Dois Lados – Capítulo 03

CENA 1. AVENIDA/CARRO DE SAMUEL/NOITE

Samuel segura a mão de Alicia, que ainda chorava.

Samuel: Vai ficar tudo bem.

Alicia faz um gesto afirmativo com a cabeça e em seguida limpa as lágrimas.

Samuel: Apenas me diga aonde é, tá certo?

Novamente ela faz um aceno com a cabeça, mas desta vez deixa um sorriso espontâneo brilhar em seu rosto.

Alicia: Eu te amo Samuel.

Ela aperta firmemente a mão de seu amado, um sorri para o outro, um foco de luz ilumina os dois como se a luz do fim do túnel os cegasse, um estrondoso som seguiu-se depois deles serem arremessados violentamente por dentro do veículo e tudo escurece repentinamente como se alguém tivesse apagado a luz.

De fora, vê-se um caminhão atingindo o veiculo e fazendo-o capotar por três vezes. Uma parte pontiaguda da lataria se desprende com o impacto e perfura a cabeça de Alicia.

A imagem escurece…

 

CENA 2. HOSPITAL/QUARTO DE ALICIA/TARDE

Samuel solta um grito acordando repentinamente, demora um pouco até ele perceber que estava no quarto de Alicia e estava tendo pesadelos com o grave acidente que aconteceu a eles há 5 meses. Ele leva as mãos sobre a cabeça bagunçando um pouco seus cabelos e começa a chorar, em seguida ele se aproxima de Alicia e beija o rosto da jovem, sem vida, mantida viva através de aparelhos, apenas para salvar a vida do bebê que carrega no ventre.

Samuel(chorando): Maldito acidente.

Ele aperta a mão de Alicia.

 

CENA 3. HOSPITAL/SALA DE ESPERA/TARDE

Sila está sentada ao lado de Nicolas.

Nicolas: Há meses que minha irmã não acorda.

Sila não parava de mexer nas mãos, estava aflita e não conseguia parar de se mexer, andava de um lado para o outro incomodada com a situação.

Sila: Ela teve uma morte cerebral, Nicolas. – Disse séria. – Ela jamais vai… – Sila falha ao terminar a frase ao sentir uma pontada forte e dolorosa no coração, aceitar o fato de que sua irmã jamais acordaria era muito cruel pra ela.

Nicolas: Eu acredito no poder de Deus.

Sila o encara com desprezo, e antes que diga qualquer coisa o médico aparece.

Médico: Senhorita Sila Sauter?

Sila: Eu mesma.

Médico: A sala de cirurgia está pronta, o parto de sua irmã acontecerá dentro de alguns minutos, se quiser vê-la ainda restam quinze minutos.

Sila: Obrigada.

O médico se retira e Sila encara Nicolas.

Sila: Tu vem?

Nicolas: Eu não consigo ver ela desse jeito, eu vou ficar esperando aqui.

Sila nada diz apenas sai se dirigindo até o quarto.

 

CENA 4. HOSPITAL/QUARTO DE ALICIA/TARDE

Sila entra no quarto se emocionando ao ver Samuel acariciando a barriga de Alicia.

Sila: Foi um presente de Deus a criança ter sobrevivido.

Disse ela fazendo com que Samuel a visse e caminhasse até ela com os braços abertos, os dois se abraçam em meio a lágrimas.

Samuel: Faz cinco meses que ela está assim e eu ainda não me acostumei com a ideia, pra mim ela está mais viva do que nunca.

Sila: Eu também sinto isso Samuel, minha irmã parece estar apenas adormecida. – Disse entre soluços.

Samuel: A minha mãe já chegou?

Sila: Ainda não. – Ela acaricia o rosto dele. – Mas tenho certeza de que elas virão, esse é um momento muito especial para nossa família, o bebê vai nascer…

Samuel (chorando): Por que Deus é tão injusto? Passamos por tanta coisa para terminar assim…

Sila: Não questione. (pausa, seguido de choro). Ele sabe o porquê faz as coisas.

Samuel a abraça novamente.

