Insane Fears (1ª Temporada): Jogos Mentais – Episódio 02

Insane Fears – Jogos Mentais
01×02 – O Grito de Medo na Escuridão

CENA 01/ CASA ABANDONADA/ INT./ NOITE

No centro da sala havia uma poltrona. Um homem de chapéu cartola preto, de cabeça baixa, assobiava uma melódia qualquer. Maya adentra o local em busca do assobio. Ela vê o homem, e lentamente se aproxima.

MAYA – Quem é você?

O homem não responde. Ela respira fundo e toca no ombro dele. O homem levanta a cabeça e revela sua face: no lugar de um rosto, existia apenas a escuridão. A escuridão mais profunda, escura, e assustadora.

HOMEM DA MEIA-NOITE (Voz distorcida) – Eu sou seu pior pesadelo.

O homem da meia-noite fica frente a frente com Maya. Apesar de não ter face, era como se ela estivesse olhando no fundo dos seus olhos.

HOMEM DA MEIA-NOITE (Voz distorcida) – Eu vejo no fundo do seus olhos, eu vejo a sua bondade. Mas as vezes, almas precisam ser corrompidas para o mal. Sua alma pertence à mim, ao mal.

MAYA – Você não existe, é uma ilusão. Minha alma, e a dos meus amigos, não te pertence.

HOMEM DA MEIA-NOITE (Voz distorcida) – Só há uma maneira de se livrar disso… Sobreviva! Sobreviva, ou a escuridão tomará conta de você. Sobreviva, ou se tornará seus próprios demônios!

MAYA (Gritando) – Você não existe!

Maya vira-se de costas ao homem pra correr, mas a sua frente, estava a mulher com quem ela tem pesadelos. Mas desta vez, a mulher está diferente, não haviam cortes e nem sangue.

MAYA – Qual é seu nome? Por que você aparece pra mim?

A medida que Maya se aproxima da mulher, ela vai retornando a forma que era nos pesadelos da Maya: cortes pelo braços, sangue escorrendo, cabelos bagunçado, olhos branco.

CENA 02/ CASA ABANDONADA/ INT./ NOITE

Maya desperta assustada. Ela tinha apagado por alguns segundos. Tudo novamente não passou de sua imaginação. De novo ela estava tendo contatos sobrenaturais pelos seus sonhos. Luan estava ao seu lado, e logo se preocupa com a garota.

LUAN – Está tudo bem, Maya? Você me parece assustada.

MAYA – É que eu apaguei por alguns segundos e tive um pesadelo. Eu disse pra ti que vejo e sinto coisas, lembra? Durante o sonho, é como se eu tivesse visto o homem da meia noite.

LUAN (Curioso/ Assustado) – E como ele era?

MAYA – Horrorizante. Não havia face, seu rosto era como uma infinita escuridão. (T) Eu também vi a mulher do sonho. Ela estava diferente. Mas quando eu me aproximei dela, ela voltou a ser uma assombração aterrorizante.

LUAN – Eu não sei o que dizer, ou o que te explicar, Maya. Mas eu estou aqui com você, eu quero te defender e protege-lá.

Luan abraça Maya. Os dois ficam abraçados por alguns segundos, transmitindo o mais sincero sentimentos.

Após iniciarem o jogo da meia-noite, foi decido que o grupo seria dividido em dois, já que só haviam apenas dos isqueiros trazidos por Hugo. Luan e Maya seguiram juntos, por escolha do garoto; Diana ficou desconfiada, questionando a sí mesma se havia uma relação entre eles.

Hugo, Tomás e Diana seguiram em um segundo grupo, explorando a parte de baixo da casa, já que era primeiro andar. Contrários a Luan e Maya, que seguiram explorando o andar de cima. Todos eles com suas velas acessas.

Após ficarem um tempo abraçados, sentindo a respiração um do outro, demostrando o carinho que sentem. Maya e Luan se afastam do abraço.

MAYA – Acho que deveríamos procurar os outros.

LUAN – Sim, deveríamos… Mas antes de partimos, queria dizer uma coisa. (Respira fundo) Não sabemos como esse jogo vai terminar, mas eu queria dizer que te amo. Esse tempo com você, só confirmou isso. Eu te amo, Maya.

MAYA – Eu… Eu não posso! A Diana é minha melhor… –

LUAN (Cortando) – Por favor, não. Esquece a Diana. Esse é um momento nosso, só nos dois. Eu e você!

Maya encara Luan nos olhos, queria se entregar ao amor que sente por ele, mas não queria decepcionar Diana.

MAYA – Eu não posso…

LUAN – Sim, você pode! Só depende de você. Olha nos meus olhos e diz que não me ama…

MAYA (Explode) – Eu te amo, Luan! Satisfeito? Era isso que você queria ouvir?

Luan se aproxima de Maya e beija sua boca. Ela deixa que algumas lágrimas rolem pelo seu rosto após a declaração. Maya acaba se deixando envolver aos beijos. Os beijos vão ficando mais quente e intenso, atingindo outros níveis, mais ousados.

