A Divina Vingança – Capítulo 11

O Reencontro Inacreditável

ANO DE 2016

 

CENA 01: Mansão dos Couto, Quarto de Marcelo, Manhã

Marcelo olhava para Paulo sem acreditar no que tinha acabado de ouvir da boca dele.

MARCELO: O que é que você disse Paulo?

PAULO: Eu me apaixonei por você Marcelo, não sei como aconteceu, não sei por que aconteceu, mas a verdade é que eu não consigo viver longe de você, eu não consigo, nunca senti isso por ninguém.

MARCELO: Você tem certeza disso que está me dizendo Paulo?

PAULO: Certeza absoluta Marcelo. – falava, enquanto os dois se olharam quase que imediatamente Paulo beijou Marcelo novamente, porém dessa vez com mais vontade, com mais força. Era possível sentir os sentimentos que vinham deles dois, era possível sentir a paixão, Paulo quase que inconscientemente, empurra Marcelo para a cama e continua o beijando.

Com os batimentos acelerados ao máximo, Marcelo puxa a camisa de Paulo e ao tirá-la, joga longe, a respiração dos dois era ofegantes, Paulo começa a deslizar a mão pelo corpo de Marcelo e aperta tudo o que pode, parecia que naquele momento, os dois queriam tirar de si toda a saudade que  os rondava.

 

CENA 02 – Empresas Dias, Manhã

Geraldo estava empenhado nos seus trabalhos após a conversa com Mariana, passava suas mãos por diversos papéis até que de repente um lhe chamou a atenção. Era do laboratório que havia feito o exame de DNA com Mariana. Quase que imediatamente ele correu e abriu o envelope.

 

“Meu Deus, é agora ! Será se eu reencontrei a minha filha ?”

 

Logo quando terminou de abrir o envelope pegou o papel que estava dentro e começou a ler.

GERALDO: De acordo com as amostras de DNA coletadas dos examinados, é possível afirmar que o Sr. Geraldo Dias é pai da Srta Mariana. – Geraldo ao ler tudo aquilo, logo esboçou um enorme sorriso. A sensação de felicidade tomava conta de si, como há um bom tempo não acontecia. – Encontrei a minha filha!

Lágrimas de felicidade tomaram conta de seu rosto.

 

CENA 03 – Mansão dos Couto, Quarto de Marcelo, Manhã

Após todo aquele acontecido, Marcelo e Paulo estavam despidos abraçados no quarto.

PAULO: Me perdoa… Me perdoa por tudo o que eu fiz, não foi fácil reconhecer a verdade Marcelo, a verdade de que eu estava extremamente consciente naquela noite, e que você me atrai demais, como quase ninguém conseguiu.

MARCELO: Tudo o que aconteceu fica pra trás Paulo, não vale a pena ficar mais relembrando. Eu só queria saber, como você conseguiu mudar tanto.

PAULO: A verdade estava dentro de mim Marcelo, eu só não queria reconhecer, não parava de pensar em você um segundo que seja, naquilo que aconteceu. Isso me deixava triste, com raiva. Aquela altura eu não queria ter aqueles pensamentos. Sei lá, eles dominavam a minha cabeça de uma forma que eu não estava conseguindo nem viver em paz, então eu procurei a Renata, afinal ela era a única pessoa que eu conhecia e confiava e ela disse que eu devia procurar um psicólogo, eu procurei e ele meio que me ajudou a enxergar um pouco melhor a realidade, e pouco a pouco eu acabei me acostumando com o que estava sentindo e enfim assumindo pra mim mesmo a verdade.

Marcelo sorri.

MARCELO: É muito bom ouvir, mas eu quero saber se ainda vou poder contar com você pra aquele assunto.

PAULO: Qual assunto? – Paulo olhou para Marcelo e não demorou muito pra entender. – Você está falando de se vingar da morte do seu pai?

