Cartas para Florença – Capítulo 11 (Penúltimo Capítulo)

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Cena 1 / NOITE / Interior da prisão

A detenta segura a mão de Cândida e a coloca, à força, dentro de sua calça. Com nojo, Cândida tenta retirar sua mão dali com suas as suas forças, mas a detenta a impede. Cândida, então, crava sua unha na pele das partes íntimas da detenta, que urra de dor.

PRESIDIÁRIA: SUA VAGABUNDA!

Ela dá um forte soco no rosto de Cândida, que dá um grito de dor. Seu nariz começa a sangrar.

PRESIDIÁRIA: E da próxima vez que você fizer isso, eu a matarei! Agora, me faça gozar.

A detenta obriga Cândida a masturbá-la, enquanto geme de prazer. Após alguns minutos com os dedos dentro de sua vagina, a presidiária atinge o orgasmo e seus gemidos atingem seu ápice. Nesse momento, Cândida já está chorando.

A mulher, então, retira de dentro de sua calça a mão de Cândida e sai de perto da cafetina. Ao olhar para seus dedos, que estão úmidos devido ao líquido lubrificante secretado pela vagina de sua companheira, não consegue evitar: ela se vira para o lado e, de dentro de sua boca, litros de vômito grosso são jorrados e caem no chão.

Ao ver aquilo, a detenta solta um urro de nojo.

PRESIDIÁRIA: QUE NOJO! Sua porca, nojenta!

Irritada, ela vai até Cândida, cospe no rosto dela e dá dois socos em sua barriga, fazendo com que ela grite de dor.

PRESIDIÁRIA: Agora você há de limpar essa sujeira que você fez, mas com a língua!

A detenta segura Cândida pelos cabelos, força seu rosto até o chão e a obriga a limpar o vômito.

Cena 2 / NOITE / Interior do bordel Flor de Lótus

Todas as prostitutas estão chocadas com a prisão de Cândida, falando sobre o assunto. Todas, exceto Neusa. A negra está sorrindo e pulando de felicidade. Ela, então, se joga no chão de tanto êxtase pelo que acontecera.

NEUSA: AAAAAAH! Eu sabia que a justiça algum dia haveria de acontecer! Finalmente, esta criminosa foi presa! Agora, Adriana e eu poderemos sair deste lugar maldito!

Neusa corre alegremente pelo salão, até chegar nos fundos do bordel. Ao abrir a porta de seu quarto, vai até Adriana – que está dormindo na cama – e abraça e beija a filha empolgadamente.

NEUSA: Estamos livres, minha filha! Estamos livres das garras de Cândida! Ela foi presa! Agora, finalmente poderemos sair deste lugar!

Adriana se acorda com a voz da mãe, mas continua calada e permanece sem esboçar nenhuma reação.

NEUSA: Ah, minha filha… até quando você há de permanecer assim?

Sem receber resposta, Neusa se levanta.

NEUSA: Bem, agora, arrumarei uma mala para que saiamos daqui o mais breve possível.

Neusa começa a colocar todas as suas roupas e as de Adriana dentro de uma mala.

NEUSA: Iremos para um albergue que conheço, o Cabeça do Alce. É humilde, mas o que temos condições de pagar por enquanto.

Cena 3 / NO DIA SEGUINTE…

Cena 4 / MANHÃ / Interior do albergue Cabeça do Alce

Justina está deitada em sua parte do beliche, dormindo. De repente, a porta do salão se abre e Florença entra. Ela está radiante e sorridente e caminha silenciosamente, pé por pé, até a cama onde sua mãe está dormindo.

Chegando lá, ela põe a mão no ombro de Justina, fazendo com que ela se acorde.

FLORENÇA: Bom dia!

JUSTINA: Bom dia, minha filha… que horas são?

FLORENÇA: Dez e meia. Levante-se, mãe. Quero lhe mostrar uma coisa. Tenho uma surpresa para a senhora.

JUSTINA: Surpresa? Que tipo de surpresa?

FLORENÇA: Se eu contar, perderá a graça.