CENA 03/ CASA ABANDONADA/ CÔMODO QUALQUER/ INT./ NOITE

01:00h

Hugo, Tomás e Diana estavam sentados sobre alguns móveis velhos. Eles se encaravam, aparentemente tediosos com a situação. O lugar era iluminado apenas pela três velas acesas.

TOMÁS – Que tédio… Poderíamos animar, ne? Nenhuma ideia, Hugo? Se quiser uma mão amiga…

HUGO – As regras do jogo dizem pra não provocar, poderíamos quebrar essa regra. Nosso jogo, nossas regras.

TOMÁS – Ousado… E olha que a minha mãe amiga é mil e uma utilidades. (Sorri)

Diana interrompe a conversa.

DIANA – O que você tem na cabeça, Hugo? Merda? Você quer provocar uma entidade? (T) Ótimo, siga em frente, mas sozinho.

HUGO – Você deveria parar de ser chata, Diana. Aposto que enquanto estamos aqui, o Luan e a Maya estão se divertindo.

Diana fica intrigada com o comentário do Hugo. E mesmo achando que o garoto esteja sendo tendencioso, sua curiosidade é maior, afinal, já estava desconfiada.

TOMÁS – Se divertindo?

HUGO – Não sejam ingênuos. Por que acham que o Luan escolheu a Maya? (T) Pra conversar, é que não…

DIANA (Nervosa) – Você é um escroto, Hugo. A Maya não faria isso!

É perceptível o nervosismo de Diana, que não consegue esconde o sentimento.

HUGO – Tá nervosa? Deve ser porquê gosta do Luan, ne? Mas não seja chata, deixa a Maya se divertir.

Diana deixa se envolver pelas palavras ditas por Hugo e começa a chorar. Ela pega sua vela no chão e saí do local, apressada. Tomás olha pra Hugo.

TOMÁS – Olha o que você fez. Agora ela foi lá fora, sozinha. Sem isqueiro e sal… Você é um babaca!

HUGO – Relaxa, não vai acontecer nada. Não precisa ficar nervoso, cara. Foi uma brincadeira involuntária, acontece.

Tomás não questiona Hugo, apenas fica apreensivo por Diana ter saído sozinha pela casa.

CENA 04/ CASA ABANDONADA/ INT./ NOITE.

Diana anda pelo casarão escuro, chorando. Ela sobe as escadas, que dá acesso ao primeiro andar. Começando a procurar por Luan e Maya.

Corta para/

Luan e Maya se beijam, ambos sem camisa. Maya estava apenas de sutiã. Luan beija o pescoço de Maya. O momento de amor é iluminada apenas pela luz das velas.

Diana abre a porta e se choca ao ver aquela cena, deixando sua vela cair no chão, se apagando logo em seguida. Ela não se importa em reacender, mesmo sendo uma regra do jogo.

DIANA (Surpresa) – Maya… Luan?

Eles se assustam e se afastam bruscamente. Maya veste sua blusa rapidamente. Diana chora, sua suspeita se concretizou.

MAYA (Desesperada) – Di, meu Deus… Não é isso, não o que esta pensando. Eu só… Eu…

DIANA (Chorando) – Eu confiei em você, Maya. Eu disse que eu era apaixonada pelo Luan, eu pedi conselhos. E na primeira oportunidade, você me apunhala pelas costas.

MAYA – Eu não queria que fosse assim. Me escuta, Di… Por favor!

LUAN (interrompendo) – Chega, Diana! Eu e Maya somos apaixonados, não poderíamos negar isso a nós mesmos. E você tem que aceitar.

DIANA (Chorando/ Gritando) – E os meus sentimentos? Não importam?

LUAN – Você já tem 20 anos, deveria amadurecer. Aceitar a realidade!

Diana vira as costas para sair do local.

MAYA (Gritando) – Espera, Diana. Deixa eu me explicar. Espera!

Maya chora, arrasada pelo ocorrido entre ela e sua melhor amiga. Luan abraça a garota, consolando.

LUAN – Ela precisa de um tempo para ela mesma. Ela precisa respirar e entender nossos sentimentos.

Maya continua chorando compulsivamente.

CENA 05/ CASA ABANDONADA/ CORREDOR/ INT./ NOITE

Diana corre sem rumo pelos corredores da casa. Ela chora compulsivamente e desliza as costas na parede até cair sentada no chão. Ela sente um vulto passar ao seu lado, seus pelos arrepiam. Ela olha para os lados, assustada. Ela sente o vulto passar ao seu lado várias vezes, e percebe que está sem a sua vela.

Diana levanta rapidamente do chão e começa a correr. De repente, sente alguem à empurrando de bruços no chão. Ela começa a ser arrastada até o final do corredor. Diana grita e se bate no chão. Seu corpo é arranhado pelo piso de madeira.

