A Divina Vingança – Capítulo 02

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Vingança é um prato que se come frio

 

CENA 1 – Rio de Janeiro, Barra da Tijuca, Apartamento de Renata, Sala, Noite

Paulo se aproximava do apartamento de Renata com um buquê nos braços. Ele sabia que flores amoleciam quase sempre o coração da namorada quando eles brigavam. Bateu na porta poucas vezes, não demorou muito para ela abrir.

RENATA: Ah, é você. – falou, assim que abriu a porta – Já sei, veio pedir desculpas.

PAULO: Acertou. – falou ele, sorrindo – Renata, você sempre soube que eu sou um rapaz de opiniões fortes, não deixe que pequenos detalhes atrapalhem a nossa relação, que sempre é tão boa. – ela olhou para aquilo, e como sempre, sorriu.

RENATA: Se eu não te amasse muito e não soubesse que você tem um bom coração, não estaria mais com você. – Ela então abre a porta para ele entrar, tão logo ela fez isso, ele se aproximou dela e a beijou, um beijo apaixonado, como sempre era.

PAULO: Me desculpa tá bom, as vezes eu não sei como expressar as minhas opiniões e acabo sendo rude.

RENATA: Eu sei, só queria entender o porquê de tanto ódio.

PAULO: Não vamos começar isso de novo, tá bom? – de repente então o celular dele começa a tocar. Quando ele olhou, viu que era o seu supervisor. – Alô?

SUPERVISOR: Paulo? – Este homem estava longe dali, dentro da sala de Pedro.

PAULO: Sim, precisa de alguma coisa supervisor? – O homem estava ofegante.

SUPERVISOR: Aonde você está agora ?

PAULO: No apartamento da minha namorada, na Barra…

Antes mesmo de Paulo terminar a frase, seu supervisor o interrompe.

SUPERVISOR: Venha agora para a Couto agora mesmo!

PAULO: Mas o que aconteceu?

SUPERVISOR: Alguém atirou no Pedro! E ele está perdendo sangue, nem sei se ainda está vivo. Você é o médico que está mais perto, venha ajudar! – Paulo olhou para a namorada com uma expressão de preocupação.

 

CENA 2 : Ruas do Rio de Janeiro, Noite

Letícia voltava da sede das Empresas Dias, ali havia feito algumas descobertas com Mariana, e voltava refletindo e em silêncio.

“MARIANA: Eu senti alguma coisa quando olhei pra ele”

Lembrava-se da fala de Mariana assim que se despediram.

LETÍCIA: Sentir alguma coisa é algo perfeitamente normal Mariana. (T) Nós temos é que ter certeza de que o que estamos pensando é verdade ou não. – De repente o celular de Letícia começou a tocar e ela o atende pelo auto falante do carro.

LETÍCIA: Alô? – Era Renata quem ligava para a conhecida.

RENATA: Letícia, aconteceu uma tragédia.

LETÍCIA: Renata, é você? O que foi que aconteceu?

RENATA: Alguém invadiu a Couto e atirou no Pedro.

LETÍCIA: O quê? – Imediatamente arregalou os olhos, atônita.

RENATA: É a verdade, o Paulo acabou de sair daqui pra ir socorre-lo, o supervisor disse que alguém invadiu a sala dele e atirou nele.

LETÍCIA: Eu não acredito, vou para lá agora verificar. – Então começou a se encaminhar a sede da Empresa, sem acreditar no que estava acontecendo.

 

CENA 3: Rio de Janeiro, Recreio dos Bandeirantes, Casa de Andrea, Sala, Noite

Numa das poucas folgas que tinha do seu trabalho como jornalista, Andrea recebia o filho, após algum tempo sem vê-lo, Marcelo chegava animado, louco para rever a mãe. Tão logo ela abriu a porta, sorriu.

ANDREA: Filho! – O abraçou fortemente depois de tanto tempo separados.

MARCELO: Ai mãe, que saudade! – não demorou muito para os dois se soltarem.

ANDREA: Meu filho, como você está bonito. – Passou alguns segundos o admirando e acariciando seu rosto. – Achei que não voltaria mais de Portugal.

MARCELO: Ai mãe, não exagere. – Falou, sorrindo.