Justina se levanta e senta na cama.

JUSTINA: Diga, o que é.

FLORENÇA: Você terá de vir comigo até um local, para que lá eu lhe mostre o que é. Garanto que a senhora não se arrependerá.

JUSTINA: E é coisa boa?

FLORENÇA: Sim, é ótimo. Talvez seja a melhor notícia que a senhora receberá em muito tempo. Tenho certeza disso.

JUSTINA: Estou precisando mesmo de notícias boas.

FLORENÇA: Então tire esta camisola, coloque uma roupa e venha comigo!

JUSTINA: Está bem.

Curiosa, Justina fica de pé e começa a se trocar. Quando já está pronta, olha para a filha e faz menção de caminhar.

JUSTINA: Pronto, vamos.

FLORENÇA: Traga sua mala com você.

JUSTINA: O quê?

FLORENÇA: Confie em mim, mamãe! Traga sua mala com a senhora.

Justina fica desconfiada.

FLORENÇA: Confie em mim! A senhora não há de se arrepender.

JUSTINA: Está bem… confiarei.

Confusa, Justina pega sua mala e as duas saem do albergue.

Cena 5 / MANHÃ / Casa de Getúlio e Leopoldina, interior do quarto do casal

Getúlio e Leopoldina estão deitados na cama, dormindo nus. O quarto é iluminado apenas pelos raios de sol vindos da janela.

De repente, Leopoldina abre os olhos. Ela dá um selinho na boca de Getúlio, que também abre os olhos e se acorda.

LEOPOLDINA: Bom dia, meu amor.

GETÚLIO: Bom dia.

Getúlio faz menção de se levantar da cama.

LEOPOLDINA: Não, por favor! Fique na cama mais um pouco.

GETÚLIO: Perdoe-me, mas tenho que ir trabalhar, meu amor.

Leopoldina, então, encosta a mão no pênis de Getúlio e começa a fazer movimentos de vaivém, masturbando o marido.

LEOPOLDINA: Tem certeza de que não quer ficar mais um pouquinho?

GETÚLIO: Ah, desse jeito não tem como recusar…

Getúlio começa a beijar a esposa e a passar a mão pelos seios dela. De repente, são ouvidos alguns barulhos esquisitos e Leopoldina, assustada, subitamente para de beijar o marido.

LEOPOLDINA: Aquele barulho! De novo!

GETÚLIO: Ah, não… lá vem você de novo com esta história.

LEOPOLDINA: Acalme-se. Fique quieto. Veja se você não consegue escutar.

Getúlio fica quieto e, prestando bem atenção, consegue ouvir o barulho. São algumas batidas vindas de baixo.

GETÚLIO: Eu ouvi!

LEOPOLDINA: Eu lhe disse que não estava ficando louca! Desça ao porão e veja do que se tratam esses barulhos, por favor!

GETÚLIO: Está bem…

Getúlio se levanta da cama, abre o guarda-roupa, pega sua pistola e caminha pela casa, nervoso e segurando a arma, até chegar na escadaria que dá acesso ao porão. Ele desce a escada, apontando a arma para a frente por precaução.

Quando ele finalmente chega até o porão, se tranquiliza ao ver que não há nada nem ninguém ali, e que o local está silencioso novamente. Porém, de repente, as batidas recomeçam e ele consegue perceber de onde elas estão vindo: de um baú velho e empoeirado no canto do porão.

Getúlio caminha até o baú e o abre.

Cena 6 / MANHÃ / Rua

Justina e Florença caminham pela rua.

JUSTINA: Ai, meu Deus, Florença… para onde você está me levando?

FLORENÇA: Acalme-se, mãe! Você há de gostar da surpresa.

JUSTINA: Estou curiosa.

De repente, Florença para em frente a uma casa e Justina para junto.

FLORENÇA: Voilà!

JUSTINA: Oi?

FLORENÇA: Esta casa… está vendo?

JUSTINA: Claro, não sou cega.

FLORENÇA: Pois bem. Agora, ela é nossa!