Samuel (desesperado): Perdemos nossa princesa, Sila.

Sila (chorando): Calma meu amigo, calma.

Samuel (chorando): Eu fui o culpado! Jamais vou me perdoar por tê-la deixado nesse estado. Por que isso tinha que acontecer? Logo no momento em que estávamos tão felizes

Sem palavras , a única reação da garota é chorar. Samuel a abraça.

Samuel(chorando): Me perdoe! Jamais imaginei que nossa atitude inconsequente resultaria nisso…

Sila(chorando): Sei que não teve culpa alguma e infelizmente o que ocorreu foi uma fatalidade.

Aos prantos, Sila se abaixa ao lado do leito de Alicia e seus lábios vão de encontro ao ouvido da irmã.

Sila(sussurrando): Eu te amo minha bonequinha e saiba que eu e Samuel cuidaremos muito bem dessa bonequinha que carrega no ventre, pois sei que está resistindo tão bravamente por ela.

O sussurro cessa e o olhar triste e perdido de Sila percorre o corpo que mesmo “morto” é obrigado a continuar “vivendo” para o bebê que naquele ventre está,possa sobreviver.

Sila(sussurrando): Vai dar tudo certo, meu anjo.

O beijo no rosto, sela o momento, mesmo que Sila não saiba, será o último encontro em vida das duas irmãs.

Os enfermeiros entram no quarto, após uma despedida rápida, Sila e Samuel são convidados a se retirar.

 

CENA 5. MANSÃO RANGEL/JARDIM/TARDE

Um guincho começa a erguer o enorme pano preto. Os olhares curiosos vão de encontro ao centro das atenções daquele momento. Dentro de uma enorme jaula está Maria, presa com correntes no pescoço , pernas e pés. A jovem está completamente nua e se choca ao ver várias pessoas lhe olhando da ‘plateia’.

Rebeca(sorrindo): Prestigiem! Esse foi o animal selvagem que Miguel, meu enteado, deu ao meu marido como nora. Um animalzinho selvagem e ao mesmo tempo peçonhento.

Sem entender direito o que se passa, Maria começa a se debater pra tentar se soltar.

Ronaldo (assustado): Você só pode ter enlouquecido. O que significa isso?

Rebeca (sorrindo): Estou mostrando quem pode mais. A vingança é o melhor remédio para a alma.

Ronaldo pega o microfone.

Ronaldo: Eu quero agradecer a presença de todos e informar que a festa acabou.

Os convidados começam a sair e Ronaldo ordena que soltem Maria.

Rebeca (gritando): De que lado você está?

Ronaldo: Do seu, claro! Mas isso não me impede de enxergar as coisas e dessa vez você foi longe demais.

Após ser solta, Maria corre para o quarto.

Rebeca: Essa mendiga nunca mais vai me enfrentar!

 

CENA 6. ANOITECE

 

CENA 7. HOSPITAL/SALA DE ESPERA/NOITE

Rose chega aflita e assim que vê Nicolas ela caminha apressadamente até ele.

Rose(aflita): Como ela está?

Nicolas: Bem, ela vai entrar na sala de cirurgia em pouco tempo.

Rose: E sua mãe?

Nicolas: Ainda não chegou?

Rose: E o meu filho?

Rose estava aflita e olhava para todos os lados sem conseguir conter o nervosismo.

Nicolas: Se acalme, tudo vai ficar bem. O Samuel está com ela, logo ele estará aqui…

Rose suspira e senta ao lado de Nicolas aguardar enquanto os demais não chegam.

 

CENA 8. HOSPITAL/CORREDOR/NOITE

Sila e Samuel caminhavam lentamente em direção a sala de espera, ambos estavam tristes e apreensivos.

Samuel: Eu queria tanto que ela…

Ele para por um momento, em seguida segura as mãos de Sila.

Samuel: Sila, eu preciso da sua ajuda pra cuidar da minha filha.

Ela o encara seriamente.

Sila: O que está falando?

Samuel: A Ivana jamais vai permitir que eu cuide da minha filha. – Ele começa a chorar novamente. – Eu não posso perder ela também.

