O Amor que Definha – Capítulo 01

Confira a sinopse clicando aqui e não deixe de ler também o Capítulo 00

 

Cena 1 – Introdução

Aos poucos o sol invadia aquele quarto, havia um jovem que dormia na única cama, que também era o único móvel daquele humilde quarto, a expressão de serenidade em seu rosto era atraente, até nos fazia esquecer do quão irritante ele era quando seus olhos estavam despertos. Tratava-se de Jean, jovem que tinha posse de sonhos e amores em sua volta, em suas mãos estava a ferramenta para que ele pudesse ser feliz.

Ele percorreu o cômodo e o viu dormindo, zelou seu sono antes de acorda-lo tocando levemente em seu braço.

WANDI: Jean, acorde.

Wandi era o oposto de Jean, talvez ele tivesse algo belo em si, quiçá sua personalidade rebelde e indomável, além disso, nada mais tinha a oferecer, amores? Jamais foi capaz de despertá-los.

Jean acordou.

Um sorriu para o outro.

 

Cena 2 – Trider/Sala de reuniões/Int./Manhã

Trider nada mais era que uma nova associação que disponibilizaria conteúdo para a TV paga. Estavam presentes na sala, além dos representantes do canal, Wandi, Julietty e Edilana.

Eles aguardavam em silêncio até a chegada da presidente, que não demorou muito para dar o ar de sua graça.

BETRIX: Boa manhã a todos. – Sorriu.

Todos retribuíram o cumprimento da presidente e dona de todos naquele exato momento, pois enquanto estivessem dentro dos domínios da associação eles pertenciam a ela, era uma das irrevogáveis normas daquele canal.

BETRIX: Esperei muito tempo para poder reuni-los aqui, bom, acho que temos um acordo?

JULIETTY: Por mim tudo bem.

EDILANA: Eu ainda não concordo com isso, mas vendo que meus amigos concordam, eu irei apoia-los.

Betrix olha para Wandi esperando uma resposta.

WANDI: Por mim está tudo bem.

BETRIX: Ótimo. – Ela se levanta animada e com a ajuda de uma régua ela aponta para uma tela branca onde imagens começam a ser exibidas. – Há cinco anos a cidade de Cachoeira do Sul foi abalada por uma grande tragédia que abalou a pequena população, o que acham dessa introdução?

Edilana, Wandi e Julietty apenas escutam em silêncio.

EDILANA: Vamos logo com isso, tu nos importunou durante anos para que conseguisse isso, pois estamos aqui.

BETRIX: Faremos uma série onde vocês darão seus depoimentos e gravaremos uma dramatização em cima dos acontecimentos para que todo o mundo fique sabendo da triste história de vocês.

WANDI: Tipo American?

BETRIX: Oi?

WANDI: American Horror Story.

BETRIX: Nossa achei a minha ideia tão inovadora, nunca pensei que já tinham inventado isso.

JULIETTY: Tu não vê séries?

BETRIX: Eu deveria?

JULIETTY: É o mínimo que se espera de uma presidente de um canal fechado, pra que possa estar atualizada e atenta com as coisas que acontecem em sua volta.

BETRIX: Eu já penso diferente, se eu não sei sobre as coisas em minha volta, logo não sou influenciada, se não tenho conhecimento de nada, logo não serei apontada como plagiadora, e mesmo que alguém ouse dizer, eu estou com a mente tranquila. Bom, e mesmo que já tenha esse tal de American, a minha série vai ser baseada em fatos reais!

Um grande silêncio se instaura na sala. Já estava decidido, em pouco tempo começariam as gravações.

 

Cena 3 – Trider/Corredor/Int.

Julietty se encontra com Wandi sentado em um sofá vermelho que ficava ao lado da porta que dava acesso a sala de reuniões.

JULIETTY: E a Edilana?

WANDI: Ela foi no banheiro.

Julietty senta ao lado do Wandi.