JUSTINA: Quê?! Florença, não estou com paciência para brincadeirinhas de mau gosto. Por que você está fazendo isso?

FLORENÇA: É verdade, mãe! Eu não brincaria com uma coisa assim. Eu realmente comprei esta casa, hoje pela manhã! Veja!

Florença tira uma chave da bolsa, a encaixa na fechadura, abre a porta e entra. Confusa e surpresa, Justina também entra.

JUSTINA: Santo Deus, que casa linda! Mas espere aí… esta história está muito mal contada. Nós somos praticamente indigentes, Florença. De onde raios você tiraria dinheiro para comprar uma casa destas? Por favor, não me diga que você fez algo de errado…

FLORENÇA: Claro que não, mãe! Não me ofenda. Ontem, eu apostei em um jogo de azar e venci.

JUSTINA: Sério? Que sorte! Que jogo foi?

FLORENÇA: Numa loteria.

JUSTINA: Hm… e quanto foi?

FLORENÇA: Apenas o suficiente para comprar essa casa. E o que importa é que agora temos um teto, e já comprei a casa toda mobiliada.

JUSTINA: Meu Deus, Florença… Você é a melhor filha que eu poderia ter.

Justina dá um abraço da filha.

FLORENÇA: Agora, venha conhecer a casa!

Florença leva Justina para um breve tour pela casa e, quando terminam, se sentam no sofá da sala de estar da casa, que é pequena, mas aconchegante.

JUSTINA: Fazia muito tempo que eu não ficava tão feliz! E tudo isso graças a você, Florença. Muito obrigada, minha filha!

FLORENÇA: A senhora não deve agradecer. Afinal, a casa é nossa, não só sua.

JUSTINA: Sim, mas você inverteu os papéis. Quem deveria pagar o nosso local onde morar deveria ser eu, que sou a mãe.

FLORENÇA: Nada disso. Se a senhora não tem condições de pagar e eu tinha, é mais do que justo que eu compre.

JUSTINA: Seu pai há de estar muito orgulhoso de você, onde quer que ele esteja.

Florença sorri.

FLORENÇA: Bem, agora necessito ir ao cartório assinar alguns últimos papéis sobre a casa, porém volto para o almoço.

JUSTINA: Irei com você.

FLORENÇA: Mãe, não há necessidade. Eu sou emancipada, além disso, sou responsável e um advogado está me auxiliando.

JUSTINA: Meu Jesus… quanta coisa você fez enquanto eu dormia, hein?

FLORENÇA: Em duas horas e meia se consegue fazer muita coisa, mamãe.

JUSTINA: Percebo. Bem, então vá. Aguardá-la-ei para que almocemos juntas.

FLORENÇA: Está bem. Até depois.

JUSTINA: Até.

Florença dá um beijo na mãe e sai.

Cena 7 / UMA HORA DEPOIS…

Cena 8 / DIA / Interior do albergue Cabeça do Alce

Neusa está dormindo no “andar” de baixo de um beliche. Adriana está no de cima. De repente, Neusa abre os olhos. Ela olha para um relógio pendurado na parede do albergue.

NEUSA: Santo Deus, já é meio-dia.

Neusa se levanta de sua cama e olha para Adriana, que está de olhos fechados.

NEUSA: Ué, que estranho ela ainda não estar acordada.

Neusa, então, passa a mão pelo ombro da filha, tentando acordá-la, sem sucesso.

NEUSA: Acorde, filha. Já é meio-dia.

Porém, Adriana continua sem esboçar reação, deixando Neusa preocupada.

NEUSA: Filha… Adriana, acorde!

Neusa chacoalha o corpo de Adriana com mais força, fazendo de tudo para acordá-la, porém não consegue. Ela, então, se desespera.

NEUSA: ADRIANAAAA!!!

Todos os hóspedes do albergue se acordam com o grito e começam a reclamar e a xingar Neusa, que chora desesperadamente.

NEUSA (gritando): Alguém me ajude, minha filha não está se acordando!

Uma mulher se levanta de sua cama e vai até Neusa para ajudá-la. Ela encosta no pulso de Adriana e, com uma expressão triste, olha para a prostituta.

