karen se aproxima das três.

Karen – Oi meninas!

Camila – O que você quer? Apanhar mais um pouco? Mas agora é minha vez hein…

Karen – Calma mulher-macho, eu só quero saber como vocês estão.

Karen pega um dos braços de Giovana.

Karen – Giovana, meu Deus! O que é isso no seu braço?

Giovana – Acredita que alguém tentou me atropelar, fofa?

Karen – Não, sério? Meu Deus, como tem  gente ruim nesse mundo!

Giovana – Pois é, né? Bom, a gente vai se trocar, ok, fofa?

Karen – Claro, foi um prazer conversar com vocês…

Giovana e Karen se entreolham e sorriem falsamente; As três entram no vestiário, e de repente, Karen retira uma pequena garrafa de gasolina de sua bolsa.

Karen – É agora a hora do susto do dia!

CENA 12, COLÉGIO ESCOLHAS, CORREDOR, DIA

Miguel, Breno e Júnior caminham pelo os corredores, enquanto conversam.

Breno – É sério que a Karen tentou atropelar vocês?

Júnior – Caramba, essa menina é pirada mesmo!

Miguel – Essa vagabunda merece a morte! Doente doa infernos, a hora do castigo dela está perto.

Júnior – Caramba, que ódio é esse, mano?

Miguel – Essa desgraçada conseguiu despertar o meu ódio depois disso tudo da falsa paraplegia, eu a odeio!

Breno – Bom, outra hora a gente fala disso, vamos lá na quadra buscar as meninas?

Júnior – Partiu então!

Miguel, Breno e Júnior descem as escadas, indo em direção à quadra de esportes.

Corta para;

CENA 13, QUADRA DE ESPORTES, VESTIÁRIO FEMININO, INTERIOR, DIA

Karen termina de espalhar gasolina na entrada do vestiário.

Karen – Essas idiotas vão ficar com muito medo!

Karen ri maleficamente; Ao terminar de espalhar gasolina, Karen joga a garrafa no lixo e acende um fósforo; No mesmo momento, Giovana, Cecília e Camila saem das cabines e se deparam com o chão molhado e com Karen com um fósforo aceso na mão.

Giovana – Karen?

Karen – Surpresa!

Rindo, Karen solta o fósforo, fazendo cair sob a gasolina, causando um pequeno incêndio dentro do banheiro.

Camila (gritando) – Sua louca! Você vai nos matar!

Karen – Essa é a intenção, querida. Se vocês não se importarem, vou assistir vocês virarem churrasquinho. — rindo.

Cecília – Karen, por favor, apaga isso! — gritos. — Socorro! Socorro!

Karen – Grita à vontade, ninguém vai ouvir mesmo!

Desesperadas, as três gritam por socorro, enquanto Karen ri do desespero das três; De repente, Miguel, Breno e Júnior descem as escadas para o ginásio e se deparam com o pequeno incêndio, enquanto Karen se surpreende ao ver os três.

valeapenaverdenovo

19 thoughts on “O Amor é um Jogo – Capítulo 22 (últimos capítulos)

  1. Karen tá muito louca, adoro ela, mas ela mereceu a surra da Cecília, agora, ela tenta atropelar o Miguel e a Giovana e ainda causa um incêndio no vestiário
    Ela não tem limites, amo vilãs assim
    Parabéns, Willian!
    A Karen pisa em muita vilã do horário nobre da Globo!

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  2. As cenas mais chocantes são a que a Karen tenta atropelar Giovana e Miguel.Ainda bem que eles sobreviveram!Já a outra é que a Karen joga gasolina onde estão Giovana,Camila e Cecília,causando um pequeno incêndio.Só espero que a Cláudia sobreviva ao ataque da psicopata da Karen!
    Parabéns pelo capítulo!

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  3. Lembro que quando li essa cena da bofetada, tinha lavado minha alma junto com a Cecília, mas olhando agora vejo que Karen é a verdadeira dona desse jogo. Essa cena do incêndio e da bofetada, além as da do exame no pátio, são épicas. O tiro saiu pela culatra nesse gancho? Parabéns Willian! 😉

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