JULIETTY: Sabe, eu estou um pouco feliz que nossa história vá virar uma série.

WANDI: Passou-se cinco anos, mas eu não consigo mais ser feliz.

JULIETTY: Ai credo.

Nesse momento Edilana retorna.

EDILANA: O que as cobras já tão batendo guizo?

JULIETTY: O Wandinho tá dizendo que ainda tá triste.

EDILANA: Óh, o nosso menino joia.

Eles riem enquanto continuam conversando.

 

Cena 4 – Trider/Sala de reuniões/Int.

Algumas horas depois eles se reuniram na sala de gravações para as primeiras cenas serem gravadas.

BETRIX: Bom para as primeiras cenas precisamos saber como tudo começou.

JULIETTY: Acho que foi quando eu quebrei a unha.

EDILANA: A sofredora.

BETRIX: Foco gente! Isso aqui não é brincadeira e vocês estão sendo muito bem pagos pra isso aqui.

EDILANA: Bom, então tudo começou com a morte da Clarita.

BETRIX: Ei, não solta spoiler.

EDILANA: Ué? Mas não vamos contar o que aconteceu?

BETRIX: Vão contar de forma cronológica, não quero mais saber de spoiler, de agora em diante isso aqui está proibido dentro dessa organização.

JULIETTY: Tá, então eu acho melhor mesmo começar pela morte da Clarita mesmo.

BETRIX: Então tá, quem participa da cena?

WANDI: As duas, eu sou figurante na maior parte do tempo.

EDILANA: Own, mas tu fez bastante coisa macabra e também atropelou…

BETRIX: Eu to falando grego? Sem spoiler!

Edilana se cala contrariada.

BETRIX: A parte de vocês nesse primeiro momento é contar a versão de vocês, e depois é feita a dramatização em cima disso, entenderam?

Todos concordam com a cabeça.

BETRIX: Bom, por hora é isso, vocês escrevam suas histórias no papel, iremos estudar o conteúdo, depois será feito um depoimento de cada um separadamente para que a história crie mais personalidade, e daqui uma semana começam as gravações

Betrix entrega algumas folhas oficiais para os três e eles deixam a sala.

 

Cena 5 – Casa de Wandi/Noite

Wandi chega cansado, e corre para seu quarto deitar. Ele olha em sua volta e não encontra ninguém, lembranças do triste passado tornam a machuca-lo e lágrimas caem de seus olhos.

 

 

Cena 6 – Uma semana depois

Uma semana se passou, Edilana, Julietty e Wandi haviam entregado suas histórias escritas no papel e as gravações da série iniciava na Trider.

 

Cena 7 – Trider/Sala de Gravações/Tarde

Iniciaria com Julietty e Edilana, já que Wandi teria utilidade só depois da morte de Clarita.

BETRIX: Foi analisado a história de vocês, eu não li, então sem spoiler. – Ela entrega novos documentos a eles. – Aqui um script, ao analisar as três versões nosso roteirista criou uma história seguindo uma cronologia mais detalhada que a de vocês, ele também disse que faltam muitos detalhes na história de vocês.

EDILANA: Quem sabe pra uma segunda temporada? – Ela ri. – Eu escrevi tudo o que aconteceu, não tenho culpa se ele não entendeu.

BETRIX: Tá gente, mas sem problema, nosso roteirista deu um jeito.

WANDI: E como vai se chamar essa bosta?

BETRIX: Só corrigindo, é série. O título provisório é “O Amor que Definha”.

JULIETTY: Faz o sinal da cruz, Edilana.

EDILANA: Nome de péssimo gosto.

BETRIX: De acordo com o roteirista tem tudo a ver.

EDILANA: É uma história de sangue e morte, o que tem a ver com o amor?

BETRIX: Nossa série vai focar mais o lado humano dos personagens, e não toda aquela tragédia sem argumentação alguma. – Ela suspira. – Bom, agora que tem o script quem começa é a Julietty.