MULHER: Sua filha está morta.

Cena 9 / DIA / Exterior da delegacia

Getúlio corre apressadamente pela rua e, ao chegar à delegacia, entra no local, já falando.

GETÚLIO (afoito): Viriato, eu decifrei o enigma! Eu entendi tudo sobre o assassino de sexto dia! Já sei o que é que está provocando essa onda de assassinatos!

Porém, Getúlio se decepciona ao entrar na delegacia e enxergar apenas a secretária do local, que olha para ele.

SECRETÁRIA: O Viriato não está aqui.

GETÚLIO (nervoso): Como assim “não está aqui”? É horário de expediente, e tenho uma coisa muito importante para falar a ele!

SECRETÁRIA: Ele foi até o local onde foi cometido um assassinato. O senhor se esqueceu que dia é hoje?

A secretária aponta para um calendário pendurado na parede. Sem entender, Getúlio se vira para o calendário e se desespera ao constatar que dia era: 6.

Cena 10 / DIA / Nova casa de Justina e Florença, interior

Justina ainda está sentada na sala de estar da casa.

JUSTINA (p/ si): Santo Deus, que demora da Florença. Bem, enquanto ela não chega, aproveitarei para fazer um favor a ela, para retribuí-la por ter comprado a casa. Guardarei todas as roupas da mala dela dentro do guarda-roupa.

Justina se levanta e caminha até o quarto de Florença, onde se encontra a mala da moça. Justina, então, abre o guarda-roupa e começa a guardar todas as roupas da filha ali dentro. Porém, quando ela já guardou todas as peças, algo chama sua atenção: embaixo de tudo que estava dentro da mala, há várias cartas; cerca de quinze.

JUSTINA: Será que tudo isso são notas enviadas pelo professor? Que esquisito.

Justina analisa melhor os envelopes.

JUSTINA: E todas elas vêm do mesmo remetente: Tales de Albuquerque. Será que ele é professor de Florença?

Justina, então, abre uma das cartas e começa a ler.

JUSTINA: Esta é recente… deixe-me ver. Não parecem notas de um professor…

Enquanto Justina lê a carta, é ouvida a voz de Tales narrando o que está escrito ali.

TALES (voz): Cara Florença. Gostaria de mais uma vez agradecê-la por ter aceitado meu convite e o de Cândida: o de trabalhar no Bordel. Estamos muito felizes com sua decisão, e temos certeza de que você fará sucesso como cortesã. Todos os homens pagarão milhões só para levá-la à alcova. Amo você. Nos encontraremos hoje à noite, certo? Um beijo, Tales.

Justina está estupefata e, ao terminar de ler, acaba derrubando a carta no chão, devido ao choque.

Ainda confusa e perplexa pelo que acabara de ler, Justina caminha pela casa, se apoiando nas paredes, sem saber o que pensar; até que chega em seu próprio quarto.

De repente, ela ouve o barulho da porta da casa se abrindo e a voz de sua filha.

FLORENÇA: Cheguei!

Ela ouve os passos de Florença pela casa.

FLORENÇA: Mãe, cadê a senhora?

Florença procura a mãe por toda a casa, até chegar no quarto de Justina.

FLORENÇA: Olá, mãe! Vamos almoçar?

Florença se assusta ao perceber o semblante na face de Justina.

FLORENÇA: Que houve? Parece que a senhora viu um fantasma…

JUSTINA: SUA VAGABUNDA!

Justina dá uma bofetada no rosto da filha, que fica surpresa e assustada com a reação da mãe.

FLORENÇA: Que foi que houve? Por que a senhora está agindo assim?

JUSTINA: Eu já sei como você conseguiu todo este dinheiro, Florença! Sendo puta, como eu sempre soube que você era! Para quantos homens você deu essa boceta? Vadia, rameira!

FLORENÇA: A senhora não pode me acusar desse jeito sem provas!

JUSTINA: O que eu mais tenho são provas, Florença! Aquelas cartas do seu cafetão, que você guardou todas e que mentia para mim que eram de um professor. Sinceramente, Florença… você não tem vergonha na cara?

