O Amor que Definha – Capítulo 14

Cena 1 – DRAMATIZAÇÃO/Casa de Wandi/Sala/Int./Noite

A ligação termina e Wandi deixa cair o celular.

EDILANA: Wandi, o que aconteceu? Wandi?

Ele a encara com os olhos cheios de lágrimas.

WANDI: A assassina… A assassina é a Etelvina. – Ele continua sem fôlego enquanto tremia e sua voz parecia roubar todas as suas forças. – Ela tá com a minha mãe, Edi. Ela vai matar a mãe.

Wandi se desespera enquanto ele grita e chora Edilana apenas observa em estado de choque.

WANDI: E agora?

EDILANA: Calma, eu vou te ajudar.

Edilana se aproxima de Wandi, o desespero dos dois encontraram-se num forte abraço, afinal a dor dela era parecida com a dele, e ele tinha em seus olhos as lágrimas que Edilana não chorou, nas mãos ela detinha as chances de salvar alguém para honrar o nome daqueles que já se foram.

 

Cena 2 – Trinder/Sala de Gravações/Int./Tarde

Betrix ouvia tudo atentamente, agoniada ela acaba interrompendo a história.

BETRIX: Eu preciso logo saber dos planos da Etelvina, e o que aconteceu depois?

JULIETTY: Tu quer saber o que houve no dia seguinte?

BETRIX: Sim.

JULIETTY: Encontramos a Etelvina, isso é o suficiente?

BETRIX: Mas que absurdo, soltar um spoiler desses.

JULIETTY: Tu não quer esperar nós contar a história.

BETRIX: Tudo bem, continuem…

JULIETTY: O Djavan me ligou…

BETRIX: Espera aí? Mas ele não tinha quebrado seu celular?

JULIETTY: Olha pra minha cara e me diga se eu sou uma mulher que tem apenas um celular. – Disse exalando luxúria.

 

Cena 3 – DRAMATIZAÇÃO/Casa de Etelvina/Sala/Int./Noite

Jean encontrava-se sem entender nada, mas sua expressão já tinha mudado por completo.

ÂNGELO: Tu é mesmo um lesado Jean.

JULIETTY: Parem, agora não é hora de brigas.

No mesmo momento o celular de Julietty começa a tocar e ela atende.

JULIETTY (Cel.): Alô!?

DJAVAN (Cel): Julietty, precisamos conversar.

JULIETTY (Cel): Agora não Djavan eu to resolvendo alguns problemas.

DJAVAN (Cel.): Eu sei aonde podemos encontrar nosso pai.

A expressão de Julietty muda completamente.

JULIETTY (Cel.): Me encontre na praça em meia hora.

A ligação termina e antes que Julietty saia, Jean a chama.

JEAN: Eu posso ir junto?

JULIETTY: Tu só vai atrapalhar Jean, não é nada pessoal, mas tu nem ajudou o Wandi enquanto ele estava sendo espancado.

JEAN: Mas é minha mãe.

JULIETTY: Não estamos mais lidando com sua mãe, estamos falando de uma assassina em série, tu sabe o que é isso?

JEAN: E tu acha que tem capacidade de pará-la sozinha?

JULIETTY: Meu bem, olha bem pra mim, logo eu a Julietty não vou parar essa velha. – Ela solta uma gargalhada. – Ela pode ser fria e calculista, mas ela ainda não me conhece.

Dizendo isso Julietty vira as costas e sai.

ÂNGELO: Vamos segui-la. – Ele encara Jean.

JEAN: O que?

ÂNGELO: Vem comigo, vamos segui-la de táxi.

Sem nenhuma outra alternativa, Jean resolve ir junto com Ângelo.

 

Cena 4 – DRAMATIZAÇÃO/Carro de Etelvina/Int./Noite

O carro saia do centro da cidade e ia para a zona rural que ficava ali próximo.

ÓDILON: Dá pra falar aonde estamos indo?