JULIETTY: Adoro.

Julietty é guiada até outra sala.

 

Cena 8 – Trider/Sala de Som/Tarde

Sozinha, Julietty senta em uma poltrona no meio de uma sala totalmente branca, apenas um microfone no centro e em sua frente um vidro fumê, por onde as pessoas do outro lado podiam vê-la, e assistir através das câmeras que a monitoravam o tempo todo.

Com o papel em suas mãos, Julietty deu uma pequena lida, e o deixou sobre o canto do sofá, a câmera dá um close em seu rosto e ela começa a falar.

JULIETTY: Eu nunca fui amiga da Clarita, coitada, ela era a prima do Djavan,  meu namorado.

Ela continua falando o som vai ficando mais baixo enquanto sua cena fica em segundo plano dando espaço para a cena de dramatização.

 

Cena 9 – DRAMATIZAÇÃO/Casa de Clarita/Jardim/Noite/Ext.

A câmera liga inicialmente se vê a cena de uma festa de aniversário, Clarita segura a câmera, “seguimos com ela” pelo jardim mostrando tudo ao redor. Está tudo decorado para sua festa e centenas de pessoas aglomeradas por todos os lados, não é possível focar num único rosto.

Clarita caminha com passos rápidos até focar os rostos de um casal.

CLARITA: Olha aqui o meu priminho lindo.

Clarita mudou o tom de voz para um tom mais doce e alegre quando deparou-se com seu primo Djavan que estava acompanhado com a namorada.

CLARITA: Diga “oi” pra câmera, Juju.

Ao dizer “Juju”, ela se referia a Julietty, a namorada de Djavan.

JULIETTY: Oi.

Ela olha para Djavan.

JULIETTY: Vamos sair daqui.

Ela puxa o namorado pelo braço.

CLARITA: Ei, esperem, aonde o casalzinho vai?

JULIETTY: Dá licença Clarita, depois a gente se fala.

Visivelmente alterada Julietty guia Djavan por entre os convidados.

Clarita desliga a câmera.

 

Cena 10 – DRAMATIZAÇÃO/Casa de Clarita/Sala/Noite/Int.

Alguns convidados indo e voltando, Clarita descendo as escadas pega de mão com Ângelo, seu amigo, ao pé da escada estava Julietty conversando com Edilana, quando ela olha para a escada e depara-se com Clarita.

JULIETTY: Não olha agora. – Disse tentando abafar suas palavras.

Clarita percebe o clima e se aproxima com a câmera focando o rosto de Julietty e a outra convidada.

CLARITA: Estranho eu não lembro de tê-la convidado.

JULIETTY: Ela é minha convidada,

CLARITA: Eu acho que você fez 18 anos já faz meia década, né querida?

JULIETTY: Não liga pra ela, Edilana.

CLARITA: Ah claro! Edilana. – Ela aperta a mão de Edilana. – Seja bem vinda a minha humilde festa.

EDILANA: É um prazer.

CLARITA: Esse é meu amigo Ângelo. – Ela o apresenta as duas.

EDILANA: Oi, Ângelo.

CLARITA: Agora precisamos ir, eu tenho que dar atenção aos outros convidados. – Disse aos risos. – Sirvam-se do champanhe garotas, é de graça.

Ela sai, mas ainda é possível ouvir ao fundo Julietty a chamando de um animal mamífero.

 

Cena 11 – DRAMATIZAÇÃO/Casa de Clarita/Sala/Noite/Int.

Algumas horas se passaram e Clarita havia ligado novamente a câmera que tinha terminado a bateria, agora estava plugada a um interruptor, e todos estavam em volta de um círculo no meio da sala.

CLARITA: Agora meu caro amigo Lauberto vai cantar uma canção.

Com um violão em mãos, Lauberto foi até o centro da sala e iniciou uma cantoria que todos já conheciam muito bem.