Florença fica sem reação.

JUSTINA: Esse seu olhar já diz tudo, Florença. Você acaba de se entregar. Santo Deus… onde foi que eu errei? Que foi que eu fiz para ter uma filha dessas? Eu tenho nojo de você, Florença. Nojo. Eu odeio você. E não quero nada que você comprou com esse seu dinheiro sujo… Eu preferia ter uma filha morta do que cortesã!

Justina, então, se lembra de uma cena.

FLASHBACK

Justina está de pé, na frente do guarda-roupa de seu quarto, chorando ao olhar para as roupas que eram de Emílio. Ela tira uma calça de dentro do guarda-roupa e a encosta em seu nariz, chorando ainda mais ao sentir o cheiro do falecido marido.

Ela, então, percebe que, no cinto que está preso naquela calça, está presa a pistola que Emílio costumava carregar.

JUSTINA (p/ si): Nossa, eu nem me recordava mais da existência dessa pistola…

Justina, então, tira a pistola do coldre e a segura com suas duas mãos.

JUSTINA (p/ si): Guardá-la-ei entre minhas roupas, é sempre prudente ter uma arma dentro de casa.

Justina esconde a pistola no meio de uma pilha de roupas suas.

FIM DO FLASHBACK

Justina, então, olha para sua mala, que está aberta bem no meio de seu quarto. Dá para enxergar um pedaço da pistola de Emílio entre as roupas. Quando Florença percebe no que o olhar de Justina está fixo, entende no que sua mãe está pensando em fazer.

FLORENÇA: Não, mãe… não faça uma besteira dessas… eu sou sua filha!

JUSTINA: Eu não tenho mais filha.

Justina, então, começa a caminhar em direção à mala.

FLORENÇA: NÃO!

Florença também se avança em direção à pistola. As duas correm, competindo para ver quem chegava primeiro e a tempo de pegar a pistola.

Mãe e filha chegam até a mala ao mesmo tempo e começam a brigar e a disputar para ver quem consegue pegar a arma. No meio da confusão, uma das duas aperta o gatilho.

A tela escurece. Ouve-se o barulho de um tiro, seguido por outro: o de um grito feminino de horror.

CONTINUA…

99 thoughts on “Cartas para Florença – Capítulo 11 (Penúltimo Capítulo)

  1. Fiquei com pena da Cândida, as coisas que essa presa fez é desumano
    Neusa deixou o Flor de Lótus e foi morar no Albergue (da Florença) Cabeça do Alce, morri com esse nome 😛
    Adriana morreu de quê? Que até agora eu não sei
    Justina descobriu toda a verdade sobre Florença
    E esse gancho, gente? Quem será que levou o tiro? Justina ou Florença?
    Parabéns, Caíque!
    Ansioso para o último capítulo

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  2. Eita que capítulo maravilhoso!
    Será que o assassino é o Viriato? Ou o doente daquele alugador de casas? Mas acho que o Viriato irá morrer
    Coitada da Neusa 😢😢😢
    Eita, estou achando que Justina ingrata foi morta!
    Maravilhoso Caique
    Parabéns 😘

    Curtido por 1 pessoa

  3. Hum, comentarei primeiro o capítulo anterior: Fiquei esperando por quase todo o capítulo a hora em que Neusa enfiaria a faca em Cândida, o que não ocorreu😐 porém confessar-lhe-ei que o que vein depois foi muito melhor, Neusa denunciou a cafetina pro delegado acarretando a prisão da vilã, lavei minha alma vendo Cândida sendo estuprada. Me surpriendi com a fila na alcova de florença, que babado.

    Quanto à hoje, em choque até 2100 com o que veio depois da cândida ter sido estuprada, foi uma cena nojenta mas muito bem escrita, cândida tá comendo o pão q o diabo amassou, mas acho que não vai ser o suficiente, prevejo Neusa matando cândida para vingar a morte de Adriana, a bichinha, morreu no dia de finados :-O . Quem é o assassino do dia 6? Me conte Caíque! Não creio q justina quer matar a propria filha, será q foi florença que levou o tiro?