Ela para de ser arrastada, e continua deitada, gemendo de dor. Diana olha para seus braços, que sangram por conta dos ferimentos da madeira. Ela vira-se lentamente em direção do telhado, e solta um grito. Um homem está deitado, um pouco acima de si. Seu rosto era uma infinita escuridão. Diana treme.

HOMEM DA MEIA-NOITE (Voz distorcida) – Qual é seu maior medo?

Diana volta a chorar compulsivamente e gritar, quando nota que o homem “flutuando” acima de sí, é o homem da meia-noite.

DIANA (Chorando) – NÃO! VOCÊ NÃO É REAL!

Diana tenta se levantar, mas percebe que seu corpo está imóvel. O corpo do homem se aproxima do dela. E na mais surreal cena, o corpo dele começa a possuir o corpo de Diana. Uma última lágrima escorre pela rosto da jovem. Ela volta a se debater e gritar, sua cabeça bate contra o chão várias vezes. Seus olhos ficam totalmente na cor branca. E por fim, ela apaga, completamente.

A tela escurece…

CENA 06/ CASA ABANDONADA/ CÔMODO QUALQUER/ INT./ NOITE

Tomás e Hugo se encara. Já fazia minutos que Diana havia saido. Tomás estava preocupado com a garota, porém Hugo demonstrava não se importar.

TOMÁS – Acho que deveríamos ir atrás dela, não acha? Ela pode ter visto o Luan e a Maya se pagando, ou sei lá.

HUGO – Relaxa, eu estava zoando com ela. Eu sabia que ela era apaixonada pelo Luan, por isso, fiz a brincadeira.

TOMÁS – Você não parecia está brincando. E mesmo se estivesse, ninguém é cego. Todos sabem que Maya e Luan se gostam. Estamos no meio de um jogo, esqueceu? Ela saiu totalmente desprotegida.

HUGO – Blá, blá, blá… Diana não passa de uma garota dramática. Vamos ficar aqui, cara. Na boa!

TOMÁS – Por que você insiste tanto em ficamos aqui? Tem algum motivo? Algum motivo específico?

Tomás se aproxima cada vez mais de Hugo, que fica paralisado. Tomás aproxima seus lábios lentamente pelo rosto dele, passando pelo pescoço, até chegar perto dos lábios. Quando os lábios vão se juntar em um beijo, Hugo empurra Tomás.

HUGO – Não, não tem nenhum motivo específico. É melhor a gente ir em busca dela, como você propôs.

Tomás apenas concorda com a cabeça e sorri maliciosamente, já que Hugo quase não resistiu a sua investida. Já Hugo, fica tenso por quase ter beijado Tomás. Os dois saem da sala.

[SUBCONSCIENTE] CENA 07/ CASA DE DIANA/ QUARTO/ INT./ NOITE

Ambiente infantil. Paredes pintadas na cor rosa. Decoração de Natal. Uma menina, aparentemente aos 6 anos de idade, estava deitada na cama. Ela estava enrolada em um lençol, seus cabelos loiros se destacavam. Uma mulher, também loira, entra no quarto. Era sua mãe, Rosaly.

ROSALY – Ainda acordada, Diana? É duas da manhã, minha filha.

DIANA – Eu não consigo dormi, mamãe… Eu to com medo. Eu to com medo do Krampus.

ROSALY – Não tenha medo… O Krampus só aparece para crianças rebeldes.

DIANA – Mas é natal… Ele aparece no natal, não é? Ele castiga e devora as crianças, eu to com medo. Não quero que ele me devore e me jogue em um porão cheio de baratas. Dorme comigo, por favor.

ROSALY (Pra sí) – Crianças… (Pra Diana) A mamãe vai dormir com você, mas não se acostume, hein?

Diana concorda com a cabeça e Rosaly deita ao seu lado. A lenda do Krampus (também conhecido como a sombra do papai noel), era muito conhecida na Austrália (onde Diana morava na época). O homem da meia noite observa a cena, como se estivesse no subconsciente de Diana. O Krampus sempre foi seu maior medo. Desde quando tinha 4 anos e ouviu a história pela primeira vez, até mesmo depois de adolescente, que mesmo parecendo uma coisa boba, ela não gostava de falar sobre a história.

CENA 08: SEQUÊNCIA DE CENAS

Corta para/ CASA ABANDONADA

De volta ao tempo atual. Diana abre os olhos. Ela estava deitada sobre uma confortável cama. Parecia surreal, já que a casa estava caindo aos pedaços. Um carrossel de brinquedo girava enquanto repetia uma incansável melodia. Diana nota que a janela está aberta. Lá fora, uma grande árvore balança. Ela ouve passos como se alguém estivesse caminhando pelo corredor.

DIANA (Gritando) – Maya?

A janela bate fortemente. Ela pula de susto. Feito isso, ela levanta da cama e se aproxima da janela, encarando o dia escuro e a floresta macabra que rodeava a casa. Ela abre a janela e virasse para a quarto, soltando um grito.