LAUBERTO: Como esquecer o beijo que você me deu…

Aos poucos as pessoas que estavam ao redor o acompanharam cantando todos junto em um coro.

TODOS: Não sei se era pra esquecer ou lembrar e ficou um pedaço de você em mim…

Ao longe Julietty encarava a todos com desaprovação.

JULIETTY: Eu quero ir pra casa, Djavan.

DJVAN: Mas a música está muito boa.

JULIETTY: A Edilana tá cansada. – Ela cutuca a amiga que concorda.

DJAVAN: Tudo bem, deixe-me apenas me despedir da Clarita.

Eles seguem em direção da câmera onde estava Clarita filmando tudo, Djavan vai na frente, enquanto Julietty e Edilana ficam para trás.

JULIETTY: Edilana, você viu meu copo de refrigerante?

EDILANA: Não. – Ela olhou ao redor não encontrando.

JULIETTY: Eu tinha deixado meu copo bem aqui, como assim desapareceu do nada? – Ela fica irritada repentinamente. – Eu já sei quem pegou.

EDILANA: Quem?

JULIETTY: Aposto que foi o Ódilon. – Comentou.

Mas a conversa das duas rapidamente finda assim que Ódilon se aproxima.

ÓDILON: Já estamos indo?

JULIETTY: Não vai ter lugar no carro pra ti, vai de táxi.

ÓDILON: Como assim? Meu filho tá aonde?

JULIETTY: Tá ali na frente. – Apontou para o Djavan. – Mas não adianta falar com ele, vai de táxi.

Ódilon riu e sai de perto.

EDILANA: Nossa, você trata ele de uma maneira horrível.

JULIETTY: Ele é horrível.

Por fim eles se despedem de Clarita que mais uma vez desliga a câmera.

 

Cena 12 – Trider/Sala de Gravações/Tarde

Julietty volta para a Sala de Gravações, Betrix tinha um sorriso sarcástico no rosto.

BETRIX: No dia da morte da Clarita, ela gravou o dia inteiro na câmera que levava consigo, e conseguimos uma cópia com a polícia.

EDILANA: O que?

BETRIX: Eu vou mostrar pra vocês.

Betrix liga o monitor onde uma das cenas filmadas por Clarita surge na tela, uma das cenas reais, onde não ouve dramatização para fazer.

 

Cena 13 – Casa de Clarita/Banheiro/Noite/Int.

Antes de iniciar a gravação, aparece o aviso em uma tela preta: “Imagens reais feitas por Clarita em seus últimos momento em vida”.

A câmera liga-se e já é possível ver exposta a pele nua, Clarita está de frente a um espelho e é possível ver sua barriga definida, ela ainda está ajeitando o ângulo da câmera e a medida que afasta o foco revela mais da cena, ela está aparentemente nua, e atrás está alguém, não é possível ver seu rosto, o ângulo da câmera pega apenas Clarita e seus seios avantajados.

Clarita está apoiada na pia, enquanto o homem que está atrás dela aparentemente também está nu, dá apenas para ver parcialmente o peitoral definido dele, os dois compartilham de um momento breve, mas intenso.

As mãos de ambos invadem a privacidade um do outro, em meio a gemidos e sussurros de palavras que não são entendidas muito bem.

Mais uma vez, Clarita vai até a câmera e a desliga.

 

Cena 14 – Trider/Sala de Gravações/Tarde

Todos estavam chocados com as imagens que acabaram de ver.

JULIETTY: Eu lembro disso… Meio que começaram a vazar as cenas, mas…

BETRIX: E tem mais.

EDILANA: Não que tu vai colocar as imagens reais daquele dia na série, tu só pode ter ficado louca.

Betrix ria enquanto colocava a cena seguinte.

 

Cena 15 – Casa de Clarita/Quarto/Noite/Int.

