Azarados – Episódio 09

 CENA 01 – CIDADE DE LIMOEIRO – MATA DA ONÇA – DIA

Lola começa a dar pulinhos de alegria.

Lola: Ai, meu Deus. Ai, ai, ai!

Ema: Que foi mana? Coçou a xereca?

Lola: Coçou, mas não é por isso que tô gritando. Aqui, nesse exato local que estamos pisando é o X do mapa.

Ema sorri.

Ema: Só nos resta cavar!

De dentro da bolsa, Lola tira duas pás de plástico, as duas começam a cavar enlouquecidamente.

Lola: Poderíamos ter trago duas pás maiores, com essas vamos passar uma eternidade aqui…
Ema: Acho que não, acabo de bater em algo duro.
Lola: Que não seja ninguém excitado… Mas se for, deixa que eu sofro o trauma.

Lola coloca as mãos dentro do buraco, e começa a puxar, de lá saia uma caixa de madeira, era pesada e grossa. As garotas olham-se e sorriem com cumplicidade.

Ema: Abre! Eu estou muito nervosa… Isso pode ser minha chance de comprar roupa sem pedir desconto, de comprar uma bolsa sem perguntar o preço…
Lola: Parou com a utopia! E vamos abrir logo…

Lentamente, Lola abre a caixa, e a expressão de felicidade plena em seu rosto começa a tomar outros moldes, agora era de decepção, com medo da reação da amiga, ela fecha a caixa rapidamente e entrega para Ema..

Ema: O que foi? O que tem ai dentro? Não me diz que não tem nada! Por favor, abre isso…
Lola: Ema pode abrir você…

Ema abre a caixa. Do alto da mata, é ouvido um ensurdecedor grito ecoando, fazendo com que os pássaros dali fujam.

Ema: Calcinhas? Esse era o tesouro do Otavio? Calcinhas? Olha, eu não sou obrigada isso, como ele pode ter feito isso? Nem depois de morto esse homem não para de me decepcionar, me diz o que eu fiz para ter um azar tão grande? Eu só posso ter sido alguém ruim na vida passada… Não vejo outra explicação…
Lola: Acho que você ter nascido já é sinônimo de azar!
Ema: Que engraçada! Vou até bater palmas… Sua palhaça!
Lola (olhando para as suas unhas): A única palhaça aqui é você!
Ema: Para, Lola, já não aguento mais… Vamos embora daqui! E nunca, nunca mais eu deixo alguém ler meu horóscopo.

As duas se levantam, Ema começa a empurrar as calcinhas com força para dentro da bolsa.

Lola: Tu vai levar essas calcinhas para onde?
Ema: Vou revender no Rio…
Lola: Espera ai, minutos atrás você estava chorando, agora ta querendo vender calcinhas… Olha, parece que temos uma grande empreendedora.

As duas sorriem e saem rápido dali.

CENA 02 – CIDADE DE LIMOEIRO – PRAÇA DA MATRIZ – NOITE

Ema e Lola passam por um bar, sem dar atenção para os homens que lançavam “psiu” ou chamavam-nas de “gostosas”. Elas entram ema lanchonete e procuram lugar pra sentar. É quando um homem diz:

Homem: Eita, que com essa loira eu fazia um estrago…

Lola encara furiosamente o homem por alguns segundos, então, ela bate com força na mesa, pegando um prato de vidro e derrubando todo o resto.

Lola: REPETE ISSO E EU FAÇO UM ESTRAGO NA TUA CARA!

No mesmo instante, Lola sente seu braço ser tocada por mãos femininas. Quando ela vira-se, seu rosto é de extrema surpresa. Era Jennyfer, sua arqui-inimiga de infância. Lola sente uma raiva súbita, pois Jennyfer foi uma das causadoras de sua má fama na cidade.

Jennyfer (com raiva/ciúmes): Tu tava dando em cima do meu marido?