Os dois começaram a conversar sobre diversos assuntos, até que de repente um plantão na TV chamou a atenção dos dois.

JORNALISTA: Interrompemos a nossa programação para dar uma notícia importante. O proprietário do grupo Couto, Pedro Couto, foi baleado agora pouco na sua sala, dentro da sede da empresa, na Barra da Tijuca. O empresário encontra-se em estado crítico, e corre grande risco de morte, ele foi levado agora pouco para o hospital da Empresa, por enquanto a polícia ainda não tem pistas de quem pode ter sido o culpado pelo atentado. – Os dois ao ouvir aquilo se olharam, atônitos.

MARCELO: Isso não pode ser verdade. – Falou, já tendo lágrimas nos olhos. – Não, ele não pode morrer! – Falou, jogando um dos vasos da casa no chão.

ANDREA: Calma filho, disseram que ele ainda não morreu. – Marcelo começou a respirar fundo, ofegante e nervoso.

MARCELO: Eu vou até lá! Eu preciso vê-lo. – E então deixou tudo pra trás e correu para o carro.

ANDREA: Meu filho, espera! – Ela não conseguiu fazer nada, ele simplesmente correu para o carro, deu a partida e se foi.

 

CENA 4 : Hospital das Empresas Couto, Sala de Cirurgia, Noite

É possível mostrar Pedro sendo levado junto a uma equipe de médicos, de forma rápida para a sala de cirurgia, Paulo tenta opera-lo, mas antes que pudesse fazer a incisão, os batimentos dele param. A equipe ainda tenta reanima-lo, mas não consegue. Pedro Couto estava morto e Paulo apenas tira a máscara, cheio de frustração. Pouco tempo depois, é mostrado o carro de Marcelo se aproximando, e o mesmo correndo em direção ao hospital. Ao chegar lá, dá de cara com Letícia, que assim como ele, estava abatida.

MARCELO: E então? Como ele está? – Marcelo perguntava, desesperado.

LETÍCIA: Eu não sei, eu cheguei aqui a pouco, mas tô com um mal pressentimento Marcelo.

MARCELO: Ele vai sobreviver! Ele tem que viver. Eu não sei o que fazer da vida sem o meu pai Letícia! – Marcelo começa a lagrimar, enquanto tem boas lembranças do pai, em momentos felizes como nos aniversários, ou nas brincadeiras.

Os dois ficam por diversos minutos na incerteza, até que Paulo sai de dentro da sala de cirurgia, abatido.

MARCELO: Doutor? Você sabe alguma coisa do meu pai? Ele está bem? – Marcelo tinha esperança de ter boas notícias, mas a feição de Paulo deixava tudo muito claro.

PAULO: Eu sinto muito, eu tentei salva-lo, mas ele não conseguiu resistir. (T) Faleceu antes mesmo que eu pudesse tentar uma cirurgia de emergência, eu sinto muito, vou até a assessoria de imprensa dar o boletim médico. – Falou, vendo a feição de Marcelo mudar.

MARCELO: Não pode ser. –Disse com lágrimas caindo dos olhos. – Não! O meu pai não, o meu pai não. – Dizia, tendo a feição triste tomando conta. – Eu vou me vingar de quem fez isso Letícia! Eu vou me vingar de quem levou o meu pai de mim!

CENA 5 : Barra da Tijuca, Centro de Convenções, Tarde

É possível ver cenas do velório de Pedro, várias pessoas, importantes e desconhecidas, entram naquele prédio, afim de se despedir de Pedro. Marcelo estava pálido, cheio de olheiras, ele sentia profundamente a perda do pai, como se tivessem arrancado dele uma parte do corpo. O seu coração aquela altura se enchia de ódio e ele não conseguia engolir a morte do pai daquela forma.

E ele iria querer se vingar.

MARCELO: Eu vou descobrir quem fez isso… – Dizia ele, acompanhado da mãe Andréa, enquanto olhava para o caixão descoberto. – E eu vou fazer essa pessoa pagar.

ANDREA: Esqueça isso meu filho, a polícia vai fazer o trabalho dela, deixe que ela trabalhe, agora você tem outras prioridades, você tem que terminar a sua faculdade e com a morte do Pedro, você é a única opção para gerir este grupo enorme.