Sila o abraça forte.

Sila: Esse não é o momento para pensar nisso, certo? Vamos esperar o que vai acontecer, tá bom?

Ele faz um gesto afirmativo com a cabeça.

Sila: Agora vamos nos juntar aos outros.

Samuel nada diz, apenas continua o caminho junto a Sila até a sala de espera.

 

 

CENA 9. HOSPITAL/SALA DE ESPERA/NOITE

Nicolas e Rose aguardavam ansiosamente, quando na entrada principal, Ivana e Elias surgem e caminham até eles.

Ivana: Infelizmente terei que passar por isso de novo. – Sussurrava ela para Elias.

Elias: Calma, meu amor.

Ivana: Calma nada, eu quero resolver logo essa droga, não quero mais ter que ser obrigada a conviver com essa gentinha.

Eles se aproximam de Rose e Nicolas, e Ivana muda repentinamente de assunto exibindo um lindo falso sorriso.

Ivana: Querida. – Ela abraça Rose fazendo cara de nojo.

Rose: Ela já foi levada para a sala de cirurgia.

A expressão de Ivana muda repentinamente, em seguida Sila e Samuel se juntam a eles.

Ivana(abalada): Eu quero ficar perto da minha menina.

Sila(chorando): Você é muito hipócrita. Falsa, cretina.

Disse Sila ao sentir um extremo rancor ao ouvir aquelas palavras malditas que saiam da boca de Ivana.

Sila: Por sua culpa que ela está desse jeito!

Ivana(gritando): Ela é minha filha!

Sila: Você nunca nos tratou como tal…

Elias: Gente, melhor vocês se acalmarem. Estamos num hospital.

Ambas se calam no mesmo instante e olham ao redor percebendo que várias pessoas estavam a encara-las.

 

🎵Listen- Beyoncé🎵

 

CENA 10. HOSPITAL/SALA DE CIRURGIA/NOITE

É possível ouvir os batimentos cardíacos de Alicia, o foco é em seu rosto, tão delicado e angelical, estava em um eterno e profundo sono, ela não sabia, mas naquele momento sua barriga estava sendo cortada por um bisturi, o sangue mancha os lençóis brancos, aos poucos o foco é outro, agora é possível ver as entranhas de Alicia, sua barriga aberta e as mãos do médico puxando a criança.

Levou um tempo para que o bebê chorasse, uma linda menina, porém Alicia não ouviu o doce som da vida que ela gerou.

A cena escurece.

 

CENA 11. MANSÃO RANGEL/SALA DE JANTAR/NOITE.

Ronaldo chega para o jantar. Ele caminha até a mesa, Puxa uma das cadeiras da ponta e senta.

Ronaldo: Boa noite.

Rebeca: Boa noite, amor. Como está?

Ronaldo: Estou com uma fome de leão.

Rebeca sorri.

Ronaldo: E a Maria, onde está?

Rebeca: Fugiu!

Ronaldo: Como assim, fugiu?!

Rebeca: Fugiu, ué. Do verbo criou asa e se escafedeu.

Ronaldo: E você fala isso com essa calma?

Rebeca (sorrindo): Meu amor, foi a melhor coisa que aconteceu.

Ronaldo: E você já parou pra pensar o que o Miguel vai fazer quando ficar sabendo?

Rebeca: Não se preocupe. Eu tenho um plano maravilhoso!

Ronaldo: Você está obcecada.

Rebeca: Eu estou sedenta de ódio.

Ronaldo: Mas essa pobre menina é a única inocente nessa história.

Rebeca: Eu quero que ela pague também. Ao meu ver, essa maldita é tão culpada quanto seu filho.

Ronaldo: Rebeca toma cuidado. Você pode estar seguindo um caminho sem volta.

Rebeca: Olha só, logo quem querendo me dar lições de moral. – Ela solta uma gargalhada. – Tu matou a mãe dessa daí e agora quer bancar uma de santo?

Ronaldo se exalta e esbofeteia Rebeca.