Antes de iniciar a gravação, mais uma vez aparece o aviso em uma tela preta: “Imagens reais feitas por Clarita em seus últimos momento em vida”.

Clarita liga a câmera, foca em seu rosto, em seguida mostra que esta de pijama.

CLARITA: A festa acabou meus amores, estou agora pronta para dormir e amanhã me acordar belíssima para os eventos que me esperam. – Ela manda beijos para a câmera e em seguida encerra a transmissão ao vivo que estava fazendo em sua rede social daqueles momentos finais de sua festa.

Depois que ela termina a transmissão, ela mantém a câmera ligada e deixa atrás da penteadeira num ponto estratégico para gravar o quarto todo.

CLARITA: Ele vai querer me usar novamente.

Foi nesse momento que alguém bateu na porta e Clarita correu abrir, mas surpreendeu-se ao ver Etelvina.

CLARITA: Dona Etelvina, o que está fazendo aqui?

ETELVINA: Vim lhe desejar feliz aniversário.

Ela entrou carregando consigo um vaso.

CLARITA: Suponho que este seja meu presente. – Disse olhando para o vaso, reparou nas luvas que Etelvina usava. – Belas luvas.

Etelvina sorri.

ETELVINA: Elas não deixam digitais.

CLARITA: Que graça. – Ela encara Etelvina. – Pode deixar o vaso sobre minha mesa e sair, acho que já me parabenizou o suficiente.

Etelvina sorri com o canto da boca, ela aproveita um momento de distração de Clarita e quebra o vaso na cabeça da garota, Clarita vai ao chão imediatamente, a velha Etelvina age rapidamente e com uma seringa ela aplica um conteúdo no braço de Clarita, após injetar todo o líquido, Etelvina sai do quarto.

Clarita abre os olhos, sua cabeça dói, ela olha em seu braço e vê a seringa ainda presa a sua veia, ela tenta gritar, mas não consegue, ela se arrasta até a penteadeira onde está seu celular e a câmera que gravou tudo, Clarita se apoia sobre o balcão e pega os aparelhos, mas os deixa cair no chão, a câmera filma apenas seu rosto repousado sobre o tapete, ela já estava com os olhos fechados e de sua boca saia uma espuma branca, provavelmente estava morta.

 

Cena 16 – Trider/Sala de Gravações/Tarde

Todos encontravam-se sem palavras dentro da sala.

EDILANA: Como você pôde fazer isso, Betrix?

BETRIX: Sabe o quanto isso vai render?

Edilana não se contém e acerta uma bofetada no rosto de Betrix.

EDILANA: Sua maldita! Pessoas morreram com isso, não basta nos forçar a isso, agora tu vai colocar as cenas reais dos acontecimentos?

Betrix, ainda com a mão no local em quem levou o tapa, a encarava com ódio nos olhos.

 

CONTINUA…

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37 thoughts on “O Amor que Definha – Capítulo 01

  1. Não estava acretidanto que seria uma boa historia, mais depois desse primeiro capitulo, mudei de pensamento.
    O capitulo se resume em uma palavra: Introdução.

    Parabéns, Hivan!