De baixo da cama começava a sair um par de chifres, que logo dava espaço a uma criatura assustadora: Seu corpo parecia de uma animal, tinha um grande rabo, chifres enormes em sua cabeça. Sua fase era assustadora, era uma verdadeira aberração. Era o Krampus. Diana grita e tenta correr em direção a porta. Mas o Krampus à puxa, e a joga no chão. Diana fecha os olhos como se aquilo fosse um sonho.

As mãos do Krampus tocam o rosto de Diana. Ela tremia, e ao mesmo tempo, permitia as lágrimas escorrer pelos olhos. O Krampus se afasta de Diana, que ainda chorando, levanta do chão. O criatura não tenta impedir o ato, deixando ela desconfiada. Quando ela fica completamente de pé, sente as mãos da criatura empurra-lá, fazendo-à cair janela abaixo, até seu corpo atingir o chão.

Corta para/ FLORESTA

Diana acorda no meio da floresta. As plantas das árvores balançam freneticamente. Um vento forte toma conta do lugar. Seus cabelos voam. Ela olha para o céu e vê um pássaro negro caindo em sua direção. O pássaro caí morto ao seu lado. Ela percebe que o animal está com corpo rasgado, e sente um enjôo. Não conseguindo controlar, ela vomita. Quando ela olha ao seu redor, acabará de perceber que vomitou sangue. Ela grita.

DIANA (Gritando) – Socorro!

Ela pede por ajuda, mas é em vão, já que ninguém ouve. De repente, ela é surpreendida por uma criatura com casaco vermelho, parado entre as árvores. A ventania continua, mas as árvores param de balançar. Diana se levanta, enquanto a criatura se revela o Krampus. Diana começa a correr, e nota que o Krampus está correndo atrás dela. Não demora muito para que ele à derrube no chão.

KRAMPUS – Achou que poderia fugir de mim?

Ele sobe sobre ela, abrindo sua boca e revelado seus dentes assustadores. Logo em seguida abocanha o braço dela, que se contorce de dor. O sangue escorre pela boca do Krampus, que limpa com sua língua grande e com a ponta triangular.

Corta para/ PORÃO

Diana acorda no porão. Ela estava deitada no chão. Ela observa o local escuro, imóvel. Ela tenta se mover, mas não consegue. Ela sente um barata andar pelo seu braço. Apavorada, ela tenta se mover novamente, mas é inútil. O porão começa a se encher de barata. Elas saem de todos os lugares. As baratas começam a se apropriar do corpo de Diana. Enquanto ela grita de pavor.

Essa era as várias formas de torturas que o homem da meia noite estava fazendo com ela. Ele estava brincando com seu subconsciente e fazendo seus maiores medos, serem reais.

CENA 09/ CASA ABANDONADA/ INT./ NOITE

Maya está mais calma após Diana ter flagrado ela e Luan em um momento de paixão. Luan tenta consola-lá.

LUAN – Você não pode se culpar por isso.

MAYA (Chorando) – É tudo minha culpa. Ela confiou em mim, eu sabia dos seus sentimentos. E mesmo assim, eu fiquei com você.

LUAN – Eu gosto de ti, você gosta de mim, é um sentimento recíproco. Ela tem que aceitar que a gente se ama.

MAYA (Cortando) – Você não entende, né? Ela é minha melhor amiga. E não tem sentimento maior que a amizade. E eu? Eu destruiu tudo.

LUAN – Você não pode condenar a sí mesma, se declarando culpada. Se ela fosse sua amiga, ela iria procurar entender a situação.

MAYA – E se eu fosse amiga dela, eu não teria permitido que isso acontecesse.  Você não entende né? Ela é como se fosse uma irmã pra mim. Ela confiava em mim…

LUAN –  Você tem à mim. Eu confio em você…

MAYA – Confia? Você tem certeza disso? Se você confiasse em mim, me contaria seu segredo. (Gritando) Me prova que confia em mim, me conta seu segredo!

Luan fica assutado. Seu segredo é novamente o foco da conversa. Ele fica nervoso e sem reação. Quando Tomás abre a porta, surpreendendo os dois. Ele e Hugo entram, respectivamente com suas velas nas mãos. Quebrando o clima de tensão entre os dois.

HUGO – Chegamos em uma má hora, ne?… Tensão pós-sexo?

TOMÁS (Interrompendo) – Cala a boca, Hugo! Está tudo bem? Alguém viu a Diana?

Maya e Luan já estavam vestidos novamente, e ao ouvir a voz da amiga, Maya sente sua mente pesar. Tomás se aproxima dela.

TOMÁS – Maya? O que aconteceu?

MAYA – Ela viu tudo… A Diana viu tudo. Quando ela chegou, eu e Luan estávamos nos beijando. Ela viu e saiu correndo.

TOMÁS (Pra Hugo) – Viu o que você fez? (T) Satisfeito, Hugo?