ETELVINA: Eu tenho uma fazenda aqui perto, tenho um jatinho particular nos esperando.

ÓDILON: Na antiga fazendo do seu pai?

ETELVINA: Sim Ódilon, tu conhece.

Ódilon solta um sorriso, discretamente ele manda uma mensagem pelo celular, enquanto Alana apenas observa no canto de trás do carro, ela chorava silenciosamente enquanto rezava por misericórdia.

 

Cena 5 – DRAMATIZAÇÃO/Casa de Ódilon/Quarto de Fernanda/Int./Noite

Fernanda estava deitada, estava pronta para ir dormir quando recebe uma mensagem em seu celular. Sem muito ânimo ela lê o conteúdo da mensagem recebida de seu pai que informava o local aonde a Etelvina estava o levando.

Sem pensar duas vezes, Fernanda copia o endereço indicado e envia para o Djavan, junto a mensagem ela dizia que não era pra informar a polícia. Ela sabia que seu irmão iria até o local de embarque e ela confiava cegamente que a presença de Djavan seria crucial para garantir a integridade física de Ódilon até o embarque e ela não precisava se arriscar para isso.

 

Cena 6 – DRAMATIZAÇÃO/Praça/Alguns minutos depois/Ext./Noite

Julietty esperava apreensiva quando finalmente Djavan chega.

JULIETTY: Rápido que eu não posso perder meu precioso tempo.

DJAVAN: Tenho certeza de que tu ficaria a noite toda conversando comigo se necessário, afinal tu não faz a mínima ideia para onde eles foram.

JULIETTY: E tu joga isso na minha cara? Eu posso acha-los, não duvide de mim.

DJAVAN: Não se preocupe, eu tenho o endereço e vou te levar lá.

JULIETTY: Sério?

DJAVAN: Mas antes… Tu me perdoa?

JULIETTY: Claro.

Ela salta nos braços de Djavan e selam a reconciliação com um beijo, que dura pouco com a chegada de Ângelo e Jean.

JEAN: Então. – Disse com raiva e ao mesmo tempo nervoso e triste. – Aonde está minha mãe?

Julietty e Djavan voltam-se a ele em estado de choque.

 

Cena 7 – DRAMATIZAÇÃO/Casa de Wandi/Sala/Int./Noite

WANDI: Meu Deus, e agora?

Wandi continuava chorando enquanto Edilana caminhava de um lado para o outro.

EDILANA: Vamos chamar a polícia.

WANDI: Mas não deu certo da última vez. – Ele suspira. – Quando tu recebeu o bilhete.

EDILANA: É, mas é que agora a polícia sabe que isso tá acontecendo de verdade.

WANDI: Não vai dar tempo, Edilana.

EDILANA: O que tu me sugere?

WANDI: Liga pra Julietty, por favor, ela pode nos ajudar.

Wandi implorou com lágrimas nos olhos, Edilana mesmo sem saber se qualquer coisa que fizesse surtiria efeito, decidiu acatar ao pedido de seu amigo.

 

Cena 8 – DRAMATIZAÇÃO/Fazenda de Etelvina/Ext./Noite

Os três chegam na fazenda e descem do carro. Etelvina caminha na frente e acende as luzes da varanda do casarão.

ETELVINA: Esse lugar continua luxuoso, mesmo estando quase abandonado.

Ela olha ao redor e sorri ao ver o jatinho alguns metros a frente.

ETELVINA: Nosso piloto chega em algumas horas, está quase amanhecendo, vamos entrar e comer alguma coisa.

Ódilon apenas a encarava sem entender aquela frieza toda, enquanto Alana permanecia calada, seus olhos estavam inchados de tanto chorar, e sem mais nenhuma palavra ela adentra junto com Ódilon e Etelvina naquele velho casarão.

 

 

Cena 9 – DRAMATIZAÇÃO/Fazenda de Etelvina/Casarão/Sala/Int./Noite

Alana senta-se no sofá enquanto Etelvina vai na cozinha e volta com um copo de água que alcança para Alana.