Lola: Eu? Você está louca, eu nunca vou dar em cima de um homem assim…
Jennyfer (raivosa/intrigada): Por quê? Ele é feio demais para você?
Lola: Sim, ele é horrível, merece estar casado com um trambolho como você mesmo!
Jennyfer: Tu é uma piranha, uma puta, vadia… Fica dando em cima do macho dos outros, e depois vem dizer que ele é feio… Conheço o teu tipo!

Ela levanta a mão para bater no rosto de Lola, porém, esta consegue segurar com força. Lola aproxima seu rosto do de Jennyfer, e com muita raiva diz em tom de deboche:
Lola: A única puta aqui é você, que já deu até pro padre e ainda tem cinco filhos de pais diferentes…
Jennyfer (intrigada): Como tu sabe? Espera, eu to te reconhecendo… Eu não acredito que é …

Jennyfer começa a tentar arrancar a peruca de Lola, que não deixava, mas depois de muita luta, ela consegue. Toda a população olha para a cena. Surpresos com a presença de Lola na cidade.

Jennyfer: Olha gente, é a puta da Lola, ela voltou pra cidade, e ainda vem fantasiada, ta com medo de que queridinha? Das mulheres te baterem por ter roubado os maridos delas?

 Lola se afasta e puxa a peruca de volta.

Lola: Isso é calúnia, foi você que armou aquilo para mim, eu nunca me deitei com o seu Joaquim, eu nunca me deitei com homem casado, eu posso até ser pra frente, mas destruir lares não é da minha moral.

Lola defere um forte soco em Jennyfer, que roda e cai no chão. As duas começam a brigar.
O povo corre para separar, Ema segura Lola

 Ema: Calma Lola! Vamos embora… Não tem mais nada para fazer aqui!
Lola: Calma nada, essa Jennyfer me paga, tu vai ver Ema!
Jennyfer: Ema? Então tu é a vagabunda da Ema! Olha – Olhando para a população que se aglomerava – hoje é um dia raro, temos duas piranhas fora d’água na nossa cidade… Essa daqui desrespeitou seu Otavio. Cuspiu no próprio finado, e ainda acusou o coitado de várias coisas, precisamos fazer alguma coisa com elas…
Ema: Cala essa tua boca, tu é bem pior! Como a Lola disse, tu já deu até pra padre, já tem é um buraco negro entre as pernas.

Ema dá um forte tapa em Jennyfer, que novamente cai no chão.

Jennyfer: Não vem me congar não. Eu não vou virar saco de pancadas de não…

Ela parte para cima de Ema, que também começa a brigar, porém, no embalo da luta a bolsa de Ema voa, revelando as calcinhas que tem dentro.

 Jennyfer (sorrindo): Eu não acredito que vocês vieram pra cá vender calcinhas…
Ema: Olha, essas calcinhas não são para revender, isso aqui é coisa do Otavio, nem depois de morto esse homem me deixa viver em paz, ele colocou dentro de um livro velho um mapa levando a um tesouro, pensei que ele estava falando de dinheiro, mas encontro só calcinha. E olha cada calcinha tem um nome da mulher que ele transou, e deixa eu ver, tem umas 100 com teu nome bordado aqui Jennyfer, então, quem é que pega homem casado? Tem certeza que é a Lola? Tem certeza que sou eu?
Jennyfer está sem reação, todos começam a lançar olhares para ela, procurando uma explicação. O marido dela começa a chegar cada vez mais perto. Lola aproveita a situação.

 Lola: Essa piranha já pegou o Seu Joaquim, o Rodolfo, o Jonas, o Lindovaldo, Romildo, José, Zé, Mario, Aldolfo…

 Enquanto Lola diz os nomes, as mulheres dos respectivos homens começam a ficar vermelhas de raiva, muitos closes de surpresa. Jennyfer, acuada, começa a correr, com toda a cidade atrás dela.

 Tia Continha que estava observando tudo, entra em cena.

 Tia Continha: Lola, minha sobrinha, que saudades eu senti de você… Há tanto tempo queria te reencontrar para pedir desculpa, eu me deixei influenciar pelas as conversas da cobra da Jennyfer. Me desculpe, Lola, por favor!

 Lola olha para os lados e ajeita o cabelo, tentando disfarçar a emoção.