MARCELO: Eu sei e eu farei tudo isso, mas não vou abdicar do gosto de ver a pessoa que fez isso sofrer o tanto quanto eu. – Seus olhos encontravam-se marejados.

Diversas pessoas conhecidas entravam na sala, entre elas, o dono do Grupo Dias, Geraldo.

MARCELO (pensando): Será se foi ele? Ele pode ter tido motivos, sempre foi rival do meu pai, além disso, eu sinto que tem muito mais coisas que eu não sei sobre essa história.

A vice presidente Rita também entrava lá, sozinha, vestida de preto, sem esboçar qualquer reação.

MARCELO (Pensando): Meu pai sempre falou tão bem de você. Não é possível que você possa ter feito isso com ele. – Pensava enquanto olhava para Rita.

Entretanto aquela frieza que ela demonstrava chamou a atenção dele e também uma garota, desconhecida, no meio de todas aquelas pessoas, bonita, ruiva. Era Flávia, ela entrou, e ao ver o rosto dele, sorriu levemente. E sussurrou…

FLÁVIA: E por fim, olha quem terminou pior, eu espero que esteja no inferno, empresariozinho arrogante. – E então ela continuou andando, sem demonstrar mais nenhum sentimento.

 

CENA 6 : Rio de Janeiro, Cemitério, Tarde

Aos poucos aquele lugar foi esvaziando, e logo todos se encaminhavam para outro local. No cemitério, o corpo do pai era levado, um olhar vazio, era o que se via no rosto de Marcelo. Uma marcha fúnebre tocava ao fundo, e então ele viu, sem derramar uma lágrima naquele momento, seu pai ser enterrado. E continuava desnorteado, sem saber o que fazer. Todos começaram a ir embora, entretanto ele foi o último a ficar ali, olhando para aquela lápide.

De repente se ouvem passos, e se vê Paulo se aproximando dele.

PAULO: Eu sinto muito – falou, olhando para Marcelo. Assim que ouviu a voz dele, virou-se para vê-lo. – Eu fiz tudo o que eu pude.

MARCELO: Eu sei disso doutor, eu agradeço da mesma forma. – Logo Marcelo voltou a olhar para lápide do pai.

Paulo se aproximou, e logo os dois estavam lado a lado, olhando para o chão, ou seria o vazio? Onde já não existia mais vida.

PAULO: Ele era muito importante pra você, não era?

MARCELO: Muito. (T­) Eu estou perdido agora sem saber direito o que fazer da vida, nem terminei a faculdade ainda e agora vou ter que assumir esse monte de empresas sozinho.

PAULO: Eu sei como você se sente.

MARCELO: Sabe?

PAULO: Sei. Eu não tive pai, eu cresci sem pai. (T) Eu não sou brasileiro, sou português e lá em Portugal, certa vez, a minha mãe namorou um brasileiro, ela engravidou e ele fugiu, com medo. Então eu cresci sem pai, muitas vezes na vida eu queria ser guiado por alguém, ter alguém que pudesse me dar um conselho, dizer pra onde rumar. (T) E não tinha… – Marcelo ficou durante alguns segundos olhando para Paulo, o admirando, como se tivesse alguma lembrança dele, de algum lugar.

Até que a recordação emergiu automaticamente.

 

CENA 7: FLASHBACK, BAR DE LISBOA, Noite, 2016

Era uma noite quente. Marcelo, entre os poucos intervalos que tinha da faculdade, ia para um bar afim de beber alguma coisa.

MARCELO: Eu quero o de sempre. – falou para o garçom que sempre o atendia, e na maioria das vezes Marcelo fazia o mesmo pedido, repetidas vezes.

Marcelo ficou olhando ao redor, afim de ver as pessoas que estavam por perto, até que viu um rapaz ali por perto. Assim como ele, sozinho, era um rapaz bonito, era Paulo.

 

CENA 8: Rio de Janeiro, Cemitério, tarde.

Marcelo olhou então para Paulo, e sorriu.

MARCELO: Eu já vi você.

PAULO: Ah é? Onde?