Luan e Maya encaram Hugo, estranhado a resposta de Tomás. Luan deixa sua vela no chão, se aproximando de Hugo, encostando ele sobre a parede.

LUAN (Alterado) – O que você fez, hein? O que você falou pra Diana?

HUGO – Me solta, você está fora de sí. Eu nunca vi você assim, cara. Eu não fiz nada. A Diana que resolveu vim até aqui, procurando por vocês dois.

Luan solta Hugo.

LUAN – Desculpa, Hugo, eu to nervoso. Eu nunca fiquei fora de controle. Nos dois vamos procurar à Diana. E você, Tomás, fica aqui com a Maya.

HUGO – Eu tenho mesmo que ir? Você não pode procurar ela sozinho?

Luan ignora a resposta de Hugo, pegando sua vela no chão. Luan caminha até a porta. Sabendo que Luan não deixaria Hugo ficar, ele pega um pouco de sal e deixa um isqueiro com Tomás, já que o Luan já esta com um. Os dois saem da sala. Maya encara Tomás.

MAYA – Não vamos ficar aqui, vamos?

TOMÁS – Você quer ir atrás deles? Mas pode ser perigoso…

MAYA – Essa casa é perigosa, esse jogo é perigoso, tudo é perigoso aqui. Você não percebe? (Levantando) Vem, nos vamos atrás deles.

TOMÁS – Mas…

MAYA (Cortando) – Sem mais… Temos sal, velas, e um isqueiro. Ou seja, estamos seguros. Vamos esperar um pouco, pra eles não verem a gente.

Maya e Tomas pegam a sua vela. O isqueiro no chão e um o sal. Apos passar alguns segundos, eles saem da sala.

CORTA PARA:

CENA 10/ CASA ABANDONADA/ INT./ NOITE

Corredor escuro. Maya e Tomás caminham com suas velas em mãos.

TOMÁS – Estamos procurando à um bom tempo, e nada… E essa parte da casa, eu não tinha visto antes.

MAYA – Eu também não tinha visto antes… Essa casa é assustadora! Me causa calafrios. Nunca deveríamos ter iniciado esse jogo, nunca!

TOMÁS – Eu não imaginava que fugiria do controle. Quando o Hugo propôs, eu achei interessante.

MAYA – Hugo… O Hugo, sempre esse garoto.

TOMÁS – Você não gosta dele, ne? Em todos esses tempos que fazemos grupo de trilha juntos, eu sempre soube disso… Certas coisas, sabemos apenas observando. Como você e o Luan, por exemplo, todos nos percebemos, menos a Diana. Se o Hugo não tivesse falado, ela nunca perceberia.

MAYA – O Hugo disse alguma coisa pra Diana? Eu não acredito… Filho da puta!

Tomás percebe que acabou de revelar motivo da Diana descobrir tudo e fica sem reação. Nesse momento, as velas deles apagam. Fazendo com que eles se assustem.

TOMÁS – As velas. Dez segundos, Maya.

Maya se desespera e pega o isqueiro. Tomás começa a contar até dez. Maya ascende primeiro sua vela e logo em seguida, a do Tomás.

MAYA – Ele está aqui, Tomás. Precisamos sair logo…

Eles começam a correr com as velas acesas em mãos. Até que avistam uma porta.

TOMÁS – Alí, Maya. Uma porta. Vamos entrar.

Ele abre a porta e eles entram. Maya faz uma linha de sal na porta, impedindo que o homem da meia noite entrasse. Os dois respiram ofegantes.

TOMÁS (Ofegante) – Foi por muito pouco…

Mesmo assustada, Maya olha para a sala em que eles acabaram de entrar. Parecia uma ateliê: tinha quadros brancos e tintas.

MAYA – É um ateliê… (Se aproximando dos quadros, observando algumas pinturas). É ela, Tomás, a mulher que eu vejo. Ela está pintada no quadro!

Maya fica assustada, Tomás encara ela. A câmera foca no quadro: a mulher era jovem, bonita, e tinha cabelos loiros.

CORTA PARA:

CENA 11/ CASA ABANDONADAS/ INT./ NOITE

Luan e Hugo caminham com suas velas em mãos.

LUAN – Onde a Diana está? Estamos procurando a tempos…

Eles caminham mais um pouco e vêem Diana, sentada no canto, com um olhar vago, cantarolando uma música. Luan vai se aproximando, mas Hugo coloca a mão, impedindo que ele avance.

HUGO – Calma cara, não aborda ela assim. Não sabemos o que aconteceu…

LUAN – Tudo bem…

Eles ficam observando ela cantarolando, uma música que ela ouvia algumas amigas cantarem sobre o Krampus, quando frequentava o colégio na Austrália, na sua infância.