Ronaldo: Nunca mais toque nesse assunto! – Ele se levanta repentinamente e sai deixando Rebeca com um sorriso pairando no ar, ela bebe um gole de vinho e seu olhar muda para algo mais sombrio e tenebroso.

Rebeca: A Maria significa um perigo enorme para nossa família, se o Ronaldo não vê isso, ele precisa de alguém para fazer isso por ele. – Ela ri.

 

CENA 12. BAR/SÃO PAULO/NOITE.

Miguel bebe, tentando esquecer todo o mal que Estefânia lhe causou. Quando menos espera, a mão de uma mulher segura seu ombro. Mesmo com a visão turva, por causa do porre, Miguel enxerga o rosto e vê que a mulher é Estefânia.

Miguel (surpreso): Estefânia?!

Estefânia: Te vi, desembarcando no aeroporto e desde então estou acompanhando seus passos.

Miguel (bêbado): Você desgraçou minha vida e eu vim até aqui pra me vingar.

Estefânia: Você está bêbado. Não sabe o que diz. Vamos, vou te tirar deste lugar.

 

CORTA PARA/

 

CENA 13. HOTEL/QUARTO DE MIGUEL/NOITE.

Estefânia coloca Miguel na cama.

Estefânia: Cara, como você pesa.

Miguel: Infeliz. Serpente!

Estefânia: Mas foi atrás dessa serpente que você veio. – Ela se deita sobre ele.

Miguel tenta se esquivar, mas por conta da bebida não tem forças.

Estefânia: Tudo o que sente é despeito, mas agora verás que sou só sua e que a chama do nosso amor está mais acesa que nunca. – Tira a camisa e coloca as mãos de Miguel sobre seus seios.

Estefânia o beija e Miguel, que inevitavelmente se lembra de Maria o beijando, por isso deixa de relutar e se entrega por completo para Estefânia, consumando o ato sexual.

 

CENA 14. HOSPITAL/QUARTO DE ALICIA/MADRUGADA

Alicia foi levada para o quarto logo após o procedimento, ela ainda estava sendo mantida viva pelos aparelhos, já era madrugada quando a porta abriu-se, alguém adentrou sem que ninguém visse, em seguida o som dos aparelhos sendo desligados anunciou a morte adiada de Alicia, e silenciou tudo, parecia que todo o hospital havia sentido aquela perda.

Alguém saiu daquele quarto momentos depois, a porta permaneceu aberta, como quem quisesse dizer que esteve ali, queria dizer “ela foi assassinada sim”, e não demorou muito para que notassem isso.

 

CENA 15. CENAS DO VAI E VEM DO HOSPITAL/AMANHECER

 

CENA 16. RUA/SÃO PAULO/MANHÃ.

Com uma sacola, com poucos objetos, Maria, que acabara de desembarcar em São Paulo, está a procura de Miguel. Ela anda de um lado para o outro, sem rumo.

Maria (olhando ao redor): Onde será que o Miguel está? Meu Deus, me dê uma direção. Esse lugar é muito grande.

Pessoas passam e na cabeça de Maria, parecem a todo tempo encará-la.

Maria: Essas pessoas parecem que vão me devorar.

Neste mesmo momento, dentro de uma Ferrari vermelha, está Oscar ao volante. Distraído, o senhor de 60 anos, dirige o automóvel a uma velocidade mediana, sem imaginar o que estava por vir.

Assustada, Maria atravessa a rua sem olhar e acaba sendo atropelada pelo carro de Oscar. Atordoado, o homem desce e se desespera ao ver Maria com escoriações e gritando com dor em uma das pernas.

Foca o rosto de Oscar e aos poucos a imagem escurece.

 

CENA 17. HOSPITAL/SALA DE ESPERA/MANHÃ

O Médico chega na sala de espera.

Samuel: Então, doutor?

Médico: Bom, mesmo com toda a dificuldade, conseguimos fazer o parto. A bebezinha está na incubadora para pegar um pouco de peso.

Samuel: E a Alicia?

Todos se mostram nervosos com a pergunta de Samuel e o médico aparentemente não tinha boas notícias.