MARCELO: Claro! Paulo, eu descobri tanta coisa, além daquilo que você já sabe, que a Rita tentou sabotar as contas da empresa, tem mais, muito mais, e eu já descobri quem é o culpado de tudo.

PAULO: Quem?

MARCELO: Elas… Rita e Flávia.

 

CENA 04 – Apartamento de Mariana, Manhã

Mariana estava em casa, sozinha, pensando, quando escuta novamente a campainha tocar.

MARIANA : Calma! Já estou indo!

Rapidamente ela a abre.

MARIANA: Geraldo, você por aqui de novo?

GERALDO: Sim, porém agora eu tenho uma novidade que vai te deixar animada.

MARIANA: O que é?

GERALDO: O resultado do teste de DNA chegou…

MARIANA: E então? Qual é o resultado Geraldo? – Interrompeu.

GERALDO: Você é minha filha! Você é a minha filha perdida Mariana. – A feição dela era de completo espanto. Ela estava atônita – Eu não acredito, não acredito que enfim encontrei você depois de tanto tempo. – Dizia ele se aproximando dela. – Eu já tinha perdido as esperanças! Mas encontrei você!

MARIANA: Eu encontrei o meu pai, descobri de onde vim, enfim… – dizia ela, o abraçando – Mas você não sabe, eu tenho outra novidade.

GERALDO: Então fala logo, hoje eu quero saber de tudo!

MARIANA: Eu já encontrei o meu irmão perdido, o Luan, fizemos um exame de DNA, eu tenho certeza que ele é meu irmão. – A feição de Geraldo era de completa felicidade.

GERALDO: Não posso acreditar que depois de tanto tempo, enfim, eu posso abraçar meus dois filhos! – Dizia, sentindo lágrimas caírem dos seus olhos.

 

CENA 05 –Mansão dos Couto, Quarto de Marcelo, Manhã

Paulo imediatamente se levantou e olhou para ele.

PAULO: Foram elas? Como você sabe?

MARCELO: Existem alguns grampos nos telefones da empresa. Eu pedi o conteúdo das ligações e ouvi elas combinando tudo! Foram elas Paulo, elas quem tiraram o meu pai de mim.

PAULO: Meu Deus, mas porque elas fariam isso Marcelo?

MARCELO: É óbvio Paulo, elas queriam a empresa pra si, mataram o meu pai pra facilitar, mas tinha eu pelo caminho. Tentaram me tirar de alguma forma, primeiro com aquela retirada estratégica que eu tive que fazer perante os sócios e depois com esse acidente que eu botaria minha mão no fogo para provar que foi uma sabotagem, elas querem a empresa pra elas, mas não vão conseguir.

PAULO: Mas que biscates de primeira ein!?

MARCELO: Mas elas vão se arrepender de ter feito isso.

PAULO: Você não vai esquecer mesmo essa vingança não é?

MARCELO: Não… Eu não vou conseguir descansar enquanto não ver elas perderem tudo! E principalmente, enquanto não ver elas chorarem na minha frente, como eu chorei um dia, mas sabe, hoje isso é mais que um capricho meu.

PAULO: Como assim?

MARCELO: Já não sei mais se o meu pai era quem eu pensava que era, Paulo, meu avô me falou coisas e a Letícia com a Mariana também, o meu pai pode ser quem eu não esperava que fosse.

PAULO: O que você quer dizer com isso?

MARCELO: A história é longa Paulo, mas é basicamente isso, meu avô desconfia que meu pai pode ter culpa na morte de um irmão gêmeo que ele tinha. A Letícia e a Mariana dizem que o meu pai pode ter sequestrado duas crianças do seu lar e colocado para a adoção. Eu mesmo não acredito nisso! Não acredito que o meu pai possa ser esse monstro que estão dizendo.

PAULO: Tem calma, tudo vai se resolver, logo saberemos quem realmente tem a razão nesta história e eu também tenho mais uma novidade pra te contar.

MARCELO: Ah é  Qual?

PAULO: Descobri quem é meu pai.

MARCELO: Sério? Quem é?