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  2. Nossa.. Eu estou sem palavras.. pensei que seria de uma forma mas acabou sendo de outra que me pegou de surpresa. Apesar de ser uma web novela, mais uma vez tem um tom de série que eu até gostei. Ainda estou conhecendo os personagens então não vou fazer uma grande análise sobre eles. Gostei do personagem da Clarita ela tinha um humor debochado que eu adoro… Quanto a Juliety não sei se ela é uma vilã ou mocinha kkk ainda tentando entender. O ponto alto do capitulo de fato foi a cena do assassinato, quem é essa tal de Etelvina que matou a Clarita de forma tão brutal? Fiquei pasmo com isso.
    Outro ponto forte é as cenas pela visão dá câmera, acho que é algo novo e muito bem pensado da sua parte. Consegui imaginar perfeitamente as cenas como se de fato estivesse vendo um vídeo dá câmera. Vc merece muitos aplausos por conseguir transmitir isso de um jeito muito bom. Agora tenho uma dúvida, as cenas que aparecem DRAMATIZAÇÃO são cenas nesse mesmo efeito da câmera? E quem são os atores que estão “dramatizando”? Fiquei um pouco confuso com essa parte. Afinal essa série fictícia é a própria web novela? Se for assim então estamos acompanhando a web novela por meio de uma web série dentro da própria web novela? 😂😕
    Porém, num geral você foi muito oportuno apostando nessa técnica que confesso que ADOREI. Eu só tenho a te parabenizar e desejar sucesso nessa nova web. Aguardo o próximo capítulo para tentar decifrar esse enigma que já está mexendo com a minha cabeça.. kkk não sei como a pessoa consegue imaginar numa coisa assim. Só podia ser o Hivan mesmo para quebrar paradigmas. Kk

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    • Como eu havia dito anteriormente pra ti, realmente a web tem mais cara de série, mas me surpreendeu saber que te agradou mesmo assim. A Clarita é uma personagem complicada, mas acredito que ela desperte o gosto do público pela maneira impulsiva de agir (em alguns aspectos também gosto dela).
      A Julietty é uma mocinha, mas as atitudes dela são bem intensas.
      Bom, acredito que a Etelvina ficou ali meio sem explicação mesmo, ela é amiga da Salete e só por isso estava na festa, ela meio que não tem muito ligação com a Clarita, apenas depois que as coisas se esclarecem e são revelados seus motivos.
      Fico feliz e satisfeito em saber que as cenas que produzi gravadas em primeira pessoa deu certo, é realmente eu gosto de inovar 😀
      Bom, as cenas que estão escrito DRAMATIZAÇÃO são cenas normais, como se fossem gravações normais (não são pela câmera do celular, quando for é citado durante a descrição da cena). Os atores da “dramatização” são os escalados (elenco da trama).
      Fiquei todo perdido kkkkkkkkkk, mas sim, estamos acompanhando uma webnovela que está contando a história de três jovens por meio de uma série.
      Eu sempre me arriscando a abordar as tramas de forma diferente do comum, apenas agradeço toda atenção e espero que goste do próximo 😀

      Curtido por 1 pessoa

  3. Betrix reuniu três “testemunhas” da morte da Clarita para reconstituir e roteirizar o crime, num documentário bem nu e cru. E eles farão o desejo de Betrix se tornar realidade mesmo contra a própria vontade por motivos de estarem sendo muito bem pagos para isso.

    Um Amor que Definha foi uma coisa nas chamadas, outra coisa no capítulo 0 e outra coisa no capítulo 1. Sim, por questões cronológicas fomos expostos a dois choques.

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    • Mortalmente em choque com o comentário, na verdade que não disse muita coisa, não sei se é algo bom ou ruim a forma como a trama se apresentou, ou como você a visualizou, de toda forma fico muito feliz que esteja acompanhando, e espero que goste dos próximos capítulos, muito obrigado 😀

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  4. E parabéns pela grande estreia, Hivan!
    Infelizmente não posso acompanhar a web por falta de tempo, mas desejo muito sucesso e boa-sorte, e que esse seja mais um grande sucesso seu!
    E amei a abertura. É bem ousada, e esse tema só me lembra Gossip Girl. 😛
    #. ❤

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  5. Nossa amigo que história ousada, com direito a dramatização. Parece realmente uma história dentro de uma história. Lembrei de uma novela do mestre Lauro César Muniz que tinha uma estrutura semelhante. Vc sempre arrasando amigo. Adorei a ousadia da história. To conhecendo os personagens, mas já amei esse estilo diferente de narrativa. Ousadia é o seu sobrenome amg kkkkkkk Parabéns pelo capítulo de estreia.

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