Médico: Aconteceu uma coisa durante a madrugada.

Sila(assustada): O que houve com a minha irmã?

Médico: Os aparelhos dela foram desligados.

Nesse momento Ivana se altera e salta sobre o médico.

Ivana: O que você quer dizer com isso?

Médico: Eu sinto muito, a sua filha está morta.

Samuel(desesperado): Não, isso é mentira…

Samuel cai de joelhos no chão e chora desesperadamente enquanto Sila tenta acalma-lo, Elias e Nicolas apenas observam em silêncio enquanto Ivana continuava trêmula, e Rose ao lado sem reação.

Ivana: Como assim desligaram?

Médico: Lamento Ivana, eu não posso confirmar nada agora. – Ele suspira. – Agora o resto fica nas mãos da polícia.

Nesse momento o médico se retira e Ivana permanecia desolada, então ela olha para Rose que ainda a encarava.

Rose: Pelo o que eu entendi, a Alicia foi assassinada.

 

CONTINUA…

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20 thoughts on “Dois Lados – Capítulo 03

  1. E fica o mistério: Quem matou Alicia? Coitada da Maria, Estefânia seduz Miguel, Ronaldo dá uma bofetada em Rebeca. Estou muito surpreso com essa trama, será que vai ser a maior audiência do horário adulto? Sucesso e sucesso, você merece!

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  2. gente o Roanaldo matou a mae da Maria. Chocada!
    Ivana se fazendo de mae sofrida agora? So rindo 😂😂😂
    Ja Estefania impura e muito safada assim como Miguel. Tenho pena da Mariazinha

    Parabens pelo capitulo

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  3. ivana a megera que amo odiar
    Todos os personagens fazendo jus ao titulo e mostrando os dois lados, com excecao da Rose e Maria que sao duas songas aff

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  4. A cena 2 deixa bem claro que Alicia já estava morta e os aparelhos apenas garantiam o funcionamento do organismo dela para preservar a vida de sua filha. Logo, depois do parto, não havia mais explicação lógica para manter a Alicia “viva”. Porque todo mundo tá agindo como se a Alicia estivesse apenas em coma? Gente, que parte do “Alicia teve morte cerebral” esse povo não entendeu? “Quem matou aquela que já estava morta?”

    A julgar pela reação dos suspeitos à notícia da “morte” da Alicia, eu sou obrigado a pedir desculpas à Ivana: ela me provou sua inocência. Tô do lado dela, torcendo para a descoberta da culpabilidade da Rose e dos motivos que a levaram a “matar” a Alicia. A reação da Rose praticamente entregou a culpa dela (se bem que Elias e Nicolas também foram apáticos diante da “morte” da Alicia, mas até agora a lógica é essa: se não foi a Ivana, foi a Rose).

    Tá, Rebeca, você fez a Maria se passar como animal de zoológico na frente de todo mundo. Agora me diz aí, qual era a tua intenção? Jogar o próprio nome e o nome da família do marido no esgoto?

    Samuel, Elias e Alicia ainda não mostraram seu outro lado. Alicia nunca mostrará, ela já está morta, mas enfim.

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  5. O núcleo da Maria e cia continua não me despertando atenção, não me convence. Indo ao que interessa, o acidente resultou numa morte cerebral para Alícia, e seu coração continuou batendo com ajuda de aparelhos apenas para salvar o bebê que ela esperava. Após o parto, Alícia continuou viva com a ajuda dos aparelhos, mas alguém entrou no quarto e os desligou. Podemos dizer que foi um assassinato? Bem, a pessoa que fez isso acelerou algo que inevitavelmente iria acontecer. Quem matou Alícia? Rose, Nícolas, Elias? Bem, a única pessoa das três que teria algum motivo é a Rose.

    Parabéns, Rodrigo 😀

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  6. Imagino que esse capítulo seja a introdução para o desenrolar dos dramas, envolvendo o núcleo da Alicia, o núcleo da Maria ainda precisa de um tempo, acredito na história, mas no momento o núcleo da Alicia chama mais a atenção.
    Parabéns 😀

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