    Enfim descobrimos o pq do nome da web.

    Parabéns Caíque, muito que bom o penultimo capítulo. Agora empine o nariz e comemore seu sucesso, é mérito!😀😉

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  4. Entendi o título da trama… bem, pelo gancho, eu acho que a Florença atirou na Justina.

    Adriana morreu… olho pro meu teclado e não sei o que dizer, apenas sentir…

    E o assassino do sexto dia volta a agir… será que agora teremos algum avanço?

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  5. Que arrasso de web, em Caique. Candida pagando dos seus proprios pecados, Neusa coitada mau se viu livre e se depara com a sua filha morta ( alegria de pobre dura pouco ). Mas quem rouba a cena é Florença, sempre a achei safadinha, mas esse negocio do tiro tenho quase certeza que Florença tenha matato a mãe, já que os protagonista nunca morrem, ou morrem e seus espiritos ficam rondando por ai, se Florença tiver morrido ficarei muito surpreso , no maximo se os tiros tiverem sido nela, ela ficara machucada. Por fim, parabens imensamente Caique por essa que para mim é a melhor web que já teve na tv mix.

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  6. Chocadíssimo com o capítulo! Fico feliz que Cândida tenha feito novas amizades no presídio. kkkk.
    Justina descobriu o segredo da filha! Meu Deus, imagino a decepção!!
    Viriato foi investigar o assassino do sexto dia? Ideias passam pela minha cabeça agora.
    Esse gancho foi fantástico! Mas acho que Florença foi a atingida.

    Parabéns Caíque!!!🙂

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  7. Não entendi a morte da Adriana. Morreu do que? Será explicado?

    E que ganho triste. Mãe e filha disputando pra ver quem mata quem! Espero que Florença não tenha morrido, pois quero saber o passado dela, porque até hoje não engulo ela ser a santa que dizia.

    E finalmente, o assassino voltou. Já não era sem tempo rs

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  8. Caíque sempre se superando,esse capítulo foi inesquecível,cada cena foi bem explorada e se fosse uma novela global ganharia o emmy internacional com total certeza. Adriana foi morta pelo assassino do sexto dia? Quem morreu Florença ou Justina?E o que tem no tal baú do porão da casa de Getúlio ? Adorei essas sequencias.Eu acho que Justina vai morrer e Florença vai se tornar freira,Candida vai morrer no final ,Neusa vai casar com Viriato e Emílio vai ressuscitar.kkkk
    Caíque muito obrigado por ter criado esse clássico e espero que seja reprisado logo. Parabéns

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  9. Acho que esse foi o capítulo mais movimentado até agora, os três núcleos tiveram situações de suma importância, mas vamos por partes.

    Getúlio descobriu quem é o assassino do sexto dia, e a resposta desse enigma estava no baú, que curiosamente, estava na antiga casa de Florença. Suspeito né non? Mas o que poderia estar dentro daquele baú, e fazendo barulho?.

    E Adriana morreu, chocado, e a morte dela se deu sem mais nem menos, de que será que ela morreu? Será que Adriana foi a vítima do assassino do sexto dia? Pouco provável, mesmo porque a garota foge do padrão do serial killer. Porém, levando em conta a possibilidade da menina ter sido assassinada e que minha principal supeita, Florença, estava naquele mesmo albergue até algumas horas antes, eu não descarto por completo tal teoria.

    E Florença foi desmascarada, e ela briga com a mãe. E claramente, a arma disparou, mas em quem pegou o tiro? Provavelmente em Justina.