DIANA (cantarolando) – É melhor tomar cuidado, é melhor você não chorar, melhor não emburrar/ Estou dizendo porque: Papai Noel está vindo para cá/ Ele está fazendo uma lista e verificando-a duas vezes; Vou descobrir quem é levado e quem não é/ Papai Noel está vindo para a cidade…/ Ele vê quando você está dormindo, ele sabe quando  está acordado, ele sabe se você foi mau ou bom/ Então, seja bom, pelo amor de Deus!/ Papai Noel está vindo para a cidade.

Luan e Hugo prestam atenção na letra, atentos e sem entender. Então, Luan decide chamar por Diana, que para de cantar, assim que ouve a voz dele.

DIANA (Voz alterada) – Olar, garotos!

Ao perceberem que a voz dela está alterada, Luan e Hugo dão alguns passos para trás, temendo.

LUAN – Ela está… Possuída!

Luan e Hugo olham assustados pra Diana, e voltam a se encarar.

CONGELA EM LUAN E HUGO SE OLHANDO E A IMAGEM SE FUNDE COM UM TABULEIRO DE JOGO.

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27 thoughts on “Insane Fears (1ª Temporada): Jogos Mentais – Episódio 02

  1. Tinha começado legal, tirando a má impressão que eu ganhei da Maya. Mas tudo voltou ao normal quando percebemos que aquilo não passou de um sonho da Maya.

    Até as falas dos personagens trazem um clima meio filme americano. Nada que lembre uma obra nacional, a não ser os nomes dos personagens e o idioma com o qual eles se comunicam.

    Está tudo errado. Diana errou pela maneira imatura com a qual ela reagiu à cena do Luan e da Maya: ela foi bem egoísta, pois ela nunca teve nada com o Luan, sabe que ele gosta da Maya e mesmo assim cobrou fidelidade dos dois, como homem e como amiga. Maya também errou por ter deixado as coisas chegarem a esse ponto: ela nunca pensou em sentar com a Diana e conversar sobre o Luan, explicar a ela que ela gosta do Luan e coisa e tal? Luan também tem sua parcela de culpa: ele ficou cercando a Maya o tempo todo, como se ele quisesse que a Diana visse os dois juntos pra enfim se livrar dela. Hugo e Tomás também têm suas respectivas parcelas de culpa: o Hugo por ter “provocado” a Diana (se ele tivesse ficado quieto, talvez isso não teria acontecido) e o Tomás por não ter feito nada (ele poderia ter ido atrás da Diana, pra protegê-la… mas não, o fogo no rabo pelo Hugo falou mais alto).

    Ponto pro Tomás, mostrou que sabe fazer alguma coisa além de jogar piadinha de duplo sentido pro Hugo. Ponto pro Luan, gostei dele mandando a real pra Diana (apesar de não ter sido da melhor maneira possível). Hugo se mantém no meu conceito. Me decepcionei com a infantilidade da Diana. E Maya segue sendo odiada por mim.

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    • Foi realmente algo inesperado essa americanizada no texto, eu não sabia até você falar, não foi intencional. Eu também concordo que todos tem parcela no ocorrido com Diana. O fogo no rabo, gritei. Obrigado pela participação, Glay 😀 ❤

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  2. “Tomás se aproxima cada vez mais de Hugo, que fica paralisado. Tomás aproxima seus lábios lentamente pelo rosto dele, passando pelo pescoço, até chegar perto dos lábios. Quando os lábios vão se juntar em um beijo, Hugo empurra Tomás”

    BERREI com esta cena. Tomás safado 😂😏

    “HUGO – Tá nervosa? Deve ser porquê gosta do Luan, ne? Mas não seja chata, deixa a Maya se divertir.”

    Acima ☝ você pode ver um tutorial de como ferir o coraçaun de alguém.

    A cena 10 foi muito tensa. Que agonia. Simplesmente amei. Queria mais 😭😭😭😭 Parabéns, amigo. (Maya e Luan são os personagens mais Zzz). Acho que mudei minha opinião em relação ao Hugo. Ele bem que fala umas verdades à pobre e ferida sentimentalmente, Diana. Mais uma vez adorei, e parabéns.Beijinhos – D.

    Curtido por 1 pessoa

  3. Mias um episódio maravilhoso.
    Coitada da Diana, parece que o jogo acabou para ela, tudo por conta de sua infantilidade. Como sempre Hugo disse aquilo que os outros personagens não possuem coragem, mas Diana não teve sangue frio para ouvir tudo, entregou-se rapidamente ao Homem da Meia Noite
    Impressionado que nem Maya ou Luan viram que a menina havia derrubado a vela no chão, grandes amigos. Aliás a Maya cai cada dia mais em meu conceito.
    Tomás logo conseguirá realizar seu maior desejo, ter Hugo.
    Só fico impressionado com a falta de medo deles, afinal estão no meio de um jogo que pode custar a vida e ainda tem coragem de ficar namorando e se beijando, eu não teria essa coragem.

    Parabéns pelo maravilhoso episódio, Flavio!

    Curtido por 1 pessoa

    • E vamos ao #AnalysisToday ✌😛 do episódio de hoje.