PAULO: O Geraldo Dias.

 

CENA 06 – Apartamento de Flávia, Manhã

Flavia tomava o seu café dá manhã quando de repente a campainha tocou, diversas vezes.

FLÁVIA : Já estou indo! – falava, tentando fazer a pessoa parar com aquele barulho. Logo quando abriu a porta, viu ali Rita, a olha-la.

RITA: Consegui.

FLÁVIA: O que você conseguiu?

RITA: O nosso passaporte pra liberdade, nós precisamos sair desse país Rita, ir pra outro lugar, o quanto antes, antes mesmo que o Marcelo consiga fazer uma denuncia. Ficamos algum tempo lá fora até as coisas esfriarem e depois voltamos.

FLÁVIA: Você acha mesmo que isso é necessário?

RITA: Claro Flávia! Ou é isso, ou nós vamos pra cadeia ou melhor, você vai porque eu não vou ser presa de forma alguma.

FLÁVIA: É, você tem razão.

RITA: Comprei duas passagem pra depois de amanhã. A gente viaja pra bem longe, aonde o Marcelo não nos ache e depois voltamos é isso que faremos…

 

CENA 07 – Mansão dos Couto, Quarto de Marcelo, Int, Manhã

Marcelo foi quem se levantou ao ouvir aquilo.

MARCELO: O Geraldo? Ele é o teu pai Paulo?

PAULO: Sim é ele, minha mãe confirmou, ela me disse que ele foi a Portugal quando ela era mais jovem, eles ficaram e pouco tempo depois ele precisou voltar. Logo depois ela descobriu que estava grávida, entretanto só sabia o nome daquele rapaz. Só anos depois veio descobrir quem ele era e não o procurou, pois não queria que ele pensasse que ela estaria fazendo aquilo por dinheiro.

MARCELO: Agora eu entendo.

PAULO: Eu até pensei em procura-lo, mas sei lá, depois de tanto tempo e também ele pode simplesmente pensar que eu estou aparecendo agora atrás de herança ou algo do tipo e isto não é verdade, mas as vezes eu realmente sinto falta de um pai, de alguém que me dê conselhos como um pai dá a um filho.

MARCELO: Calma, se for de acontecer vai acontecer, mas eu acho que você deveria sim ir procura-lo. Sei lá, saber como ele é, Geraldo me parece um homem tão triste, tão sem alma, quem sabe se ele souber que tem filhos possa se alegrar. – dizia ele, o olhando – é, mas já chega de falar dos nossos problemas… – falava ele, sorrindo – porquê você demorou tanto pra perceber a verdade ein? Nós dois perdemos muito tempo – falava, o beijando.

PAULO: Quem sabe assim seja melhor.

MARCELO: É, quem sabe…

 

CENA 08 – Sala da Mansão dos Couto,  Manhã

Paulo descia as escadas da mansão. Entretanto dessa vez vestia um roupão.

LETÍCIA: Nossa… Que eternidade foi. – Letícia se levantava ao ouvir passos na escada, entretanto ao ver Paulo vestido daquela forma, logo entendeu a demora. – Ah, agora entendi. 

MARCELO : Você quer comer alguma coisa?

PAULO: Não se preocupe Marcelo eu não estou com fome.

Paulo continuou andando até se deparar com Luan.

LUAN: Letícia, você sabe o porquê da Mariana está ligando tanto para esse celular?

LETÍCIA : Será se aconteceu algo? – Paulo apenas o observava, e notava o quanto ele era bonito.

MARCELO: Não fala mais com as pessoas ein Luan? – logo Luan o olhou, e sorriu.

LUAN : Marcelo. – O seu sorriso era alvo como sempre. – Não sabia que já tinha voltado. Eu queria ter ido te ver, mas a Letícia disse que era pra eu ficar aqui na Mansão em caso de alguma novidade.

MARCELO: Entendi, parece que as roupas que a Letícia te deu ficaram ótimas. – Falava o olhando. Paulo via tudo aquilo com desconfiança. A contrariedade estava estampada no seu rosto.