MARCELO: Em Portugal, num bar, há 2 meses.

PAULO: Sério? Mas eu não lembro de você.

MARCELO: A gente não chegou a se falar, eu só lembro te ter te visto.

PAULO: Ah, entendi. Eu preciso ir agora, ainda tenho que trabalhar hoje. Mais uma vez, meus pêsames. – Falou com uma firmeza no olhar e um aperto de mãos. – Espero que você consiga alcançar a paz que precisa, Marcelo. – E logo começou a andar – E, o meu nome é Paulo Dias… Até mais.

Ele partiu, mas Marcelo permaneceu pensando em Paulo enquanto o via sumir no horizonte.

MARCELO: O que você acha disso pai?

A câmera começa a andar, e foca então em um rapaz mal vestido, que olhava Marcelo de longe, por algum motivo. Podia se ver, era Luan, de novo, era um homem misterioso, e que estava cada vez mais próximo da família de Marcelo.

 

DIAS DEPOIS

 

CENA 9: Rio de Janeiro, Joá, Mansão dos Couto, Sala de Jantar

Marcelo ainda continuava abatido, de luto, entretanto, a vida precisava seguir. Uma empresa inteira precisava de um gestor, e ele era o único herdeiro que aquela empresa tinha. A imagem mostra ele se vestindo, enquanto se mostrava pensativo.

LETÍCIA: Bom dia. – Cumprimenta assim que vê Marcelo descendo as escadas.

MARCELO: Bom dia. – ele sentou e começou a comer, ainda pensativo.

LETÍCIA: Como você está?

MARCELO: Pensativo. (T) Eu ainda não sei direito como gerir tudo aquilo e eu tenho algumas ideias, mas eu não sou totalmente um empresário, por isso tenho medo de não conseguir fazer direito, e colocar todo aquele lugar abaixo.

LETÍCIA: Tenha calma, aquilo não é um bicho de sete cabeças, você é inteligente, com as pessoas certas eu tenho certeza que você vai conseguir.

MARCELO: É. Eu preciso das pessoas certas.

LETÍCIA: E também saiba que você não deve confiar em ninguém. Em todo esse tempo que eu estive junto do seu pai, uma coisa eu aprendi. Aqui, não se confia em ninguém. – aquilo ficou na cabeça dele, durante muito tempo.

 

CENA 10: Rio de Janeiro, Empresas Couto, Sala da Presidência, Manhã

Enquanto se encaminhava para a empresa, pensava que deveria montar sua própria equipe, diferente da do pai, com pessoas que ele se identificava. Além disso, não conseguia esquecer-se do que havia prometido fazer. A câmera mostra ele chegando ao prédio, quase como o pai. Andava por todos os corredores, entrava no elevador, e logo estava no topo, junto a sala da presidência. Assim que a porta do elevador abriu, ele viu Rita ali.

RITA: Bom dia, Marcelo. – falou ela, o olhando com um olhar quase idêntico aquele que ela viu o antigo chefe no caixão, um olhar frio e sem sentimento.

MARCELO: Bom dia Rita.

RITA: Então você decidiu assumir de vez o cargo do seu pai?

MARCELO: É, decidi, sem o meu pai, essa empresa precisa de mim. (T) Reúna a todos os diretores, eu irei fazer uma reunião e também chame algum decorador e mande mudar a sala de presidência pra outro lugar, eu não quero trabalhar ali.

RITA: Mais alguma coisa?

MARCELO: Já ia me esquecendo, eu quero que mande algum funcionário puxar a ficha de um médico e também do nosso maior concorrente.

RITA: E quem seriam eles? – Ela perguntava curiosa.

MARCELO: O médico Paulo Dias e o nosso concorrente, é o dono do Grupo Dias, o Geraldo.

 

CENA 11: Rio de Janeiro, Empresas Couto, Sala de reuniões, Manhã

Marcelo trabalhava naquele local, entretanto aquela manhã ele não estava muito ligado totalmente na empresa, ele apenas observava todos ao seu redor, enquanto fingia estar trabalhando, pois ele queria entender com que tipos de pessoa ele estava lidando. Algo dizia que o assassino de seu pai estava trabalhando naquela empresa.