ETELVINA: Bebe.

ALANA: O que é isso?

ETELVINA: Eu mandei beber!

ALANA: Me mata de uma vez e deixa meu filho em paz.

Etelvina solta uma gargalhada e depois sua expressão muda ficando furiosa.

ETELVINA: Olha aqui sua ordinária, tu vai beber esse calmante entendeu?

ALANA: Me mata!

Etelvina a derruba com um forte golpe no rosto.

ETELVINA: Por um acaso foi tu que recebeu o bilhete? Não venha bancar a heroína que se fosse tu talvez tu não se mataria, agora para de tentar estragar meu experimento e bebe logo essa água.

Alana rejeita e cospe na cara de Etelvina.

ALANA: Bebe você, sua assassina!

Alana nem teve tempo de gritar mais alto que o som de tiro a fez arder em sangue e dor. Etelvina acabava de disparar contra uma das pernas de Alana.

ETELVINA: Agora bebe, isso vai aliviar a dor e vai te deixar sonolenta.

Alana gritava de dor enquanto apertava sua própria perna, Ódilon apenas observa em silêncio. Lentamente Etelvina se aproxima de Alana e leva o copo até a boca da mulher.

ETELVINA: Bebe.

Alana acaba cedendo e bebe todo o líquido, Etelvina sorria triunfante.

ETELVINA: Seria bem mais indolor se tu tivesse bebido de primeira, olha que eu já morei nessa fazenda e já trabalhei com éguas, mas igual a você, é a primeira.

ÓDILON: Não precisava disso, Etelvina.

ETELVINA: Precisava sim, eu preciso dela sonolenta para que ela não fuja enquanto fazemos sexo.

ÓDILON: O que?

ETELVINA: Estamos noivos Ódilon, mas sequer trocamos beijos. – Ela abre um sorriso imenso e diabólico. – Está na hora de você me deflorar como sua mulher oficialmente.

Dizendo isso Etelvina começa a tirar a roupa e fica nua na frente de Ódilon, mesmo sem saber o que ela planejava, Ódilon não consegue resistir ao convite daquela mulher.

 

Cena 10 – DRAMATIZAÇÃO/Praça/Ext./Noite

Antes que Djavan revele o endereço de seu pai, Julietty atende o telefone.

JULIETTY (Cel.): Alô.

EDILANA (Cel.): Julietty, aonde tu tá?

JULIETTY (Cel.): Eu to na praça. – Ela está apreensiva enquanto Djavan, Jean e Ângelo a observam. – Edilana eu não posso falar agora…

EDILANA (Cel.): Escuta! A Alana foi sequestrada, tu precisa me ajudar.

JULIETTY (Cel.): O que?

EDILANA (Cel.): Vem aqui na casa do Wandi, to te esperando.

A ligação termina e Julietty encara a todos de volta.

DJAVAN: E então?

JULIETTY: A Edilana tá precisando de ajuda… – Ela olha para Jean e Ângelo. – Jean, tu vai ajudar o Wandi, tu tá em dívida com ele.

JEAN: O que? Eu não, eu quero resolver essa história da minha mãe.

JULIETTY: Tu vai fazer o que eu mandei, eu mesma vou prender essa bandida.

Julietty pega Djavan pelo braço e se dirigem para o carro.

JULIETTY: E tu vem comigo Djavan.

Os dois saem enquanto Jean e Ângelo se encaram.

ÂNGELO: E agora?

Mesmo abatido, Jean não demostrou em momento alguma sua imensa vontade de chorar, apenas manteve-se firme.

JEAN: Vamos ajudar o Wandi.

 

Cena 11 – Trinder/Sala de Gravações/Tarde

ÂNGELO: Eu e o Jean seguimos a pé até a casa do Wandi.

WANDI: Poxa vida Julietty, que amiga, hein?

JULIETTY: Sério mesmo que tu ainda vai ficar nessa mesmo depois de cinco anos?