Lola: Eu realmente fiquei muito magoada com você desconfiando de mim, era como perder a única pessoa da minha família… Mas eu te desculpo, eu quero sair dessa cidade livre, sem nenhum ressentimento, já limpei minha honra, eu acho… Fica bem tia, um dia eu volto para tirar você daqui.!

Lola dá um beijo na testa da tia.

Lola: Vamos embora?

Ema: Sim, vamos! Mas antes eu não quero levar nem a poeira desse lugar novamente!

Ema e Lola batem os sapatos, e correm com um sorriso feliz para o fusquinha rosa.
A noite passa rapidamente, assim como o dia, chegando novamente a noite.

 CENA 03 – FUSQUINHA ROSA DA LOLA – NOITE

(Música: I Want to Break Free – Queen)

Ema: Na próxima viagem a gente vai de taxi, ônibus ou avião, mas nunca mais nesse teu fusca.
Lola: Não fala isso. O Pink tem vida, ele tem sentimentos… E eu não vou viajar mais contigo, você só reclama…
Ema: E tu queria que eu não reclamasse? A gente passou agora 16 horas na estrada, a cada minuto teu fusca parava de funcionar, já tava era com medo naquelas estradas.
Lola: Ema, eu não sei o que faço contigo!

Lola estaciona em frente do Prédio Veneno de Cascavel
Ema desce.

Ema: Lola não vai entrar?
Lola: Não, vou levar o Pink para o conserto, o coitado mal chegou e já vai embora novamente. Quando eu voltar, trago a comida… Até!

As duas se despendem e Ema entra no prédio.

 CENA 04 – APARTAMENTO DA LOLA – INT. – NOITE

(Música: You and Me – Feldberg)

Ema entra no apartamento, cansada, coloca a peruca e os óculos sobre o sofá, tira os sapatos e caminha até o quarto. Da sala, ouve-se um estrondoso grito.A câmera percorre rapidamente o apartamento, até chegar ao quarto. Ema encontra-se ajoelhada no chão, com as mãos sobre o rosto. Chora compulsivamente. Ela permanece alguns minutos ali, ajoelhada, sem reação nenhuma. Até, se levantar, e sedenta de raiva, jogar os porta-retratos nas paredes, rasgando as fotos, jogando no chão. A última que havia sobrado era a do banner, que estava sobre a cama dela, ela arranca com violência, e sai do apartamento com a foto na mão.


CENA 05 – APARTAMENTO DO THEO – INT. – NOITE

(Música: Stay – Rihanna)

 Ema entra empurrando a porta violentamente. Theo estava no sofá, ele levanta-se, sorridente.

Theo: Amor, já estava com saudades!

Ema responde com um forte tapa na cara dele.
Theo sem entender, fica pasmo com a reação de Ema.

Theo: O que aconteceu? Por que tu me bateu?
Ema: Por isso!

Ela joga o banner em Theo, que olha incrédulo e sem saber o que dizer.

Theo: Te juro como não é nada disso que você ta pensando…
Ema: Deixa de ser cheio de clichê, tu me trai e vem com essa frase?

Theo: Juro! Não é nada disso que você ta pensando. Eu nunca te traí, Ema!

Os dois ficam em silêncio, até Ema se pronunciar novamente.

Ema: Sabe o que dói mais? É que tu sabia o quanto eu estava frágil, conhecia de todo o meu sofrimento, de todas as traições do Otavio. Sabia da dor que eu sentia aqui dentro. E foi capaz de me trair! Eu confiei em você, e como resposta tive isso. E eu pensei que contigo seria diferente, mas noto que estava enganada, você não tem nada de especial, é só mais um!

 Ema sai do apartamento. Enquanto, Theo desaba no chão, em lamento profundo.

Theo (gritando): EMA, ACREDITA EM MIM!

CENA 06 – LANCHONETE TOCA DO TATU – INT. – NOITE

 Theo entra furioso no local, seus punhos cerrados, seu rosto fechado.
Ele caminha até Jasmim, que servia uma mesa qualquer.
Ele puxa a pelo o braço, e joga o banner em cima do balcão.