RITA: Marcelo, o pessoal do RH conseguiu o que você queria, aqui estão as fichas.

Disse ela deixando as fichas sobre a mesa de Marcelo.

MARCELO: Eu vou querer também o balanço financeiro detalhado. – Falou, arrancando um olhar de surpresa dela que naquele momento. Ela logo saiu e o deixou só, enquanto ele olhava aquelas pastas. – Paulo, médico cardiologista, 30 anos, formado na Universidade de Coimbra… – Marcelo ficou a pensar – Uma pessoa que eu possa confiar. – Continuou então a ler. – Nunca teve problemas com a empresa, é pontual, cumpre bem o seu papel, recebeu o prêmio de Melhor Médico do Hospital 2 vezes e pode assumir a diretoria no próximo ano. – Logo ele pegou também o que tinha a respeito do concorrente. – Geraldo Dias, 45 anos, empresário, co-fundador do Grupo Couto. – Leu aquilo com uma feição de surpresa. –  Amigo de Pedro há uns 20 anos atrás e brigaram por um motivo desconhecido, e por esse motivo os dois mantém a rixa até hoje. Será que ele poderia ter matado o meu pai por raiva? – Ficou a pensar.

Marcelo pega o telefone e liga para Rita.

MARCELO: Ligue para o Paulo, preciso falar com ele.

Tão logo ele falou isso, os diretores começaram a entrar na sala, como ele havia solicitado. A última a entrar foi Rita.

MARCELO: Bom dia a todos. – Ele falou. – Eu quero dizer uma coisa antes de começarmos, agora que o meu pai se foi, eu sou o proprietário dessa empresa, e por consequência, presidente, portanto eu irei conhecê-la por inteiro, saber a situação, e se tudo estiver como eu imagino, manter o modo de gerência do meu pai, entretanto eu não pretendo manter a mesma equipe. – Todos começaram a se olhar, incrédulos. – O motivo é bem simples, eu não conheço vocês, não sei se posso confiar em todos, além disso, não sei como trabalham e talvez o trabalho de vocês não me agrade como agradou a meu pai e por isso ficaria observando por 1 mês o trabalho de todos vocês e, ao final disso darei o veredito que quem sairá da diretoria. – Quase que na mesma hora a porta da sala foi aberta por Paulo. Ao ver o tanto de pessoas que estavam ali, ele se assustou – Ah, você chegou! – Falou, indo até a porta.

PAULO : Você queria falar comigo?

MARCELO: Sim, queria. (T). Pessoal, esse é o novo diretor geral da empresa. – Todos olharam para ele, incrédulos.

 

CONTINUA…

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37 thoughts on “A Divina Vingança – Capítulo 02

  1. Ainda não dá pra tirar uma conclusão de quem seja o assassino, apesar das suspeitas estarem escancaradas. Mas o roteiro insinua que o assassino está bem perto de Marcelo, está dentro da empresa, e a pessoa mais óbvia é Rita.

    Ainda me encontro perdido com os personagens secundários, e eles não me despertam muito interesse, mas vamos fazendo. Parabéns 😀

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  2. Marcelo pode ser um personagem interessante… só quando está sozinho. Ele é altamente artificial quando contracena com outros personagens. Talvez seja uma estratégia de defesa, afinal fora orientado a não confiar em ninguém… mas antes mesmo de receber tal orientação, ele protagonizou um momento meio leitura de mentes com o Geraldo e a Rita no enterro do Pedro. Marcelo me dá medo.

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  3. Bom, eu li os dois capítulos, farei uma breve análise dando minha opinião rapidinho antes que a contagem de audiência acabe. Achei seu texto bom, tem uns erros ortográficos ali e aqui, mas nada que não possa sor corrigido em breve. A história ainda não me instigou, confesso, acredito que isso se deve ao tema vingança, que anda tão batido na TV, mas não vou julgar isso agora, pois a trama está recém no início, tem muito pela frente e espero ser surpreendido com o desenrolar desses conflitos. Não tenho mais muito o que falar, como é início, não estou familiarizado com os personagens e seus dramas, aos poucos absorvo a atmosfera delas. Desejo muito sucesso e criatividade a você, Lucas! 😀

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