Wandi suspira.

JULIETTY: A Edilana tava nervosa pelo telefone e nem me explicou direito, eu nem sabia que havia alguma ligação no sequestro da Alana com o sumiço da Etelvina e do Ódilon, na verdade nesses momentos de adrenalina a gente não pensa direito.

BETRIX: Foco, não quero conversas paralelas, vamos seguir que quero terminar essa série ainda essa semana.

JULIETTY: Eu e o Djavan seguimos para o sítio.

ÂNGELO: Eu e o Jean seguimos para a casa do Wandi e…

 

Cena 12 – DRAMATIZAÇÃO/Ruas da cidade/Ext./Noite

Jean e Ângelo caminhavam em silêncio até o momento em que Ângelo decide falar.

ÂNGELO: Faz muito tempo que tu conhece esse tal de Wandi?

JEAN: Alguns anos, apenas.

ÂNGELO: E tu gosta dele?

JEAN: Por que isso agora?

ÂNGELO: Aparentemente tu tá mais preocupado com ele do que com sua mãe.

JEAN: Eu só não consigo acreditar que minha mãe tenha cometido todos esses crimes.

ÂNGELO: Mas acredite, ela é.

JEAN: Como tu descobriu?

ÂNGELO: Sabe o Felipe?

JEAN: Quem? – Fingiu.

ÂNGELO: Não tente fingir, ele sabia de tudo, ele estava no local do crime no dia e na hora que a Clarita foi assassinada.

JEAN: E porque ele não disse nada? Isso não pode ser verdade.

ÂNGELO: Dá pra parar de se iludir pelo menos uma vez? O Felipe sabia de tudo e por isso ele se aproximou de você, ele apenas te usou pra descobrir pistas contra a Etelvina.

JEAN: Que história maluca, tu acha que eu vou acreditar nisso?

ÂNGELO: Acredita no que tu quiser. – Ele sorri. – Bom, acho que eu já fui longe demais, eu nem conheço esse Wandi e nem tenho interesse em conhecer, tu pode seguir sozinho com seus pensamentos, mas acredite, o Felipe só te usou pra atingir a Etelvina, e bem… Ele é um idiota também afinal não fez nada de mais, apenas de comeu num banheiro público.

Ângelo sai e Jean fica perplexo com os detalhes da história que ele havia contado, afinal ele não tinha contado a ninguém sobre o episódio do banheiro público, então como o Ângelo sabia?

Jean estava desolado, ele ficou observando Ângelo ir embora até ele sumir numa esquina, e finalmente seu olhar voltou-se para a lua, nas ruas quase ninguém surgia, só estava ele, o céu e as lágrimas de seus olhos que lhe faziam companhia.

 

Cena 13 – DRAMATIZAÇÃO/Fazenda de Etelvina/Casarão/Sala/Int./Noite

Etelvina beijava Ódilon, os dois ficam nus, enquanto Alana, meio lúcida, meio desacordada permanecia apenas assistindo sem poder se levantar do sofá e simplesmente sair para não ver aquela cena.

ÓDILON: Foi assim nos meus melhores sonhos.

Etelvina sorria.

ETELVINA: Eu sei.

A cena segue-se pela visão de Alana, paralisada seus olhos fitavam enquanto as mãos de Etelvina tocava as intimidades de Ódilon deixando o músculo do velho ereto, em seguida a psiquiatra abre as pernas e deixa-se ser penetrada por Ódilon.

Os gemidos iniciam, enquanto Ódilon e Etelvina sentiam prazer um com o outro, Alana sentia apenas nojo ao ter que assistir aquela cena.

 

Cena 14 – DRAMATIZAÇÃO/Carro de Djavan/Int./Noite

JULIETTY: Eu nem imagino o que te fez mudar de ideia.

DJAVAN: Sobre o que tu tá falando?

JULIETTY: Em tu vim me ajudar.