Theo: Que porra foi essa, Jasmim?

Jasmim recolhe a foto de cima da mesa, Marco que estava na caixa registradora, observa aquilo com um sorriso.

Theo: Por causa disso, Ema terminou comigo! Ela acredita que a gente dormiu junto, eu naquele dia ajudei com o teu problema, e como retribuição tu joga essas fotos fakes no apartamento dela? Olha eu pensei que tu tivesse dignidade, moral, mas tu é a pior de todas…

Apolo, que estavam em uma mesa olha a cena com espanto. E resolvem ir até o amigo.

Apolo: O que ta acontecendo aqui?

Theo mostra a foto para Apolo, que fica surpreso.

Apolo: Porque tu fez isso? Isso foi antes ou depois da Ema?
Theo: Te juro, eu não fiz isso, eu nunca me deitei com a Jasmim!
Apolo: A Ema já viu isso?
Theo: Já! Essa ai – Apontando o dedo para Jasmim – Fez questão de arrombar o apartamento das meninas e colocar no quarto de Ema essas fotos.

Theo voltar a encarar Jasmim, os clientes olham a cena, todos curiosos.

Theo: Eu estou esperando uma explicação…
Jasmim: Não foi culpa minha!

 Marco encara Jasmim com um olhar furioso, estava com medo de ser desmascarado.

Theo: Então quem foi que tirou várias fotos nossas? Vai me dizer que foi a fada dos dentes ou a mulher invisível?
Jasmim: Tudo foi ideia do Marco, tudo mesmo! Desde que ele descobriu que tu era herdeiro de uma fortuna, ele começou a planejar um roubo. Ele ia me usar para conseguir teu dinheiro, ele queria que eu dormisse contigo, gerasse um filho, e depois ele ia te matar, ia matar para ficar com toda a herança, porém, a Ema, entrou, ai ele teve a genial ideia, de usar fotos de você com outra mulher para separar vocês dois… Então eu entraria em cena com uma falsa gravidez e todo o resto seria executado. Porém, eu nunca aceitei isso, nunca quis isso, eu te juro, Theo!
Theo: Então porque tu participou disso tudo? Era só dizer não!
Jasmim: Porque ele me batia, porque ele me espancava, me ameaçava.

 Jasmim puxa as mangas de sua blusa.

 Jasmim: Tá vendo essas manchas roxas no meu corpo? São marcas dos socos que ele me deu! – A essa altura a moça já estava com o rosto encharcado por lágrimas – Ele… Ele tentou me matar…

Jasmim desaba em cima do balcão, chorando muito.
Theo, após as revelações, fica pasmo, no entanto, furioso.
Ele vira o rosto para procurar Marco no local, é quando o vê e caminha até a caixa registradora.

Theo: Sai de trás desse balcão. Vem me enfrentar, vem aqui seu covarde!
Marco: Olha, o almofadinha resolveu virar homem!
Theo: Almofadinha vai ser minha mão na tua cara…

 (Música: La Plata – Jota Quest)

Marco pula o balcão.
Ambos se encaram, um clima de tensão.
Apolo estava ajudando Jasmim a se recompor.
Marco tenta acertar um soco em Theo, que desvia.
Theo então aproveita e acerta uma joelhada na barriga de Marco.
E depois um soco no rosto do mesmo.
Marco, então defere um murro no olho de Theo, que cambaleia para trás.
Theo volta acertando agora um soco no canto da boca de Marco,
que passa a mão no rosto, notando o sangue escorrendo.
Marco solta um sorriso em tom de deboche para Theo.
Apolo corre para separar os dois, assim como três outros homens na lanchonete.
Apolo: Vamos embora Theo, ta de cabeça quente, tu pode fazer uma burrada…
Theo: Me solta, esse homem queria me matar, queria me roubar, eu não posso deixar ele apenas com um canto da boca cortado…
Marco: To morrendo de medo. Pois vem! Vamos ver quem vai sair com mais hematomas!
Apolo: Vamos! Eu não vou te soltar, a gente vai pra casa Theo…

Apolo com muita reluta consegue tirar Theo do local.
Marco se solta dos homens que o seguravam.
Marco é observado por todos, com olhar de reprovação.