PAULO: Marcelo? Quem é esse rapaz?

 

 

CENA 09 – Apartamento de Mariana, Manhã

Mariana e Geraldo não paravam de se olhar, um segundo que fosse.

GERALDO : Eu não acredito que isto está acontecendo meu Deus. – Falava, sorrindo. – Tenha a certeza, não deixarei que mais nada nos separe, vocês são o único fio de esperança que essa minha vida ainda tem. – Mariana sorria, retribuindo o carinho.

MARIANA: Anda… Precisamos ir!

GERALDO : Ir? Mas pra onde?

MARIANA: Ver o meu irmão, ele precisa saber que tem pai e irmã!

GERALDO: Mas aonde ele está?

MARIANA: Na Mansão dos Couto, no Joá.

GERALDO: O que? Na mansão dos Couto?

MARIANA : É, ele vive lá e tem uma certa afinidade com o Marcelo, mas enfim, depois discutimos isso. O importante é que precisamos ir lá, ele precisa saber!

 

CENA 10 – Joá, Sala da Mansão dos Couto, Manhã

Marcelo olhava pra Paulo e via no olhar dele a desconfiança.

MARCELO: Esse daqui é o Luan, Paulo. Ele é um rapaz que estava precisando de uma ajuda e eu ajudei, dei casa, roupa, enfim e esse é o Paulo, Luan… – falava ele, andando até Paulo – É o meu… – Marcelo olhou pra Paulo, que também o olhou – Melhor amigo lá da Empresa.

LUAN : Prazer. – Falou ele, sorrindo, mas por algum motivo Paulo não havia gostado muito dele.

Logo ouviram a campainha tocar.

LETÍCIA: Eu atendo

Assim que atende se depara com Geraldo e Mariana.

LETÍCIA: Geraldo? Mariana? O que vocês estão fazendo aqui?

MARIANA : Nós descobrimos tudo Letícia. Tudo! – Dizia ela, sorrindo. Letícia olhou para Geraldo e pra ela, e logo entendeu.

LETÍCIA: Descobriram Mariana?

MARIANA : Sim! – A câmera foca em Paulo que olha pra porta apreensivo ao ver o seu pai ali. Imediatamente os dois entram. – O Geraldo é o meu pai de verdade Letícia! Nós fizemos um teste de DNA e ele confirmou tudo, é ele a pessoa que eu tanto procurei nos últimos tempos.  – todos olharam para ela atônitos.

MARCELO: É o Geraldo o seu verdadeiro pai?

MARIANA: Sim e o meu irmão perdido, é você Luan…

LUAN : Eu?

MARIANA: Sim, é você. Eu descobri isso há alguns dias mas preferi te contar quando já soubesse quem é o nosso pai, você tem uma família agora Luan e não vai mais precisar viver como vivia antes. – Geraldo começou a andar para perto de Luan.

GERALDO: Então você é o meu filho! Você é o meu filho Luan… – quase que imediatamente Geraldo o abraçou, como há muito não abraçava alguém – Meu Deus, isto só pode ser um sonho! – Em meio a lágrimas e sorrisos, Geraldo prendeu Luan em um forte abraço enquanto todos observavam a cena chocados.

 

CENA 11 – Ruas do Rio de Janeiro

A imagem mostra diversas cenas do Rio de Janeiro, com o sol forte, mostrando o início da tarde.

 

CENA 12 – Joá, Sala da Mansão dos Couto, Tarde

Todas aquelas pessoas confraternização umas com as outras e assim faziam a sua felicidade. Todos conversavam, entretanto só conseguia ficar olhando para Geraldo, como se quisesse decifrar o homem.

 

“Como será que ele é? Será se é muito chato? Será que é legal? Será se aceitaria a minha situação com o Marcelo”

 

Paulo estava bastante curioso em descobrir quem era o seu verdadeiro pai. Queria saber como ele era, e como seria a relação entre eles dois.