      Insane Fears – Episódio 02

      O jogo da meia-noite se iniciou… os cinco jovens se dividem em 2 grupos: no andar de baixo, ficam Diana, Hugo e Tomás; e no de cima, ficam Maya e Luan… no andar de cima, Maya dorme e acaba sonhando com o homem da meia-noite e com a mulher com quem sinhá sempre, mas com um detalhe: ela não parecia uma morta! – quem será essa mulher? – mas isso tudo não passou de apenas um sonho da Maya… Maya acorda do sonho que teve, assustada e Luan a conforta e acaba declarando o amor que sente por ela, que revela que o sentimento é recíproco… após isso, eles se entregam ao amor.

      Enquanto isso, no andar de baixo… Diana, Hugo e Tomás conversam. Hugo provoca Diana, dizendo que Maya e Luan devem estar fazendo algo muito bom – e realmente… eles estão fazendo algo muito bom MESMO: sexo! – após isso, Diana vai atrás de Maya e Luan, apenas com a sua vela, sem isqueiro e sem sal – aí, que embuste esse Hugo! Que insuportável!

      No andar de cima, Diana encontra Maya dando a ppk pro Luan e se decepciona ao ver a cena, deixa a sua vela cair e age de uma maneira egoísta, mas acaba sendo pisada pelo Luan, que joga a verdade para ela, dizendo não amá-la – não me julguem, mas a Diana mereceu ouvir tudo o que escutou! Aff… que garota chata – após isso, Diana sai correndo pela casa, desolada e desprotegida e isso a faz se tornar a vida do homem da meia-noite, que possui o seu corpo e usa o seu maior medo para torturá-la: o maior medo da Diana é o Krampus, criatura aterrorizante que devora as crianças levadas… chocado com a sequência de cenas entre a Diana e o Krampus, socorro!

      Tomás se insinua para Hugo, que se desvia das suas investidas e vai procurar por Diana no andar de cima… ao chegar no andar de cima, eles encontram Maya e Luan. Luan e Hugo vão procurar Diana, enquanto Maya e Tomás o esperam, porém Maya, que está com o faniquito aceso, resolve procurar Diana também e Tomás tem que ir com ela, eles acabam descobrindo um ateliê com vários quadros é um deles mostra a mulher dos sonhos de Maya… enquanto isso, Luan e Hugo encontram Diana, que está possuída pelo homem da meia-noite!

      Nesse episódio, eu tive uma opinião formada sobre Tomás e Hugo: gosto do Tomás e odeio o Hugo!

      Capítulo nota 10.
      Parabéns, Flávio!

      Curtido por 1 pessoa

    • Sim, o jogo acabou pra Maya, tudo por culpa da sua infantilidade. Hugo sempre jogando as verdade na cara. No “calor” do momento, eles acabaram não percebendo que Diana deixou a vela cair. Será que Tomás vai conseguir o que tanto quer do Hugo? Aguardaremos… Eu também não teria essa coragem, hahaha 😛 Obrigado, Felipe 😀 ❤

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  4. SOCORRO, eu tô tremendo. Que jogo é esse que tu tá fazendo comigo, Flávio? Estou só a Déb após terminar de ler esse episódio.

    Maya é muito monga com essa história de não viver a sua vida por causa da chata da Diana. Eu hein, Diana não é nenhuma criança, só precisa crescer. Mas Luan consegue seduzir sua amada, e ele e Maya acabam tendo um momento romântico. Só acho meio louco e até imbecil esses dois inventarem de transar justamente quando estão no meio de um jogo perigoso e com uma entidade do mal os ameaçando. É muito fogo no rabo. E na hora H, Diana flagra Luan e Maya e tem um surto infantil. A burra fica atordoada, larga sua vela e sai correndo, desprotegida. E o óbvio acontece: Ela é pega pelo homem da meia-noite​, e numa cena para lá de tensa, ele a possui. E a tensão continua, pois a entidade entra no subconsciente da moça e descobre qual o seu maior medo: o Krampus. E assim, o homem da meia-noite​ faz esse medo ser real, aterrorizando Diana. Enquanto isso, Hugo e Luan procuram Diana em um lado da casa, enquanto Tomás e Maya procuram de outro. Tomás e Maya encontram uma espécie de ateliê, e em um quadro, Maya reconhece a mulher que a aterroriza nos seus sonhos. Grito, tudo está mais ligado do que parece. Seria essa mulher misteriosa e aterrorizante uma antiga moradora dessa casa igualmente aterrorizante? Luan e Hugo encontram Diana, e logo percebem que ela tá estranha, e chegam a conclusão de que ela está possuída. Dois ganchões pro próximo episódio, amo.