Djavan suspira e não diz mais nada, era como se ele não precisasse mais falar sobre aquilo, e Julietty compreendeu no mesmo momento, afinal devia estar sendo difícil para o Djavan tomar uma decisão daquelas, ir contra seu pai em favor da justiça.

JULIETTY: Precisamos de uma arma.

DJAVAN: O que?

JULIETTY: Estamos indo pra enfrentar dois bandidos perigosos, nós precisamos estar armados.

DJAVAN: Confia em mim, tá?

Julietty faz um gesto afirmativo com a cabeça, mesmo contrariada e os dois seguem em direção ao sítio.

 

Cena 15 – DRAMATIZAÇÃO/Casa de Wandi/Sala/Int./Noite

Os olhos de Jean haviam secado, suas lágrimas caíram pelo caminho, mas não permitiu-se chorar na frente de Wandi. Assim que abriu a porta, Edilana e Wandi lançaram-lhe um olhar cheio de esperanças.

WANDI: Jean, e a Julietty?

EDILANA: O que está fazendo aqui?

JEAN: Eu vim ajudar vocês.

WANDI: Não há nada que tu possa ajudar.

JEAN: Eu sinto muito por sua mãe, Wandi.

EDILANA: Mas dá pra me responder o que tu tá fazendo aqui e onde está a Julietty?

JEAN: Ela foi atrás da minha mãe…

Antes que Jean terminasse a frase, Wandi se altera ao ouvir falar de Etelvina.

WANDI: Aonde eles estão? Me leva até lá.

JEAN: Eu não estou entendendo.

EDILANA: Jean, foi a sua mãe que sequestrou a Alana.

JEAN: O que?

WANDI: Por favor… – Por um momento todos os pensamentos dolorosos ressurgiram rapidamente, mas Wandi engoliu o orgulho e passou por cima de toda a raiva que sentia por Jean, pois ele precisava de sua ajuda. – Me ajude, Jean, eu te imploro.

 

Cena 16 – DRAMATIZAÇÃO/Fazenda de Etelvina/Casarão/Sala/Int./Noite

Após o ato sexual que durou poucos minutos, Etelvina terminava de se vestir.

ÓDILON: Você é maravilhosa.

ETELVINA: Eu sei que eu sou. – Ela ria, em seguida entrega o revólver para Ódilon. – Tu mataria alguém em nome do amor que tu sente por mim?

ÓDILON: Claro, eu matei a Salete por ti, tu quer que eu mate a Alana também?

ETELVINA: Não.

Eles escutam um som de carro se aproximando, em seguida Etelvina o encara seriamente.

ETELVINA: Eu vi quando tu mandou uma mensagem dando nossa localização.

ÓDILON: Do que você está falando?

ETELVINA: Não precisa mentir pra mim, Ódilon, tu me chantageou pra eu ficar contigo, e eu provei que eu te amo pra ti me trair dessa forma?

ÓDILON: Não era pra ela vir aqui, eu mandei o endereço porque ela precisava saber.

ETELVINA: Ela?

ÓDILON: Minha filha.

ETELVINA: E tu seria capaz de mata-la?

ÓDILON: O que?

Etelvina caminha lentamente indo até a janela, ela olha do lado de fora e vê um carro parado na frente do casarão.

ETELVINA: Alguém chegou, tá na hora de tu limpar essa merda que tu fez. – Disse ela lançando um olhar ameaçador para Ódilon que segurava o revólver. – Vai lá fora e mate quem quer que seja que está dentro daquele carro.

 

CONTINUA…

 

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26 thoughts on “O Amor que Definha – Capítulo 14

  1. Que luxo. Será quem vai morrer?
    Talvez o Piatã esteja certo, mas pode ser que esteja errado também.
    Já estou ansioso para o capítulo de segunda.
    Parabéns!

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  2. Meu Deus! Essa Etelvina é um monstro.
    Consegue ser pior que o Odilon!
    Será que ele fará essa monstruosidade.
    Jean se ferrou, bem feito.

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