    Ótimo capítulo, parabéns Caíque😀

    Curtido por 1 pessoa

  10. Choque, consegui entender tudinho, e pelo que vi essa história teve muitas reviravoltas. Neusa mesmo explodindo de alegria com a prisão de Cândida teve que se contentar com a morte da filha como ”recompensação” de tanto tempo passado por humilhação naquela casa de prostituição. Getúlio consegue decifrar o enigma dos assassinatos, mas qual será essa tal mistério? De onde será que todos esses crimes saírem e os motivos também… Justina descobriu pior maneira a ”profissão” da filha, chocante, o que foi aquilo que Justina disse de Florença?😮
    JUSTINA: Eu já sei como você conseguiu todo este dinheiro, Florença! Sendo puta, como eu sempre soube que você era! Para quantos homens você deu essa boceta? Vadia, rameira!, apenas em choque com tudo isso e quem será que levou o tiro, mãe, filha, ou um personagem que estava na porta que acabara de chegar? 🙄

    Parabéns Caíque❤😀

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  11. Excelente capítulo Caíque! Cândida sendo humilhada na prisão, merece, mas confesso que senti pena. A cena do vômito foi muito nojenta. Florença comprou uma casa, mas o destino quis( digo o Caíque quis) que Justina descobrisse As Cartas Para Florença. Que cenão. Agora entendo a ligação do pedido de Leopoldina com o assassino do 6 dia. Na casa Getúlio encontrou no baú a pista pra desvendar o assassino. Mas o que será, só amanha pra saber!
    Neusa ficou imensamente feliz e sentiu-se vingada com a prisão de Cândida, foi pra um abrigo feliz e de repente percebeu que sua filha Adriana estava morta. (Pensando aqui, será que o cliente que foi pra alcova com Adriana não é o assassino?) Que cena triste, Neusa não merecia isso. Será que Tales vai ficar com Florença? Justina irá perdoar ou matar Florença? Que capítulo ágil, bombástico, bem escrito, enfim o melhor até agora. Cada capítulo melhora muito, ansioso pro último e decisivo capítulo do fenômeno Cartas Para Florença! Eu acho que Justina tem que perdoar a filha, afinal tudo que Florença fez foi pra ajudar ela(Justina). Mas tudo ode acontecer. Caíque você tem vários finais possíveis, mas certamente escolherá o melhor e mais coerente para dar fim a essa trama que fez muito sucesso, foi um grande fenômeno. Alcançou índices pouco vistos no blog. Isso tudo se deve ao seu talento, a sua dedicação de pesquisar a escrita e elementos da época. Estou feliz por você ter conseguido escrever cada dia melhor. Até amanhã no último e decisivo capítulo de CARTAS PARA FLORENÇA!

    Curtido por 1 pessoa

  12. Espero que o que houve ontem entre a gente tenha sido “Águas Passadas” e que você nn tenha se magoado pelo meu modo de pensar a respeito sobre umas coisinhas aí, okay? Mas eu penso de uma maneira, mas enfim. Não deixarei de acompanhar a trama por causa disso.

    Primeiramente, eu queria saber o motivo pra vc matar a Adriana, gente… Coitada! Sofri demais aqui. O ato que ela sofreu mexeu muito com seu psicológico de uma maneira turbulenta e triste. Agora a pergunta é: Será que Adriana morreu por conta do assassino do sexto dia? Espero que nn. E Neusa tem que morrer também, aí irei acreditar que ela amou realmente a menina.

    Sobre o baú, eu nn sei o que tem dentro dele, sério. Apenas vem na mente que seja o “pirulito” do Emilio vivo, morro.😛

    E a máscara de Florença caiu, e caiu bonito. Justina descobriu as supostas “cartas” que afirmavam que a sua filha era uma vadia. “Sendo puta, como eu sempre soube que você era!” Então Justina desconfiava que sua filha não era quem ela imaginava? Gente… E a arma disparou!😮 Quem será que morreu? Tudo aponta pra Justina, pois Florença ainda vai aprontar muito nesse último capítulo. Pode anotar.

    Capítulo bomba e ótimo, Caíque! Diálogos ótimos na hora da revelação, adorei. Parabéns!😀

    Curtido por 1 pessoa

  13. “Para quantos homens você deu essa buceta?” Épicooooooo! E sobre Florença:

    Eu já sei que é o assassino/a, e não é o Alcides. Algo me diz que eu não vou ser tombado. Parabéns😀

    Curtido por 1 pessoa

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