Marco: O show acabou! Já podem voltar a discutir seus problemas, bando de babacas. Sabe de uma coisa? Eu me demito, não fico mais um segundo nesse lixo de lanchonete…

Marco retira o avental, rasga o crachá do estabelecimento.
Vai até Jasmim, a ergue pelo braço.

Jasmim: Desculpa, mas eu não conseguia aguentar teu plano, essa culpa…
Marco: Não vem com essa! Primeiro eu vou acabar o que comecei, depois volto para acertar minhas contas contigo… E tu sabe que tua sentencia é a morte. Quem mandou me trair?

 Ele a larga com força, a moça chora desesperadamente.

Marco deixa o local nervoso.

Fachada do Prédio Veneno de Cascavel

CENA 07 – APARTAMENTO DA LOLA – INT. – NOITE

Ema com a cara afundada em almofadas do sofá, chorando.
Lola entra no apartamento.

Lola: O que aconteceu aqui?
Ema: Eu descobri que o Theo me traiu… Ele pegou a Jasmim enquanto a gente estava viajando. Estou arrasada, eu por um minuto pensei que com ele seria diferente… Mas ele fez essa cachorrada…
Lola: Eu não to acreditando, o Theo? Tem certeza?
Ema: Tem um monte de fotos deles rasgadas lá no quarto, se não acredita!
Lola: Mulher! E tu não vai fazer nada?
Ema: Eu já terminei com ele!
Lola: Não to falando disso, to falando é se tu não vai fazer nada contra a Jasmim, ela roubou teu homem!.
Ema: Tu ta querendo que eu faça o que? Bata nela?
Lola: Isso mesmo! Vamos, eu te ajudo…

Lola corre até o quarto, voltando de lá com duas luvas de boxe rosas, ela a coloca nas mãos que está desnorteada. Lola puxa a amiga para fora do apartamento.

CENA 08 – FACHADA DO PRÉDIO VENENO DE CASCAVEL/ RUAS DA CIDADE – NOITE

Lola e Ema saem do prédio.

Ema: Lola eu to ridícula com essas luvas!
Lola: Querida, para defender teu macho, você tem que ser ridícula, só não mais ridícula da piranha que pegou ele. Agora caminha – Segundos se passam e Lola vê Jasmim – Olha lá a rapariga fechando a lanchonete…

As duas caminham apressadamente, de forma absurdamente rápida, Lola recebe uma paulada na cabeça, caindo desacordada no chão. Ema se assusta, e vira para trás, para ver quem é, porém, uma mão pressiona um pano de clorofórmio em seu nariz, a moça cai desmaiada nos braços do sequestrador.

O ângulo muda, revelando nos braços de quem Ema estava, ela Marco, com olhar dissimulado e aparência tensa.

 A voz de Lola é ouvida sobre a cena:
Lola: Veja como a vida é engraçada. Uma hora tudo está dando certo, tua vida parece um sonho, ou filme de comédia romântica, onde tudo ocorre de forma linda… Você pensa que é hora do final feliz, do ponto final dado pelo roteirista. No entanto, ela muda tudo. Sopra contra a maré, e o nosso norte vira sul, o leste vira oeste. E você fica perdido, sem rumo, sem saber qual decisão tomar, qual direção seguir… Será que as atitudes que você decidiu tomar são plenamente corretas?

CONTINUA…

Nesta segunda-feira, dia 3 de julho, às 18h, o “Vale a Pena Ler de Novo” estreia a re-reprise de “Um Amor e Duas Realidades” (2013), um clássico escrito por Marcos Leonardo que foi fenômeno no blog. A reprise de “Azarados” permanece aos sábados, às 19h. Fique ligado no Tv Mix!

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8 thoughts on “Azarados – Episódio 09

  1. Lola: Ai, meu Deus. Ai, ai, ai!
    Ema: Que foi mana? Coçou a xereca?”

    Épico, nunca me esqueci desse momento, sempre começo a rir quando eu leio. No mais, participação garantida no luxo.

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