MARCELO: Bem pessoal, acho bom que nós todos comemoremos a descoberta desta novidade tão importante na vida do Luan, da Mariana e do Geraldo num bom restaurante.

GERALDO: Concordo. – Geraldo sorria. A felicidade estava enormemente espalhada pelo seu rosto.

 

CENA 13 – Cenas da cidade

Algumas horas depois.

 

CENA 14 – Restaurante, Tarde

Todos eles estavam a conversar no restaurante, alegremente.

Paulo logo tentava puxar assunto com Geraldo.

PAULO: Foi muito difícil chegar aonde você chegou?

GERALDO: Bastante, custou-me alguns fios de cabelo, umas horas de sono, mas no final tudo valeu a pena. – Falava. – É impressão minha ou você carrega um sotaque de português?

PAULO: Sim, carrego. Sou português, na realidade, então esse sotaque acabou impregnando em mim.

GERALDO: Então você é português…

MARCELO: Bem pessoal, me deem licença, eu volto já, já. – Marcelo falou, se levantando e andou em direção ao banheiro. A câmera o acompanhou.

 

CENA 15 – Restaurante, Banheiro, Tarde

Marcelo logo entrou no banheiro, foi direto até a pia e começou a lavar a mão, enquanto lavava, um homem se aproximou. Ele logo ergueu o rosto, se olhou no espelho, e levemente focou seu olhar no homem que estava ao seu lado, entretanto o que viu o apavorou completamente.

MARCELO: AHHH! – Gritou.

O que viu na verdade era um homem. Um homem idêntico ao Pedro.

MARCELO: Você! Quem é você? – O homem se assustou e ao vê-lo começou a correr. Marcelo o perseguiu. – Ei, volta aqui! Eu quero saber quem você é! – Entretanto ele não pode alcança-lo, em meio ao salão lotado, entretanto aquela imagem tomou conta da sua mente.

 

CENA 16 – Mansão dos Couto, Quarto de Marcelo, Tarde

Marcelo entrava no quarto seguido de Paulo, que olhava para ele, atônito.

PAULO: O que foi aquilo ein Marcelo? Porquê você seguiu aquele homem daquele jeito e está tão calado desde então?

MARCELO: Se eu te contar tu não vai acreditar, eu juro. Eu juro que eu vi o meu pai Paulo…

PAULO: O que? Mas o teu pai está morto, como poderia ter visto ele?

MARCELO: É isso que eu queria saber, mas eu vi um homem idêntico a ele. No olhar, no andar, nas feições. Até a mesma barba tinha. Chega eu estou todo arrepiado Paulo! Eu podia jurar de pés juntos que era o meu pai.

PAULO: Você deve estar é muito paranoico com toda essa história.

MARCELO: Será mesmo?

PAULO: Tenho certeza, bem, eu preciso ir tenho trabalhos a fazer, mas antes queria te perguntar uma coisa.

MARCELO: Ir? Mas eu queria que tu ficasse.

PAULO: Tu não me resiste não é… Então eu fico, mas eu quero mesmo te perguntar uma coisa.

MARCELO: Ah é? E o que é?

PAULO: Quer namorar comigo? – Marcelo sorriu e olhou para ele.

MARCELO: Namorar Paulo?

PAULO: É, namorar. Eu e tu, juntinhos, felizes… O que acha?  – Marcelo sorriu ao ouvir aquilo.

MARCELO: Quer mesmo que eu responda? – quase que imediatamente, Marcelo o beija novamente.

 

CENA 17: Ruas do Rio de Janeiro

A imagem mostra cenas da Praia do Arpoador, e mostra cenas do por do sol carioca.

 

CENA 17: Mansão dos Couto, Quarto de Marcelo, Noite

Marcelo disca um telefone desconhecido.

Logo começa a chamar e quando atende só ele fala.

MARCELO: Façam o que pedi, peguem aquelas duas e levem para o galpão… O show vai começar.

 

CONTINUA…

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