    Episódio maravilhoso, passou terror, suspense e toda a tensão necessária no texto. Aguardo ansioso pelo próximo episódio, necessito saber quais serão os próximos desdobramentos. Parabéns, Flávio! ❤

    ** voltando a respirar normalmente​ **

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    • Literalmente, um jogo 😛 Maya se privava dos seus sentimentos, pelos sentimentos da Diana. Eles não chegaram a transar, mas o clima esquentou. Mãos bobas, detect. Sim, tudo está se ligando, e no episódio 3, mostrará mais uma ligação. Fico feliz que o texto tenha conseguido transmitir o terror necessário. Obrigado, Jean 😀 ❤

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  5. Adoro poder finalmente acompanhar esse luxo!

    Gritei logo com as cenas iniciais, consegui me imaginar no lugar de Maya (Deus me livre), mas consegui! Felizmente foi tudo um sonho dela, mas não deixa de ser assustador, não é?

    Diana acabou dando ouvidos a Hugo e encontrou o que não queria duas vezes, uma por parte da Maya e outra por parte do cara da meia noite…

    Tremi com a sequência de cenas em que aquela criatura aparece, confesso, mas tenho que dizer que Diana possuída foi O MAIS! Se eu fosse o Luan e a Maya, começava a temer porque ela deve estar enfurecida, risos.

    No mais, parabéns pela estreia e por esse episódio, Flávio, sua série é um estouro de qualidade, parabéns! ❤

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    • E adoro, Bruno ❤ Gritamos com os pesadelo da Maya? Quem procura, sempre acha e com a Diana não foi diferente. Toda sequência de Diana possuída e com o Krampus, foi tensa de escrever. (E olha que eu escrevi de madrugada hahaha). Fico muito grato pelo elogio. Obrigado, Bruno 😀 ❤

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  6. Chocado com o episódio. As melhores sequências envolveram a Diana, ela foi a primeira vítima do jogo, acabou vivendo momentos aterrorizantes e ainda terminou possuída pelo Krampus (nem conhecia essa lenda, berro). No mais, ainda preciso me recuperar das indiretas bem diretas do Tomás pro Hugo, eu morro sabe, e hoje Hugo quase se entregou, hummmmmmmmmm… Parabéns pelo episódio, Flávio, tá ótimo! 😀

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    • Diana foi a dona do episódio, verdade. E o jogo começou com tudo. Eu escolhi o Krampus por ser uma criatura desconhecida, até então. Mas existe um lugar no sul do Brasil, que a lenda é conhecida, mas esqueci o nome (ah, e a criatura é conhecida por outro nome). Tomás é bem direto, amo. E Hugo está se entregando, berramos. Obrigado, Airton 😀 ❤

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  7. Olha, sinceramente não sei o por que, não gostei muito das cenas da Diana e seus medos, não sei, prefiro quando passa na “atualidade”
    Confesso, shippo Tomás e Hugo, e adorei eles quase se beijando
    Gente, e a cena de Diana sendo possuída
    Socorro
    Pisou amigo
    Eai, quando vai ser nossa vez de jogar esse jogo?
    Parabéns.

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    • Gente, não entendi essa primeira parte, como assim “na atualidade”? É que o episódio se passa todo na atualidade (off flashback da Diana pequena). E será que Hugo cederá as investidas do Tomás? Ai amigo, vamos jogar? Amo. Obrigado, João 😀 ❤

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      • Quando disse atualidade, quis dizer quando Diana não tava tendo seus medos e lembrando a infância
        Adoro
        Vamos, hoje a noite iremos invocar
        Que os nossos jogos comecem

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  8. Episódio um pouco mais longo em relação al primeiro, porém com mais acontecimentos, gosto muito.

    Não acredito que Diana foi a primeira a ser pega no jogo. A rainha não merecia isso, sério. Não podia ter sido o Hugo? Um cara chato desses. Culpa desse babaca que Diana deixou sua vela apagar e ser pega pelo homem da meia-noite.

    Ah, não vamos deixar de citar Luan e Maya. Ambos, assim como Hugo, tem uma parcela de culpa no ocorrido. Maya foi uma ingrata amiga. Sei que ela é apaixonada e tal, mas não podia ter feito aquilo. Poxa, poderia ter segurado um pouco mais o tesão do momento.

    Sequências assustadoras! SOS! 😮 😮 O homem da meia-noite usou e abusou do consciente de Diana. Trouxe todo o medo da jovem garota para a realidade. Torcendo para que ela ataque Luan e Hugo, sim!

    O que não deixa Maya chata, é esse seu lado sobrenatural. O lado songa monga pesa na balança (Ô se pesa), porém é na mesma quantidade desse seu lado instigante fazendo-o que a balança se equilibre meio a meio em meu conceito.

    Ansioso pelo desenrolar. Parabéns pelo episódio, Flavin! Ótimo, Ahhhh!

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    • Sim, o primeiro episódio foi mais longo em relação ao primeiro, o 3 deve ser menor. Diana foi a primeira a ser possuída e Hugo tem uma parcela de culpa. O tesão do momento, gritamos? O homem da meia-noite fez os medos da Diana serem reais, em uma sequência assustadora. Maya é chata mesmo haha. Obrigado, Fred 😀 ❤

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